Teia Digital

Estudante de Jaci-Paraná cria sensor para vazamento de gás – Por Sílvio Persivo

Até para desistir é preciso coragem. “Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências, desistir ainda que não pareça foi meu maior ato de coragem” (Pedro F. Caio).

ESTUDANTE DE JACI-PARANÁ CRIA SENSOR PARA VAZAMENTO DE GÁS

O estudante do Ensino Médio de Rondônia Gabriel dos Santos Mota, 18 anos, criou um sensor inovador e de baixo custo para detecção de vazamento de gás. Aluno do Colégio Tiradentes da Polícia Militar II, localizado em Jaci Paraná, distrito de Porto Velho (RO) e também estudante do Centro de Ciência e Tecnologia (CCT) de Nova Mutum Paraná, criou um sensor que dispara alarme a partir da detecção de vazamento de gás GLP, com alcance do som de até 12 metros e duração de 10 segundos, acende uma lâmpada LED vermelha e aciona uma válvula para travar o botijão de gás. Este trabalho será um dos destaques na Expo Milset Brasil, evento que será realizado em Fortaleza (CE) a partir de hoje até o dia 31 de maio. Além de GLP, o equipamento criado por Gabriel também detecta a presença de outros gases, como propano, metano e hidrogênio. O trabalho dele será exposto junto com cerca de 120 trabalhos na feira científica em Fortaleza, que vai reunir alunos do ensino infantil, médio, técnico e superior de todo o Brasil e da Argentina, Chile, Paraguai, México e Peru. Gabriel foi selecionado para expor o trabalho depois de se destacar entre cerca de 100 projetos e conquistar o primeiro lugar na edição 2018 da Feira de Rondônia Científica e de Inovação Tecnológica (Ferocit), promovida pelo Governo de Rondônia, na categoria Ensino Médio. Para a feira em Fortaleza, o aluno adicionou uma novidade: no caso de vazamento de gás, o sensor vai enviar uma mensagem pela Internet para o dono da casa, que assim fica sabendo do problema em tempo real. “No meu projeto consigo fazer o equipamento a um custo de R$ 80, o que facilita a oferta de equipamentos mais baratos do que os que existem hoje no mercado”, afirma. O preço de sensores de detecção de vazamento de gás já existentes no mercado pode chegar a R$ 1.200, segundo pesquisa feita pelo próprio Gabriel.

SETOR DE AUTOPEÇAS TERÁ UM NOVO MVA EM SETEMBRO

Como resultado de diversas reuniões entre o setor de autopeças, Governo do Estado e os deputados da Assembleia Legislativa, foi definido, na manhã da segunda-feira (28), um novo valor para a Margem de Valor Agregado – MVA de autopeças no Estado de Rondônia. Ficou acordado 

que, a partir de 1° de Setembro, o novo MVA passará de 35% para 50%. Em outros estados do País o percentual varia entre 40% a 71,78%, mas, depois de estudos e discussões, verificou-se que um reajuste maior no nosso estado, poderia significar um aumento das compras por via eletrônica, enfraquecimento do setor e até mesmo desemprego, na medida em que a grande maioria dos empresários são de pequeno porte. A percentagem negociada visa não criar um passivo para as empresas e atender à necessidade de não inviabilizar o mercado estadual de autopeças. O Conselheiro da Fecomércio/RO e Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos do Estado de Rondônia (Sindipeças), Osmar Santana, que participou das negociações desde o início, avaliou como uma vitória do bom senso a solução encontrada “Mostramos a real situação dos empresários de autopeças, e, houve, por parte do Governo, uma atenção e um entendimento da situação econômica que passamos, e temos, certeza, que o resultado foi proveitoso para todos os envolvidos”.

INSEGURANÇA PREJUDICA COMÉRCIO DE MANAUS

A questão da segurança volta a ocupar a preocupação dos amazonenses, em especial, com o registro dos 55 mortos num massacre em quatro cadeias do Estado, confirmadas pela Seap (Secretaria de Administração Penitenciária). O comércio também sofre com o aumento de casos de assaltos e estabelecimentos que fecham as portas mais cedo com a insegurança tem afetado em cheio empresários e causando prejuízos para os negócios na capital manauara. Mesmo, no centro, onde sempre há movimentação de militares na área, os assaltos são recorrentes, mas, o índice de violência no Amazonas imprime um cenário de insegurança maior ainda nos bairros. Muitos empresários acabam investindo em câmeras, como forma de prevenir e minimizar o problema e alguns estabelecimentos, diante da repetição dos assaltos, em especial mercados e bares, adotaram a prática de atender através de grades para ter segurança. A situação de Porto Velho é melhor, mas, nas Zona Leste e Sul não é muito diferente dos bairros de Manaus, pois, os estabelecimentos também costumam fechar mais cedo com receio de assaltos.

FRAUDES DIGITAIS NOS NEGÓCIOS ONLINE NO PAÍS ESTÃO ACIMA DA MÉDIA MUNDIAL

Em 2018, 72% dos negócios online do Brasil tiveram aumento de prejuízos devido ao avanço de fraudes digitais em suas operações. É o que revelou o Global Identity and Fraud Report (https://www.serasaexperian.com.br/pesquisafraude2019), pesquisa realizada pela Experian, que entrevistou mais de 1.000 empresas no mundo. O Brasil aparece como o terceiro maior entre os apurados – atrás somente dos Estados Unidos e do Reino Unido. O Brasil ficou 17% à frente da média global (55%) no levantamento realizado em 21 países que constataram aumento de perdas relacionadas a crimes virtuais no período de janeiro e dezembro do ano passado.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL –  JORNALISTA, ECONOMISTA E PROFESSOR

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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