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Trump anuncia plano de imigração com muro e sem ‘loteria dos vistos’

Baseado em quatro pilares, programa da Casa Branca prevê regularizar 1,8 milhão de ilegais e limitar entrada de parentes nos EUA

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, fez nesta terça-feira (30) o Discurso do Estado da União, uma espécie de balanço de seu primeiro ano no governo e do que virá nos próximos.

Temas como imigração, desemprego, terrorismo e as desavenças com a Coreia do Norte se destacaram em quase uma hora e 20 minutos de duração do discurso.

Imigração

Trump apresentou um plano de reforma da imigração baseado em quatro pilares.

O primeiro pilar seria dar cidadania para 1,8 milhões de imigrantes ilegais que foram levados aos EUA quando crianças. Trump disse que este número seria três vezes maior do que o do governo anterior.

— Com nosso plano, aqueles que atenderem aos requisitos de trabalho e educação, que mostrarem bom caráter, poderão se tornar cidadãos dos EUA.

O segundo pilar seria reforçar a segurança com a construção de um muro na fronteira com o México, tema que sempre dividiu opiniões durante sua campanha e em seu primeiro ano de mandato. Além disso, Trump disse que mais oficiais seriam contratados para garantir a segurança das fronteiras.

— Crucialmente, nosso plano fecha brechas exploradas por criminosos e terroristas para entrar em nosso país.

O terceiro plano acabaria com a “loteria de vistos”.

— Um programa que dá green cards de maneia aleatória sem preocupação com habilidades, méritos, ou segurança de nosso povo. É hora de caminharmos para um sistema de imigração baseado em mérito. Um sistema que admite pessoas que são talentosas, que querem trabalhar, que vão contribuir para nossa sociedade e vão amar e respeitar nosso país.

O quarto pilar causou polêmica e gerou vaias no Congresso. A ideia é acabar com a “migração em cadeia”.

— No quebrado sistema atual, um único imigrante pode trazer um número ilimitado de parentes distantes. Em nosso plano, focamos na família direta ao limitar subsídio para esposa e crianças menores de idade. Essa reforma vital é necessária, não apenas para nossa economia, mas para nossa segurança e nosso futuro.

Arsenal nuclear e Coreia do Norte

Trump pediu um aumento no arsenal nuclear dos EUA.

— Como parte de nossa defesa, precisamos modernizar e reconstruir nosso arsenal nuclear. Que nunca tenhamos que usa-lo, mas o tornando tão forte e poderoso que ele irá dissuadir qualquer ato de agressão. Talvez, algum dia no futuro, teremos um momento mágico em que todos os países do mundo vão se juntar para eliminar armas nucleares. Infelizmente, não chegamos lá ainda.

O presidente mencionou então as ameaças de países como a Coreia do Norte.

— Nenhum regime oprimiu seus próprios cidadãos tanto ou tão brutalmente quanto a cruel ditadura na Coreia do Norte. A imprudente busca da Coreia do Norte por mísseis pode muito em breve ameaçar nossa pátria. Nós precisamos apenas olhar para o caráter depravado do regime na Coreia do Norte para entender a natureza da ameaça nuclear que poderia representar para a América e nossos aliados.

Terrorismo e Guantánamo

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Trump falou do trabalho para lutar contra o terrorismo e pediu ao Congresso que garantisse que os EUA tenham todo o poder necessário para deter terroristas.

— No ano passado, eu prometi que iríamos trabalhar com nossos aliados para eliminar o Estado Islâmico da face da Terra. Um ano depois, tenho orgulho de dizer que essa união para derrotar o EI liberou quase 100% do território uma vez ocupado por esses assassinos no Iraque e na Síria, e em outras localidades. Continuaremos nossa luta até que o EI seja derrotado.

O presidente anunciou ainda que assinou uma ordem executiva para que a prisão de Guantánamo, em Cuba, continue aberta.

— Eu acabo de assinar uma ordem para o secretário Mattis [James Mattis, secretário de defesa] para reexaminar nossa política de detenção militar e para deixar abertas as instalações na Baía de Guantánamo.

Fechar Guantánamo foi um dos esforços do governo de Barack Obama.

Nacionalismo e união

Durante seu discurso, Trump pediu união e exaltou qualidades do povo americano.

— Ao longo do último ano, o mundo viu o que sempre soubemos. Nenhuma pessoa na Terra é mais destemida ou determinada que os americanos. Se há uma montanha, nós escalamos. Se há uma fronteira, nós cruzamos. Se há um desafio, nós o domamos. Se há uma oportunidade, nós aproveitamos. Vamos começar esta noite reconhecendo que o Estado de nossa união é forte porque nosso povo é forte.

O presidente dos EUA pediu que Republicanos e Democratas se unissem pelo povo.

— Nesta noite, eu chamo a todos para colocarmos nossas diferenças de lado, procurarmos terreno comum, e encontrarmos a unidade que precisamos para servir ao povo. Esta é a chave. Meu dever, como o dever de cada oficial eleito para esta Câmara, é defender os americanos, proteger a segurança deles, suas famílias, comunidades, e o seu direito ao sonho americano. Americanos também são sonhadores.

Trump continua o discurso com tom motivacional.

— Este é, de fato, nosso novo momento americano. Nunca houve um momento melhor para começar a viver o sonho americano. Para cada cidadão assistindo nesta noite, não importa onde você esteve ou de onde você venha, este é o seu momento. Se você trabalhar duro, se acreditar em si mesmo, se acreditar na América, então você pode sonhar qualquer coisa, ser o que você quiser. E juntos, podemos alcançar absolutamente qualquer coisa.

Infraestrutura e desemprego 

Trump alega que o desemprego atingiu o nível mais baixo em 45 anos durante seu primeiro ano no governo. Ele também disse que as populações afro-americana e latino-americana também vivenciam um momento de recorde, com número de desemprego mais baixo da história.

Outro tema abordado foi a infraestrutura pública nos EUA.

— Enquanto reconstruímos nossas indústrias é também chegada a hora de reconstruir nossa infraestrutura “esfarelada”. Peço aos dois partidos para se unirem para nos dar uma infraestrutura segura, rápida, confiável e moderna, do tipo que nossa economia precisa e nosso povo merece.

Trump pediu um investimento de US$ 1,5 trilhão (R$ 4,7 trilhões) para esta nova infraestrutura.

FONTE: R7.COM

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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