Teia Digital

Acidentes de trânsito são 45% dos atendimentos do SAMU – Por Sílvio Persivo

Sou quase um sábio. “Eu creio que um dos princípios da sabedoria é abster-se das ameaças verbais e insultos” (Maquiavel). 

ACIDENTES DE TRÂNSITO SÃO 45% DOS ATENDIMENTOS DO SAMU

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atende uma média de 1.600 ocorrências atendidas por mês, com cerca de 45% delas sendo traumas causados no trânsito. A afirmação é do médico cirurgião da equipe de atendimento, Marcos Berti. A responsável técnica do Serviço, Martha Cavalcante, afirma que, em 2018, foram registrados 20.300 atendimentos. Destes, 2.200 foram acidentes de trânsito, e os horários de pico são quando mais acontecem, sendo a maioria pela manhã, entre 7h e 8h30. “É o horário em que as pessoas estão atrasadas ou apressadas para chegarem no trabalho, e acabam causando mais acidentes”. A faixa etária das vítimas registradas pelo Samu na maioria se situa entre 26 a 40 anos de idade e, delas, a maior parte é do sexo masculino. À frente dos casos, estão os acidentes entre carro e moto, que em agosto foram 132. Já entre motocicletas o número foi de 29 acidentes. Entre carros o total registrado foi de 15 acidentes, e o total de atropelamentos no mesmo mês foi de 32.

COMPRE RONDÔNIA E CONECTA STARTUP BRASIL 

A ideia  central do “Compre de Rondônia” é  induzir à população a consumir o que é produzido no Estado, para gerar emprego, fortalecer a cadeia produtiva e valorizar a indústria rondoniense, que produz arroz, queijo, iogurte, requeijão, leite condensado, condimentos, atomatado, entre outros produtos. Juntamente com o lançamento do “Compre de Rondônia” será feita a apresentação do Edital do Conecta Startup Brasil, no auditório da Faculdade Sapiens, amanhã, quinta-feira,19, em Porto Velho, a partir das 19 horas, com a presença de autoridades, empresários, estudantes, entre outros convidados.  As instituições realizadoras do programa são, o Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Softex e o parceiro executor CNPq, com a Fiero como parceira institucional. O Conecta promove o ecossistema de inovação brasileiro, em uma ação integrada de ideação, conexão, capacitação e investimento de até R$ 200 mil para os projetos mais bem avaliados. Além da instituição de ensino e do setor produtivo, a Fiero contará ainda com a parceria do professor e vereador Aleks Palitot, que, por meio do projeto de Lei 3877, de 8 de maio de 2019, criou o selo Empresa amiga de Rondônia, que será concedido para pessoas jurídicas que participem ou desenvolvam ações e iniciativas que contribuam para a venda, comercialização e divulgação de produtos em Rondônia.

AGROINDÚSTRIA DE FARINHA EM NOVA MUTUM PARANÁ 

Amanhã (19) está prevista a inauguração da Agroindústria de Farinha de Nova Mutum Paraná. O evento será, a partir das 8h da manhã, no Projeto Piloto, próximo a Usina Hidrelétrica Jirau. Esta é uma iniciativa da Associação Vida Nova, com o apoio da COOPPROJIRAU-Cooperativa de Produtores Rurais do Observatório Ambiental de Jaru, que visa produzir e comercializar a farinha proveniente da mão de obra dos pequenos agricultores, fomentando o aumento da geração de renda da região.

FUTURO DO AGRONEGÓCIO DEPENDE DA TECNOLOGIA 

Em 2050, o mundo terá 9,3 bilhões de pessoas, 1,6 bilhões a mais do que atualmente. Para alimentar a humanidade será preciso produzir, entre 2010 e 2050, a mesma quantidade de alimentos de toda a história agrícola anterior aquele ano. É um grande desafio. Será preciso aumentar a produtividade ao mesmo tempo em que se combate o desmatamento.  Junior Rodrigues, consultor comercial da Central Brasileira de Comercialização (CBC Agronegócio) lembra que em 1970 um agricultor produzia alimentos suficientes para 73 pessoas, em média. Em 2010, a capacidade deste mesmo produtor rural servia 155 pessoas. “Aumentamos as áreas cultivadas, mas 90% deste resultado está ligado à produtividade proporcionada pela tecnologia”. Dentro das porteiras, o avanço tecnológico está presente desde o melhoramento genético das sementes, que permite a otimização das colheitas e o cultivo de diferentes culturas no mesmo solo, ao maquinário cada vez mais potente e refinado para usos específicos. Isto não significa, no entanto, que a tecnologia já seja algo incorporado ao agronegócio. Especialistas no tema que se apresentaram na ViaSoft Connect, evento focado em empreendedorismo, realizado nos últimos dias 9 e 10 de setembro, em Curitiba, foram unânimes ao afirmar que ainda há muito a ser explorado na relação “agro x tech”. “No Mato Grosso, cerca de 80% dos produtores rurais ainda fazem o controle de suas safras à mão, no caderno”, exemplifica o consultor comercial. Fora das porteiras, o descompasso entre as oportunidades ofertadas pela tecnologia e a realidade do mercado é  maior ainda. Se faz negociações nos moldes do que acontecia há 50 anos. Este cenário não deixa outra saída para o agro: é preciso de mais tecnologia. Principalmente para facilitar o contato entre o produtor rural e os outros parceiros da cadeia com o objetivo de facilitar, trazer agilidade e potencializar os negócios.

A SOMBRA NEGRA DE ALTA DO PETRÓLEO 

Embora a Petrobras tenha informado, por meio de nota, que monitora o mercado internacional de petróleo e que não há previsão de reajuste de preços nos produtos negociados pela estatal, como os combustíveis e derivados de petróleo. Tudo, como é de conhecimento público, por causa dos  ataques a uma refinaria de petróleo da Arábia Saudita, a maior do mundo cuja produção caiu pela metade. Os postos de gasolina de aguardam uma decisão da Petrobras para seguir o mesmo provável caminho de alta, mas, alguns já começam a alegar falta de combustíveis avaliando a possibilidade de aumento dos preços. 

 

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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