Brasil

Governo vai reduzir barreiras à importação de carros

O governo prevê que, em dois anos, 25% dos carros vendidos no Brasil sejam importados

Se o mercado automotivo brasileiro sofreu um baque nos últimos cinco anos, com recuo de 47% nas vendas, o nicho de importados perdeu ainda mais. Em 2011, os importados respondiam por 27,5% das vendas; em 2016, a fatia caiu para 9%. O número de carros importados vendidos caiu de 1 milhão em 2011 para 180.000 em 2016, queda de 82%.

O motivo, além da crise, é o programa Inovar-Auto, implantado pelo governo Dilma Rousseff em 2012, que sobretaxou os veículos vindos do exterior em 30 pontos percentuais extras de imposto sobre produtos industrializados. Desde então, marcas consolidadas e novatas como Jac Motors, Lifan e Chery rezam por uma boa notícia. Os dias de dureza, segundo apurou EXAME, estão perto do fim.

Segundo o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Igor Calvet, o governo divulgará o novo programa que regerá a indústria automotiva pelos próximos anos em breve. Segundo o MDIC, o programa está estruturado e depende apenas de questões burocráticas para ser anunciado. Os principais pontos foram obtidos com exclusividade por EXAME.

O programa é intitulado Rota 2030. Segundo Calvet, o mercado automotivo ganhou maturidade nos últimos anos e já é hora de reduzir a barreira de proteção. “Estamos afinando os detalhes, mas os 30 pontos percentuais de taxação de veículos importados vão cair. Ainda não posso afirmar se isso será zerado, mas a entrada de importados será facilitada”, diz. “Nossa expectativa é que os carros importados representem 25% das vendas de veículos no Brasil em dois anos”, diz Calvet.

Para atravessar a fronteira – a não ser que tenha vindo do Mercosul – um carro paga 65 pontos de IPI atualmente. A saída das importadoras foi apostar na cota de 4.800 carros, o limite máximo para que não haja a sobretaxação, o que culminou na queda brusca do volume de importados.

A notícia de que a barreira para os importados será afrouxada já começa a movimentar as montadoras que importam modelos, especialmente as chinesas. Na Jac Motors, o clima finalmente é de otimismo. A montadora marcou sua chegada ao país com o que chamou de Dia D, quando abriu 50 concessionárias de forma simultânea e chegou a vender 23.700 veículos em 2011. Atualmente não vende mais que 2.300, segundo dados da Abeifa, associação que representa as importadoras de veículos. Depois do balde de água fria nos últimos anos, que inclui até uma fábrica que não saiu do papel, a notícia da redução do imposto pode ser uma luz no fim do túnel. “A partir de 2018 vamos começar a vender o que tivermos capacidade de vender e não o que a cota nos limita”, diz Sérgio Habib, presidente da Jac Motors no Brasil.

Na Lifan o clima também melhorou. A montadora emplacou 2.000 carros até agosto deste ano, mas já tem planos ousados para o ano que vem e prepara novos modelos para trazer ao Brasil. Com fábrica na China, a companhia monta seus veículos no Uruguai para ter acesso facilitado ao Brasil e fugir da taxa. Segundo Sidney Levy, responsável pela relação comercial da Lifan no país, o portfólio será ampliado no próximo ano. “Finalmente vamos poder pensar com previsibilidade e trazer mais opções para os consumidores”, diz.

A Chery, que vendeu 21.800 carros em 2012, construiu uma fábrica em Jacareí e tem previsão de emplacar apenas 2.400 unidades neste ano talvez tenha sido uma das mais atingidas com a sobretaxação. Em nota, a companhia afirmou que não se pronunciará sobre a redução do posto enquanto o governo não divulgar as regras. A montadora disse ainda que não importa mais modelos e apenas comercializa o Celer e QQ, ambos fabricados na fábrica em Jacareí (SP), que funciona apenas em um turno.

Os resultados da proteção

Para Calvet, a tentativa de proteger a indústria nacional com o programa Inovar-Auto anunciado em 2012 foi válida para incrementar os investimentos locais. Segundo ele, a indústria automotiva aportou cerca de 5 bilhões de reais por ano em P&D durante o regime que finda em dezembro de 2017 – e elevou a capacidade produtiva do país para 5 milhões de unidades, com uma média de 450.000 unidades a mais para cada ano de regime. O problema é que menos da metade da capacidade está em uso atualmente: a previsão é que o Brasil produza cerca de 2,3 milhões de veículos neste ano.

Pesou para o novo programa a crise e a pressão da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em agosto, a OMC pediu que o Brasil retire subsídios industriais em até 90 dias após queixas da União Europeia e do Japão contra uma série de incentivos do governo a setores da indústria nacional.

O fato é que, fechada para o mundo, a indústria automotiva brasileira, apesar do aumento da capacidade, foi ficando para trás. “Reabrir o mercado para os importados significa estimular a competição entre as montadoras, que terão de produzir produtos mais tecnológicos, econômicos, eficientes e preparados para a exportação”, diz o secretário.

Atualmente, cerca de 30% dos veículos feitos no Brasil são exportados. Além de continuar brigando por novos acordos internacionais, o MDIC quer que os produtos feitos aqui tenham tecnologia para brigar de igual para igual em países da Europa e Estados Unidos. “O Inovar-Auto trouxe um ganho significativo em desenvolvimento. A meta de eficiência era de redução de 12,8% das emissões com base em 2011 e vamos terminar com 15,4%. Todas as montadoras cumpriram as metas”, diz Calvet.

É bom, mas é pouco. Agora, o plano, é que carros elétricos e híbridos ganhem destaque nos próximos anos. “Dessa vez vamos cobrar resultados efetivos antes de dar subsídios”, diz o secretário. Depois de cinco anos fechado para o mundo, o Brasil corre atrás do tempo perdido.

 

Fonte: Exame.com

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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