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Agência de Desenvolvimento de Porto Velho realiza workshop “Ideias que Transformam”

Evento, em parceria com Fundação Certi, apresentou programa que oferece recursos financeiros para transformar ideias em negócios de sucesso

Para propagar o projeto Jornada Amazônia e o Programa Sinapse da Bioeconomia que oferece capacitação, suporte e recursos financeiros não reembolsáveis para transformar ideias em negócios de sucesso e que gerem valor para a bioeconomia amazônica, a Agência de Desenvolvimento de Porto Velho (ADPVH) em parceria com a Fundação Certi realizou na tarde da última quinta-feira no auditório da Prefeitura o workshop ‘Ideias que Transformam’.

O evento reuniu acadêmicos, empreendedores, entre outros personagens da sociedade civil que tiveram a oportunidade de aprender na prática como submeter um projeto a apresentação e ainda de conhecer o que a administração tem feito na área de inovação. O evento foi conduzido pelo diretor técnico da ADPVH, Leandro Soares, e também por Gustavo Canova, representante da Fundação Certi e da “Jornada Amazônia” Porto Velho, que explicou detalhadamente ao público em que consiste o programa.

O Programa Sinapse da Bioeconomia é um programa de pré-incubação que tem como foco estimular o empreendedorismo inovador voltado à Bioeconomia por meio de capacitações para o desenvolvimento de produtos (bens e/ou serviços) ou de processos inovadores e apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis), a geração de empresas de base tecnológica a partir da transformação de ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos segmentos econômicos estratégicos da bioeconomia, contribuindo para a preservação da floresta em pé.

PROPOSTA

Evento foi conduzido pelo diretor técnico da ADPVH, Leandro SoaresEvento foi conduzido pelo diretor técnico da ADPVH, Leandro Soares

O Programa é coordenado e executado pela Fundação Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi) em parceria com financiadores. Gratuito, ele convida pessoas interessadas a apresentarem propostas de inovação para obtenção de apoio financeiro com abrangência em todo o território nacional, destinando pelo menos 80% do número de vagas para empreendedores residentes nos municípios da Amazônia Legal, contemplando os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e até 20% das vagas a residentes das demais regiões do país, desde que o CNPJ da empresa a ser contemplada seja criado na Amazônia Legal ou, no caso de empresas já criadas, que tenham, no mínimo, uma filial na região.

Podem participar pessoas físicas maiores de 18 anos, com ideias inovadoras aplicadas à bioeconomia, Microempreendedor Individual (MEI) ou Microempresa (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), estabelecida e registrada em até 24 meses anteriores à data de publicação do regulamento, cuja atividade contemple aspectos da bioeconomia. As inscrições podem ser feitas aqui.

“O workshop é para ajudar as pessoas a desenvolverem ideias de negócio e modelá-las de forma que aumentem as chances de captação desse edital da Jornada Amazônia, o Sinapse da Economia. Mais precisamente, na prática, é o momento para eles aprenderem a escrever ideias, entendendo sobre modelo de negócio, tecnologia, diferenciais, competitividade e o modelo de impacto que estamos buscando, porque é um negócio voltado para negócios de impacto, ou seja, aqueles que trazem algum tipo de benefício para a economia ou para a sociedade e qualquer pessoa pode colaborar nesse sentido, tendo interesse em empreender, é uma boa oportunidade para ter uma ideia. A Prefeitura tem mostrado um grande viés para a inovação e aí nós começamos a abordar parceiros em diversos locais, e quando a gente conversou com a Agência de Desenvolvimento, eles abraçaram o projeto. Eles têm muitas ideias inovadoras para trazer para a região e viram que casava muito bem com os planos que a Agência tem. Então foi um casamento perfeito para a gente potencializar essas ideias”, detalhou Gustavo Canova.

Programa Sinapse da Bioeconomia é uma pré-incubação com foco em estimular o empreendedorismo inovadorPrograma Sinapse da Bioeconomia é uma pré-incubação com foco em estimular o empreendedorismo inovador

Segundo o diretor da Agência, o edital é uma boa oportunidade e chama a atenção pelas condições de concorrência, tornando-se uma grande vantagem para quem quer empreender na região. “São R$ 70 mil para ideias inovadoras na área de bioeconomia e esse edital chama muita atenção porque ele é regional, então quem submeter a sua proposta de ideia, não vai concorrer com outros estados ou vai concorrer apenas com os estados da região amazônica. Além disso, o programa Sinapse fornece uma série de consultorias que permitem que o empreendedor, dono da ideia, consiga não só concorrer ao aporte no recurso, mas como estruturar o seu modelo de negócio por meio de consultorias e mentorias especializadas”, disse o diretor técnico da ADPVH, Leandro Soares.

Ele explica que é uma parceria muito interessante para o município, que desde o ano passado vem trabalhando na agenda de inovação e o desenvolvimento sustentável, um dos eixos do município. “A Fundação Certi é uma das mais reconhecidas hoje no país no quesito transformação regional. Isso aconteceu no estado de Santa Catarina há 40 anos, e agora eles estão junto conosco aqui na Amazônia, aqui no estado, envolvendo a cidade de Porto Velho, discutindo modelos de como desenvolver a região por meio da inovação. Então nós assinamos um termo de parceria recentemente para congregar e apoiar as iniciativas de ambas instituições e um primeiro resultado dessa parceria é justamente a realização desse workshop”, completou Leandro.

POSSIBILIDADES

Camila Cristina, acadêmica de Enfermagem de 19 anos, nunca empreendeu e resolveu participar do workshop para estudar diferentes possibilidades dentro da área cursada. “Então, na área da Enfermagem, no começo do curso eu me vi um pouco perdida, porque às vezes nem sempre a gente consegue se identificar totalmente com aquilo que a gente conhece como Enfermagem. E aí, eu conheci o projeto e pensei ser uma oportunidade pra tentar, né? Nunca tive contato com isso, mas eu acho interessante não só a proposta do projeto, mas a gente ter essa outra perspectiva de ir pra área do empreendedorismo, da inovação dentro da Enfermagem, que é uma área enorme, diversa”, considera.

A acadêmica lembra que tem várias oportunidades na área, mas às vezes o profissional fica restrito ao plantão, só da área hospitalar. “A Enfermagem é muito ampla, então eu acho que isso vai possibilitar a gente ver um pouquinho mais além dessas pessoas, dessa oportunidade, só dessa possibilidade. É exatamente isso, a gente nunca teve contato com isso na faculdade. Não faz muito tempo que o Coren e o Cofen liberaram a Enfermagem a ter seu próprio consultório. Aqui em Porto Velho mesmo, a gente tem pouquíssimas enfermeiras e enfermeiros que trabalham com isso, então acho que é uma outra oportunidade, um novo mercado de trabalho pra gente também”, concluiu a participante.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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