Teia Digital

ALIMENTOS PRESSIONAM A INFLAÇÃO -por Silvio Persivo

Limites postos na mente.“As limitações de sua linguagem são as fronteiras de seu mundo” (Izabel Monteverde).

BARCO HOSPITAL VAI ATENDER O VALE DO GUAPORÉ

Mais de 30 anos depois da extinção do Serviço de Navegação do Guaporé (SNG), o Governo de Rondônia volta a proporcionar, duas vezes por mês, serviços de saúde às comunidades ribeirinhas e ilhas entre os municípios de Guajará-Mirim, Costa Marques e Pimenteiras do Oeste, na fronteira brasileira com a Bolívia por meio da Unidade de Saúde Social Fluvial Walter Bártolo, também conhecida como barco da saúde ou barco hospital (aliás, uma homenagem muito acertada, pois, Walter Bártolo foi um homem que, por muito tempo, se preocupou em melhorar a vida dessas comunidades). Serão ofertados serviços médicos básicos, vacinações, curativos, atendimento dentário, orientações em geral a cerca de 20 localidades.  A unidade será oficialmente entregue no próximo dia 16, em ato que terá a presença do governador Confúcio Moura e outras autoridades estaduais. Recuperado há um ano e meio pela Guajará Máquinas, o barco de dois andares terá a bordo uma equipe de 36 funcionários da saúde estadual.

PNCE E BRASIL MAIS PRODUTIVO

Hoje, sexta-feira (12), no período da tarde, na Sede da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia-Fiero, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Presidente Nacional do PRB, Marcos Pereira, estará em Porto Velho, para o Lançamento dos Programas Nacional de Cultura Exportadora – PNCE e do Brasil Mais Produtivo. O lançamento do Programa Nacional de Cultura Exportadora – PNCE é de uma iniciativa para engajar as empresas do Estado como alternativa para o país sair da crise econômica que vive. O ministro pretende expor a vantagem de trabalhar com o mercado externo para obtenção de novos negócios. Já o Programa Brasil Mais Produtivo visa aumentar a produtividade das empresas industriais de pequeno e médio porte.

UMA ENORME PERDA

Nós sabemos que é inevitável, mas, também que sempre será triste perder uma pessoa amiga. Ainda mais quando, em termos modernos, nova, como foi o caso do Carlos Neves, o nosso popular Carlinhos, que foi editor do jornal Alto Madeira e diretor de imprensa da Assembleia Legislativa. Pessoa muito querida de todos os companheiros de imprensa, sem dúvida, fará muita falta. Aos familiares nossas condolências.

TARDE DE AUTOGRAFOS NO BURACO DO CANDIRU

Depois de um lançamento de muito sucesso, prestigiado por uma quantidade imensa de protagonistas de nossa sociedade, no The Rising Sun Experience, na última quarta-feira, dia 10, o jornalista Euro Tourinho, uma lenda viva do Estado homenageado no livro “Euro Tourinho, a Samaúma da Imprensa Amazônica” irá autografar o livro amanhã, sábado (13), no período vespertino, no Buraco do Candiru, na Rua Guiana 2863, em frente ao condomínio Porto Velho II. E, pelo andar da carruagem, a partir das 16:00 horas, ao som de Mpb da melhor qualidade e chorinho.

 CAMPANHAS DEVEM ENFATIZAR O CORPO A CORPO

E as campanhas eleitorais, pelos sinais que se percebem, devem ser muito raquíticas este ano, o que aumenta, em muito, a facilidade de quem está no poder de se reeleger. Um dos efeitos colaterais da Operação Lava Jato foi o crescimento do receio de doações eleitorais a candidatos. A penúria de recursos é visível, mesmo em candidaturas consideradas robustas, e já se verificaram algumas desistências significativas por conta da falta de tutu. Por mais que digam que não, dinheiro ainda continua sendo o combustível essencial das campanhas eleitorais. Embora, num momento como o atual, candidatos que desejem se eleger precisem descer do salto alto, gastar a sola do sapato, andar muito e pedir voto. Muita gente que pensa que está bem usando as mídias sociais verá que é uma ilusão. O povo mesmo ainda está muito distante da sofisticação do Facebook, do Instagram e outras mídias similares. E participar de festas, ir a velórios, abraçar eleitores, beijar criancinhas continua a ser um método eficaz.

SINALIZAR É PRECISO

É sempre gratificante, e uma boa surpresa, visitar uma cidade e ter indicações claras de seus principais pontos o que facilita muito a localização e os deslocamentos. Assim é muito boa a iniciativa do Ministério do Turismo, que está investindo R$ 14,5 milhões para a instalação de 500 novas placas de orientação na cidade sede dos Jogos Olímpicos (nas cinco principais regiões turísticas da cidade: Maracanã, Centro, Botafogo, Zona Sul e Barra), das quais 370 peças já foram instaladas. Claro que isto foi feito pensando nos milhares de turistas que vieram para o Rio de Janeiro acompanhar os Jogos Olímpicos, porém, é um legado que fica. Confesso que, olhando para a falta de sinalização de Porto Velho fiquei com uma pontinha de inveja.

ALIMENTOS PRESSIONAM A INFLAÇÃO

Os preços dos alimentos foram determinantes para a alta da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sozinho, o grupo já acumula uma alta de 8,79 de janeiro a junho. Em junho, os preços dos alimentos subiram 1,32%, exercendo impacto de 0,34% numa  alta de 0,52% do IPCA, contribuindo, portanto, com mais da metade da inflação oficial do país em julho. Com 65% de participação no IPCA, o grupo Alimentação e Bebidas registrou a mais elevada variação para os meses de julho desde 2000, quando a alta atingiu 1,78%. Ao contrário de junho, quando a alta do feijão foi determinante para a variação de 0,35% do IPCA frente a maio, agora em julho o principal vilão foi o leite, com contribuição individual de 0,19%. Vilão da inflação de junho, o feijão-carioca também pressionou o IPCA em julho, ficando na segunda colocação entre os alimentos ao subir 32,42%. A alta exerceu um impacto de 0,13 ponto percentual na inflação do mês. Além dos expressivos aumentos dos diversos tipos de feijão, mais uma vez o arroz também se destacou, com preços elevados em 4,68% na média. Com isto, o feijão com arroz, prato típico da mesa do brasileiro, passou a custar bem mais caro.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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