Esporte

“AGORA, NÃO POSSO DIZER QUE NÃO SEI DE NADA”, AFIRMA CONFÚCIO SOBRE CORRUPÇÃO

Governador disse que “está fazendo blitz em postos da PRF para evitar uso de carros oficiais fora de horário”

Vai rodar

Edson Martins de Paula, deputado estadual do PMDB deverá perder o mandato até julho. Ele foi condenado por improbidade administrativa pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por fraude a licitação quando era prefeito em Urupá, ainda em 2007. Ele havia impetrado um recurso ao STJ que foi negado pela Segunda Turma na última quinta-feira. O acórdão (decisão) deve ser publicada nos próximos 10 dias, segundo informou a assessoria do próprio STJ. Como a condenação prevê a perda de cargo público, o próximo deputado será Ezequiel Neiva (PMDB), que já foi parlamentar pelo PP entre 2006 a 2010.

Rodando

E o presidente da Câmara de Vereadores de Porto Velho resolveu dar um rolé com a camionete oficial no feriadão dos evangélicos. Jurandir Bengala (PT) foi flagrado por um leitor de PAINEL POLÍTICO na Avenida Campos Sales, próximo ao hospital João Paulo II. Indignado, o cidadão fotografou e enviou por Whatsapp (9248-8911), dando local e horário. Circular com um carro oficial fora do horário ou em fins de semanas e feriados deixa as pessoas indignadas. Isso é crime, isso é imoral, isso é vergonhoso. Ainda mais porque o vereador tem uma camionete novinha em folha, dele, mas ele prefere economizar seu carrinho e botar para rodar na viatura pública.

Bengala

Saiu em defesa das empresas de ônibus de Porto Velho, que rodam com verdadeiras sucatas pela cidade e disse que o preço da passagem é baixo. Para quem tem duas camionetes para rodar, fica até meio sem sentido esse tipo de afirmação.

Evento

Em Espigão do Oeste foi inaugurado um semáforo e o evento contou com fanfarra, presenças de autoridades e desfile. Lembrou a ficcional Sucupira, de Jorge Amado.

Soberania

Um grupo de oito senadores brasileiros foi recebido com pesadas manifestações na Venezuela esta semana e praticamente foram expulsos do país que vive uma ditadura chavista muito mal disfarçada de democracia. Mas pior que os problemas bolivarianos, foi o apoio que o governo Dilma deu a esse ato desrespeitoso. A presidente ainda afirmou que os senadores não deveriam “se intrometer em questões internas da Venezuela”. Eles queriam saber sobre prisões “políticas” que estão ocorrendo por lá.

Mas

Pera lá, não foi a mesma Dilma que desrespeitou descaradamente a Indonésia devido a execução de um traficante brasileiro que havia sido condenado a morte naquele país após ter sido preso com 13 quilos de cocaína em uma asa delta? Também não se tratava de uma questão interna da Indonésia? Não foi uma tentativa de interferir no sistema judicial daquele país? Mesmo assim, na época, parte do Senado apoiou Dilma, por se tratar de uma questão humanitária. Agora o PT tenta ridicularizar oficialmente o Senado da República, ao espalhar em redes sociais que os senadores haviam “cheirado errado” ao irem a Venezuela.

Um dos problemas do PT

Foi dividir o país em ricos e pobres, gays e héteros, pregar o fundamentalismo e partir para a tática do “nós fizemos, mas eles fizeram primeiro”, como se um crime justificasse outro. Ao invés de tentar nivelar por cima, arrasta consigo para a lama qualquer um que se oponha aos absurdos que vem sistematicamente cometendo neste país. Antes de sermos petistas, tucanos, evangélicos, católicos ou macumbeiros, somos brasileiros, e precisamos respeitar isso. E é através de união que isso acontece. Se um brasileiro, seja quem for, estiver sendo atacado no exterior, cabe a todos nós partirmos em sua defesa. Essa mentalidade cretina do “não é comigo, não me meto” nos coloca em situação de fragilidade perante o mundo. Se um caso dessa natureza acontecesse na atrapalhada Argentina ou mesmo aqui nos vizinhos bolivianos, tenho certeza que fechariam fronteiras e iriam às ruas se manifestar. Mas pelo jeito, o “jeito PT” de governar vai nos separar cada vez mais. Se mantivermos esse ritmo, muito em breve seremos vários brasis. E todos falidos.

Crise, que crise?

O Brasil fechou 115.599 vagas de trabalho com carteira assinada em maio, mostraram dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (19). É o pior resultado para um mês de maio desde 1992. Desde aquele ano, o país não tinha registrado mais demissões do que  contratações em maio. O número do mês passado é resultado de 1.580.244 demissões e 1.464.645 admissões. Em abril, tinham sido fechadas 97.827 vagas no país, também pior resultado para o mês desde 1992. De janeiro a maio deste ano, foram fechados 243.948 empregos formais. Em 12 meses, o saldo negativo chega a 452.835 vagas. O corte de vagas foi maior do que o esperado por analistas. A média estimada pelo jornal “Valor Econômico” era de perda de 50,6 mil vagas, enquanto pesquisa da agência de notícias Reuters apontava fechamento de 38 mil postos. Mas isso deve ser invenção da “mídia golpista”.

Agora vaaaaaaaaaaaaiiii!!!!

Confúcio disse, “diante desta realidade, cada secretário (a) deve cuidar muito bem da sua secretaria. E mais do que nunca valorizar as pequenas coisas.  Cada um deve usar a arma de que dispõe para vigiar seus contratos, licitações, estoques nos almoxarifados, diárias, prestações de contas, convênios, enfim, tudo. Os gastos com combustíveis, as diárias, a manutenção de veículos, compra de peças de reposição, as viagens, os cursos fora do Estado, e tudo que puder.”

Bem

Ele se referiu a uma reunião que teve com seu secretariado esta semana onde afirmou estar “me cercando de todas as ferramentas para proteger a imagem do Estado de Rondônia e do seu povo. Até blitz nos Postos da Polícia Rodoviária Federal, estou fazendo para controlar entradas e saídas de veículos”. Ocorre que essa conversa é velha. Notícia requentada. Ele falou isso lá no começo de seu primeiro mandato e deu no que deu. Mas falar sobre punições em relação a quem foi pego com a “boca na botija” como o coronel Lioberto (DER) e Márcio Gabriel (SUPEL), só para citar os mais recentes, nada. É como se uma reunião, pedindo “lealdade” resolvesse todos os problemas do governo. O bom é que o governador afirmou que “agora, não posso dizer que não sei”. É, acho que de fato as coisas estão aceleradas.

Férias

As férias de julho está chegando e é um excelente momento para trocar de carro. A LF Imports está com grandes oportunidades de negócios e vale a pena fazer uma visita à concessionária. Você pode comprar seu carro novo usando inclusive carta de crédito de consórcio que ainda não foi contemplado. Faça uma visita e conheça as opções. E na compra de um carro novo, você ainda concorre a um zero quilômetro no fim do ano. A LF Imports fica na BR 364 em Porto Velho e tem lojas em Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena.

Insegurança

Vilhena, assim como Porto Velho, está atravessando uma crise sem precedentes na segurança pública. Enquanto o governador fica “fazendo blitz em posto da PRF para controlar carros oficiais” a bandidagem toma conta do Estado. O pior mesmo é saber que não existe um plano sequer para conter essa situação. Esse governo de fato coopera com todos. Até com a vagabundagem.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Como o álcool afeta a capacidade de direção

No Brasil, uma lei que vigora desde janeiro de 2013 acabou com a tolerância de álcool permitida a motoristas. Além disso, se o condutor fizer o teste do bafômetro e a concentração de álcool em seu sangue for maior do que 0,34 mg/L, pode ser preso por seis meses a três anos, além de pagar multa, e ter o direito de dirigir suspenso. Mas como diferentes concentrações de álcool afetam a capacidade de direção? As informações são da Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA) dos EUA. Os sintomas de diferentes concentrações de álcool no sangue na capacidade de direção. Veja como o álcool age no organismo, percentualmente. 0,02% – Funções visuais diminuem, diminuição da capacidade de fazer duas coisas ao mesmo tempo; 0,05% – Funções visuais diminuem, diminuição da capacidade de fazer duas coisas ao mesmo tempo; 0,08% – Diminuição da concentração, perda de memória de curto prazo, perda do controle da velocidade, redução da capacidade de processar informações (capacidade de ver placas ou sinalizações), diminuição da percepção; 0,10% – Redução da capacidade de ficar na mesma pista da estrada e parar corretamente; 0,15% – Incapacidade substancial para controlar o veículo, prestar atenção às funções de direção e processar informação visual e auditiva.

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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