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Abertas as inscrições para o 2º Concurso de Qualidade de Queijos de Rondônia

2º ConQueijo visa promover a qualidade e a valorização da produção de queijo em Rondônia

Com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite no Estado, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, promoverá o 2º Concurso de Qualidade de Queijos – ConQueijo, que faz parte da programação da 4ª edição da Feira Estadual RondoLEITE, que acontecerá durante a realização da 10ª Rondônia Rural Show Internacional, de 22 a 27 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack,  em Ji-Paraná. As inscrições poderão ser realizadas por ficha disponível no site até 12 de maio.

O 2º ConQueijo visa promover a qualidade e valorização das produções queijeiras das agroindústrias familiares e dos estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte de leite e derivados, proporcionando ao produtor rural, um maior conhecimento das características técnicas na qualidade do produto final oferecido, em função dos atributos sensoriais avaliados por analistas especialistas.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destaca que, o objetivo deste concurso é valorizar os queijos produzidos pelas agroindústrias familiares para fortalecer a economia do Estado. “O leite é um produto muito importante para a renda da família rural, e a transformação do leite em derivados tem um maior valor agregado, por isso precisamos incentivar o consumo dos queijos das agroindústrias locais. Todos os participantes do concurso terão a oportunidade de conhecer o padrão estabelecido a cada produto, referente aos parâmetros de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, e avaliados por especialistas da área”, destacou.

Podem participar do concurso, agroindústrias familiares e estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte de leite e derivados, localizados em Rondônia. As fichas de inscrição deverão ser preenchidas e assinadas pelo proprietário; o responsável técnico do empreendimento, e também pelo extensionista rural encarregado pela inscrição e encaminhamentos. Devem apresentar, ainda, certificado de regularização do empreendimento: Serviço de Inspeção Municipal – SIM, Serviço de Inspeção Estadual – SIE ou Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária – Suasa, Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SisbPOA e cópias dos documentos pessoais do proprietário: Registro Geral – RG e Cadastro de Pessoas Físicas – CPF.

Todos os participantes do concurso terão a oportunidade de conhecer o padrão estabelecido para cada produto

O concurso contemplará as seguintes categorias: Queijo Mussarela (em barra); Queijo Provolone; Queijo Coalho; Queijo Minas Padrão; Queijo Massa Filada – formatos de nozinho e cabacinha. As amostras devem ser fornecidas pelos produtores para serem avaliadas inteiras e intactas, ou seja, não fracionadas, sem orifícios ou sondagens.

Conforme o regulamento, o participante poderá se inscrever com seus produtos em uma ou mais categorias, com no máximo um queijo para cada categoria, e deve enviar três unidades do mesmo lote de fabricação do produto para julgamento a cada categoria inscrita.

As amostras devem ser enviadas aos postos localizados nos escritórios da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater Rondônia local, de 17 a 19 de maio de 2023. Para os que não conseguirem enviar as amostras nos dias estabelecidos, será permitida a entrega diretamente à comissão organizadora, com um dia de antecedência do início da Rondônia Rural Show Internacional, ou seja, nos dias 22 e 23 de maio, das 7h30 até as 10h, na sala de Coordenação do Pavilhão da Bovinocultura, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná.

O resultado será divulgado pela comissão organizadora, composta por servidores da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, Emater/RO e Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril – Idaron, sendo coordenada por pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig/MG, e pelos órgãos da imprensa, durante a 4ª RondoLEITE, no dia 26 de maio de 2023, no estande do pavilhão da Bovinocultura do Centro Tecnológico Vandeci Rack.

Para o secretário da Seagri, Luiz Paulo, as perspectivas para esta edição são ainda melhores. “Esperamos um número bem maior de inscritos que a edição passada. Somos ganhadores do melhor queijo do país e estamos muito felizes com esse resultado, e isso pode continuar acontecendo cada vez mais”, afirmou.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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