Teia Digital

Assinado protocolo de intenções para investimentos coreanos em Rondônia – Por Sílvio Persivo

Faça-se de surdo. “Eles adoram lhe dizer: ‘não saia dos limites’, mas, há algo melhor do outro lado…(John Mayer).

ASSINADO PROTOCOLO DE INTENÇÕES PARA INVESTIMENTOS COREANOS EM RONDÔNIA

Um Protocolo de Intenções de Investimentos foi assinado na manhã da sexta-feira (31), no gabinete do governador do Estado de Rondônia, Marcos Rocha, entre empresários do setor produtivo de grãos e minérios e representantes de um grupo de investidores da Coréia do Sul, que se reuniram para oficializar investimentos iniciais de R$ 600 milhões. Manifestando interesse em investir em Rondônia, o grupo C. A. B. S. Brazil assinou uma carta de intenção para aplicação de recursos na construção de uma Empresa de Pesquisa Energética (EPE), implantação do terminal portuário e unidades de processamento de grãos e minérios. Além da exportação da matéria-prima de grãos, o estado desenvolve pesquisas em jazidas de grande proporção, como cassiterita, manganês, nióbio e tântalo. Com isto, há intenção de industrialização dos minérios e grãos já processados. O grupo de investidores da Coréia do Sul iniciou há seis meses estudos sobre o estado de Rondônia e suas viabilidades econômicas, principalmente na área agrícola, com a soja, e também os minérios. Com a iniciativa, agora será possível desenvolver esses projetos do setor produtivo. o investidor coreano, Han Sik Lee, “Rondônia é um diamante não lapidado, é um gigante adormecido, pelas possibilidades que tem aqui”.  

MADEIRA FESTIVAL DE TEATRO

O Madeira Festival, com ingresso gratuito, começará no próximo dia cinco de junho, quarta-feira, no Teatro Guaporé, com tradução em Libras e transmissão pelo Facebook. São seis grupos participantes da mostra competitiva que receberam apoio da Lei de Incentivo à Cultura, Funcer, Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Funcultural de Porto Velho, Funcultural de Vilhena, Sicoob Credisul e SICTV. O evento é uma realização da Zenital Produções, com o patrocínio único da rede de supermercados varejistas Atacadão e do Ministério da Cidadania. A curadoria das peças foi feita por artistas de Curitiba, Manaus e Rio de Janeiro. O festival mobiliza cerca de 60 artistas e mais de 40 pessoas nas equipes de produção. Os que virão a Porto Velho, ganharão cachês. O grupo vencedor receberá um prêmio em dinheiro e o troféu Canoa de Ouro, mas,  se compromete a percorrer, inicialmente, os municípios da BR-364. As peças têm como temática a mulher e todas têm classificação indicativa de 12 anos. No dia 5, às 19h30: Mulheres do Aluá, do grupo Companhia O Imaginário, dirigido por Chicão Santos, estreia o festival; No dia 5, mesmo horário: Tabule, uma tragicomédia árabe, da Companhia Peripécias do Teatro , dirigida por Júnior Lopes; No dia 7, às 14h, É crime não saber ler, da Companhia de Artes Evolução, sob direção de Eules Lycaon; Ainda no dia 7, às 20h, À margem, do Grupo de Teatro Wankabuki, dirigido por Valdete Souza; No dia 8, às 19h30, Viúvas do margem, do grupo de Teatro Encena, dirigido por Roberto Carlos; No dia 9, às 16h, Inimigos do povo, da Trupe dos Conspiradores, dirigida por Luciano Oliveira.

O FRIO TÃO ESPERADO

Bem, se vier será bem vindo, mas, andamos meio céticos com as previsões de tempo, pois, parece que frio somente tem chegado até Cuiabá e desiste de vir à Porto Velho. No entanto, o Sistema de Proteção da Amazônia está informando que, no domingo, teremos o quarto evento de friagem no ano. O terceiro, pelo menos em nossa capital, deu xabu. Bom, desta vez, disseram que a massa de ar seca e fria deve ser de fraca intensidade, ou seja, talvez, somente vá ser sentida mesmo no Cone Sul.

INAUGURADO PRIMEIRO ABATEDOURO DE AVES DO AMAZONAS

Inaugurado, depois de liberado pela  Adaf (Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas), o Abatedouro de Aves Santa Mônica, o primeiro abatedouro de aves do Amazonas, numa fazenda, no quilômetro 19 da BR 174, do empreendedor Ivo Aluízio Stinghen. O abatedouro tem capacidade para abater 60 mil aves/mês e, inicialmente, será circunscrito ao mercado de Manaus. Segundo Stinghen, “Há dois anos comecei a montar, devagar, o abatedouro, porque como era uma atividade até então inusitada no Estado, tive que me ater às regras. Foi uma longa e árdua jornada, mas valeu a pena”. “A própria Adaf, pelo fato de o abatedouro ser o pioneiro no Estado, teve que se adaptar, e adaptar, o novo empreendimento para que pudesse ser regularizado e obtivesse o SIE (Selo de Inspeção Estadual)”, afirmou Juliana Prado, gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Adaf.

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO TEVE MAIOR CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ENERGIA EM 12 MESES

O setor de materiais de construção representou o principal alicerce no crescimento acumulado tímido do consumo de energia no Brasil nos últimos 12 meses (0,84%). Segundo o Índice Comerc, um termômetro que apura as variações na utilização da economia nos 11 principais setores da economia, o segmento consumiu 6,5% a mais de energia nos últimos 12 meses encerrados em abril passado. Para Marcelo Ávila, vice-presidente da Comerc Energia, “A potência deste resultado impressiona, em especial, por ser um incremento de quase 70% superior que o registrado pelo segundo setor que mais cresceu no período, a eletromecânica, com 3,83% de alta”. Outro dado que chama atenção é o fato do incremento acumulado representar sete vezes o registrado na média dos 11 principais setores da economia brasileira para o período, que teve uma ligeira alta de 0,84%. Segundo dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), as vendas no varejo de material de construção cresceram 4% nos últimos 12 meses corridos, com especiais bons resultados no Sudeste do país.

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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