Resenha Politica

Abandono do Patrimônio Histórico é denunciado na Corte Interamericana

Denúncias dessa natureza criam problemas de ordem econômica e política para o estado

Incompetência

mauro_nazifNem quando tenta fazer a coisa certa a administração de Mauro Nazif, prefeito de Porto Velho, consegue agradar. Um exemplo da coisa certa por vias errada foi a colocação do semáforo na confluência entre as avenidas Imigrantes e Lauro Sodré, quando decidiram colocar para funcionar, exatamente na hora do rush e de uma feira no Parque dos Tanques, formando filas enormes em todas as mãos de ambas as avenidas. O responsável pela incompetência não escapou dos xingamentos dos motoristas que retornavam para suas residências. O calor escaldante ajudou os condutores a estenderem também os impropérios ao prefeito Mauro Nazif.

Nervosos

confucioO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar nesta quarta-feira (30) o recurso interposto pela defesa de Confúcio Moura, cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por abuso de poder econômico. A pauta foi publicada nesta segunda-feira (28). Embora no Palácio Vargas ninguém comente o julgamento, era visível a alteração no comportamento de muitos auxiliares do governo. Pense num povo nervoso!

Imprevisibilidade

confucioNo julgamento de Confúcio Moura o TSE vai se debruçar com teses novas relativas à extensão do dano de abuso de poder. Ninguém arrisca um resultado, apesar dos peemedebistas alardearem uma suposta influência partidária sobre as cortes superiores. Tudo papo furado. A maré não é favorável aos políticos em Brasília. Mesmo analisando votos proferidos pelos ministros em situações similares, nenhum deles se enquadra ao caso concreto. O resultado é imprevisível e qualquer prognóstico é mero exercício de especulação.

Inelegível

Alex RedanoQuem também está em situação jurídica complicada é o deputado estadual Alex Redano. O TSE julga nesta terça-feira um recurso para refazer a decisão do Tribunal Regional Eleitoral que deixou o parlamentar inelegível quando disputou as eleições municipais para vereador de Ariquemes em 2012. Enquadrado em 2014 na Lei da Ficha Limpa, Redano conseguiu o registro para disputar a vaga de deputado estadual provisoriamente. Na pauta estão os embargos, os autos principais vão a julgamento nos próximos dias. Dificilmente livra o mandato.

Oposição

PMDBQuem assistiu ao programa nacional do PMDB, exibido semana passada em rede nacional, se surpreendeu com o tom ácido e oposicionista ao mesmo governo que o partido ofereceu oito nomes como sugestão para ocupar ministérios. Há uma máxima na capital federal que diz: ninguém governa sem o PMDB. Ao que parece o partido pensa em governar só! Pelo menos é o que dá para deduzir das falas dos próceres durante o programa do partido.

Descaso

vergonhaFoi protocolada junto à Corte Interamericana, nos Estados Unidos, uma denúncia contra o descaso de nossas autoridades estaduais e municipais em relação ao abandono da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Pode parecer bobagem, mas não é. Denúncias dessa natureza criam problemas de ordem econômica e política para o estado. Nem a intervenção judicial local conseguiu obrigar as autoridades afetas à EFMM a recuperarem aquele complexo histórico. O jeito foi apelar para uma corte internacional.

Modernidade

oabA atual gestão da OAB-RO tem se destacado por investir nas subseções dotando-as de estrutura física e tecnologia para atender ao advogado. Na capital, além de vários cursos, palestras, campanhas e salas nas esferas judiciais e policiais para melhor atender ao advogado, a gestão ofereceu planos de saúde, inclusão digital, entre outros benefícios. No momento pré-eleitoral que se inicia é provável que os interessados em gerir a Seccional tentem minimizar os avanços, mas não conseguirão esconder tais feitos.

Movimento

oabUm número expressivo de advogados atendeu ao chamamento do Movimento ‘Estamos à Ordem’, lançado na última quinta-feira na capital. Quem compareceu ao evento ficou surpreso com a presença maciça de advogados com anos de carreira trocando experiências com jovens advogados que iniciaram a carreira empenhados em fortalecer e ampliar as vitórias conquistadas pela advocacia rondoniense. Foi uma reunião festiva que contou também com vários profissionais do interior de Rondônia. Este cabeça chata não compareceu por razões de viagem, mas mantém-se firme ao movimento que possui com líder Andrey Cavalcante.

Censura

oabUm dos oito sites que publica simultaneamente esta coluna recebeu uma visita inesperada com ameaças veladas por causa da coluna anterior sobre as eleições da OAB, entidade que tem por princípio a defesa intransigente da liberdade de imprensa e da livre manifestação. Com anos de profissão já me deparei, em especial no final da ditadura, com ameaças dessa natureza e não é hoje que vão me intimidar. Pode vir quente que estou fervendo… Como diria o compositor.

A fábula da sobrevivência

Era GlacialDurante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais.

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.

E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele forte inverno.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, e afastaram-se feridos, magoados, por não suportar mais tempo os espinhos dos seus companheiros.

Doíam muito...

Era GlacialMas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa e rigorosa era glacial.

Sobreviveram…

Era GlacialA fábula retrata bem a situação política senadora Marta Suplicy, ex-petista, que decidiu se afastar dos companheiros para empinar um projeto pessoal sem levar em conta as intempéries que lhes esperam. Pode ter escapado o ouriço espinhento e roedor, mas para sobreviver precisará de muito soro antiofídico. No PMDB cobra engole cobra.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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