Brasil

Prefeito vistoria obras e lança mais asfalto na Ponta do Abunã

Em Maio, Prefeitura fez o lançamento de 6 km de asfalto na Ponta do Abunã. Agora está entregando 10km e prefeito anunciou mais 1,8km em Vista Alegre

Gratidão. Essa é palavra mais exata para expressar o sentimento dos moradores dos distritos de Extrema e Nova Califórnia para com o prefeito dr Hildon Chaves. As manifestações de agradecimento foram feitas na sexta-feira (29), quando o prefeito esteve mais uma vez na Ponta do Abunã para vistoriar as obras do asfaltamento urbano. Sem jamais ter prometido um metro de asfalto sequer durante a campanha, em maio o prefeito esteve nos dois distritos para fazer o lançamento de três quilômetros de asfalto em cada um dos distritos. Durante os trabalhos, o prefeito ampliou para cinco quilômetros em cada localidade, chegando a dez quilômetros.

Antigos moradores disseram que de uma só vez o prefeito dr Hildon está fazendo mais asfalto do que toda a pavimentação já feita desde a criação dos dois distritos. O prefeito visitou os três distritos, Vista Alegre do Abunã, Nova Califórnia e Extrema, acompanhado do vice-prefeito Edgar do Boi, do deputado federal Expedito Neto, dos secretários Tiago Beber, de Obras; Evaldo Lima, da Agricultura e dos vereadores Alan Queiroz e Marcio do Sitetuperon.

ESTRADAS

Em Nova Califórnia, a comitiva se reuniu com um grupo de pequenos produtores para tratar da situação das estradas rurais. Alguns manifestaram a preocupação com a possibilidade de perda da produção, principalmente de leite, devido as precárias condições de alguns ramais. O secretário Evaldo Lima explicou que até o final do ano passado, a responsabilidade pela manutenção das estradas na Ponta do Abunã era do DER, mas em dezembro veio uma ordem para desativar a residência rodoviária que existia no local e as máquinas foram retiradas.

Para piorar, o prefeito lembrou que ao assumir a prefeitura encontrou o parque de maquinário com apenas 25% dos equipamentos em condições de trabalhar. O restante estava avariado, sem condições de uso. De qualquer forma ele determinou aos secretários Beber e Lima que agilizassem as obras para atender aos produtores rurais. Lima disse que as máquinas estão em Abunã e tão logo terminem os serviços por lá, atenderão em Extrema e Nova Califórnia.

“Só aqui na região da Ponta do Abunã, temos 650 quilômetros de estradas vicinais. Ao todo, Porto Velho possui uma malha viária rural de 6.850 quilômetros. Nas condições em que recebemos nosso maquinário, chegaremos este ano no máximo à três mil quilômetros. Estamos recuperando o parque de maquinário para que no próximo ano possamos atender todas as linhas e ramais do município”, disse o prefeito.

VISTA ALEGRE

Tanto em Extrema quanto em Nova Califórnia o asfaltamento foi feito em ruas que já possuíam rede de drenagem, no entanto, a pavimentação nos dois distritos desencadeou uma onda de reclamações encabeçada pelo vereador Jacaré, representante de Vista Alegre. Para atender ao pleito o vereador, o prefeito concordou em asfaltar duas das principais ruas mesmo sem a rede de drenagem profunda, já que as ruas oferecem declividade suficiente para a drenagem superficial.

O prefeito se reuniu com moradores, a maioria alunos e alguns servidores municipais convidados pelo vereador Jacaré e anunciou o asfalto. Além do asfalto, o prefeito falou dos esforços para resolver outros problemas na saúde, educação e agricultura. Um dos grandes problemas da comunidade local está na saúde. Em dezembro, mais especificamente no dia 15 de dezembro, faltando 15 dias para o atual prefeito assumir, a gestão anterior retirou a ambulância que atendia ao distrito. Desde então os moradores ficaram sem um veículo para atender a eventualidade de uma emergência.

O prefeito dr Hildon explicou as dificuldades decorrentes da burocracia para a compra de novas ambulâncias. Segundo ele, quando um veículo desses sai do atendimento, seja por motivos de acidentes, seja por uma avaria qualquer, o município é obrigado a comunicar a baixa do veículo ao Ministério da Saúde. Ocorre que isso não era feito. Para o Ministério da Saúde, Porto Velho possui mais de 40 ambulâncias, quando na verdade possui seis funcionando bem.

O prefeito falou também das dificuldades de contratar médicos e odontólogos para residir na localidade. “Temos esses profissionais concursados, mas se forem convocados, preferem perder a vaga a ir morar nesses distritos. É uma situação desconfortável para todos, mas estamos fazendo todo o esforço possível para melhorar esse setor tão essencial”. A reunião já tinha terminado e o prefeito se preparava para seguir para Extrema, onde já estava com a agenda atrasada em cerca de uma hora, quando um grupo de servidores o cercaram para repisar a situação da saúde.

Devido o tom agressivo com que foi abordado, totalmente oposto à recepção em Extrema e Nova Califórnia, e por já ter explicado durante a reunião todas as dificuldades decorrentes de problemas que se arrastam há anos, o prefeito deixou o recinto para concluir a agenda. Um assessor parlamentar que gravou toda a reunião pelo celular, numa ação oportunista editou apenas o final da reunião, quando o prefeito já estava em pé, fora da mesa e se retirava para seguir para Extrema. O assessor disparou o vídeo editado nas redes sociais, como se o prefeito tivesse se retirado de uma reunião em andamento, quando na verdade já tinha sido encerrada.

De qualquer forma, o prefeito disse que iria se reunir essa semana com o secretário municipal da Saúde, Orlando Ramires, para tratar especificamente da situação de Vista Alegre.

Fonte: Assessoria

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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