Teia Digital

O problema da falta de infraestrutura não vai se resolver só com investimento privado – por Silvio Persivo

A vida não é um filme. “Existe algo mais importante que a lógica: a Imaginação. Se a idéia é boa, jogue a lógica pela janela” (Alfred Hithcook).

NOTA ELETRÔNICA DO PRODUTOR RURAL

Os agricultores inscritos no Cadastro de Produtor Rural (CAD-Rural) têm até o dia 29 de dezembro deste ano para atualizarem o cadastro eletrônico de suas inscrições. A revisão pode ser feita numa unidade de atendimento da Coordenadoria da Receita Estadual (CRE) nas prefeituras, na Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) e nos escritórios da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO). O coordenador geral da receita estadual da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Wilson Cezar de Carvalho, explicou que desde 1º de junho as CREs estão atualizando o cadastro, e que a partir dr 1º de julho a Emater, Idaron e prefeituras iniciarão o atendimento junto aos produtores em seus municípios. “O objetivo da ação é que até o dia 29 de dezembro os inscritos no Cad-Rural já estejam com a situação cadastral informada e emitindo a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica, Modelo 55 (NFe), via Portal do Contribuinte, pois a partir de 1º de outubro as prefeituras não emitirão mais o modelo 4 (papel)”, destacou Carvalho. A Nota Fiscal do Produtor Rural é o documento fiscal de emissão obrigatória pelo agricultor na circulação de bens e materiais relacionados com suas atividades e de mercadorias e produtos produzidos na sua propriedade ou em propriedade alheia, explorada sob contrato.

 XVI SEMINÁRIO REPENSANDO AS PRÁTICAS DE ENSINO DOS CURSOS DE LETRAS: INTERCULTURALIDADE

O XVI Seminário Repensando as práticas de ensino dos Cursos de Letras: Interculturalidade e ensino de línguas busca criar um espaço de discussão e de troca de saberes entre os alunos dos Cursos de Letras-Espanhol e de Letras-Inglês, da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Com o evento se pretende promover reflexões sobre a contribuição que os estágios dos Cursos de Letras podem trazer para a constituição dos significados e saberes construídos pelos licenciandos, como uma tentativa de compreender os modos da atuação docente. Este ano, o seminário está estruturado ao redor de uma temática específica: “Interculturalidade e ensino de línguas”, tratando de discutir as adversidades encontradas na promoção de um ensino intercultural, bem como os benefícios que tal prática pode acarretar. O XVI Seminário Repensando as práticas de ensino dos Cursos de Letras: Interculturalidade e ensino de línguas acontecerá entre os dias 11 e 14 de julho, no Auditório Paulo Freire, no Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail: [email protected] ou no local do evento. As vagas são limitadas. Mais informações estão disponíveis no link: http://www.repensando.dle.unir.br/ e [email protected].

MOSTRA SESC DE CINEMA EXIBE OS SELECIONADOS LOCAIS

Acontece nos próximos dias 29 e 30 de junho a Mostra SESC de cinema, no Audicine do Sesc Esplanada, em Porto Velho, a partir das 20h, com entrada franca onde serão exibidos os curtas metragens selecionados na etapa estadual: “Banho de Cavalo”, Sinfonia para o Teotônio”, “¿Donde Está Sancho?” e “[r]Existo!”. Serão 40 minutos de exibição seguidos dos debates: Curadoria e Produção de Simone Norberto e Marcela Bonfim no dia 29 e Produção Cinema Independente com Ariana Boaventura, Elizabete Christofoletti e Joeser Alvares no dia 30. A mostra visa contribuir para a difusão e fortalecimento da produção artística audiovisual nacional que não chega ao circuito comercial de exibição, promovendo discussão e intercâmbio entre realizadores, público, estudantes e críticos. As mostras estaduais são compostas por obras inscritas e selecionadas pelo Sesc Nacional no período de 21 de novembro de 2016 a 15 de janeiro de 2017. O Sesc, além de premiar os selecionados com um contrato de licenciamento para exibição pública, certificou os destaques de melhor roteiro, filme, direção de fotografia, desenho de som, direção de arte, direção de elenco, montagem, atriz e ator.

22º CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA-CBE

O 22º Congresso Brasileiro de Economia (CBE), promovido pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon) e pelo Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), é voltado para reflexão e debate sobre os principais aspectos que afetam a economia brasileira e mundial. O evento ocorrerá em Belo Horizonte, de 6 a 8 de setembro, e terá como tema “Desenvolvimento Econômico, Justiça Social e Democracia: Bases para um Brasil Contemporâneo”. Estarão presentes, além dos mais renomados economistas do País e palestrantes internacionais, especialistas, autoridades governamentais, estudantes e representantes dos principais segmentos da economia e da sociedade civil em geral. Já estão confirmadas as presenças do economista argentino Roberto Frenkel (Professor Honorário da Universidade de Buenos Aires) e do norte-americano Jan Kregel (Diretor do Programa de Mestrado em Teoria Econômica no Levy Economics Institute dos EUA). As inscrições já podem ser feitas por meio do site do Congresso, onde os interessados encontrarão todas as informações disponíveis, como programação e relação dos palestrantes. Confira as modalidades e os valores de inscrição no site do Congresso: www.cbe2017.com.br

 PARA EXECUTIVO GOVERNO TEM QUE INVESTIR EM INFRAESTRUTURA

Segundo o presidente-executivo da Abdib (entidade de infraestrutura e indústria de base), Venilton Tadini, o problema da falta de infraestrutura não vai se resolver só com investimento privado. Ele defendeu que o programa Avançar, o pacote de obras que podem ser concluídas até o fim de 2018, deve contar exclusivamente com investimento público. No seu entendimento, “Existe uma quimera de achar que só as concessões e o PPI [Programa de Parceria de Investimentos] vão resolver a questão. Não é verdade, até pelo estoque de estrutura na mão do Estado.” No caso das rodovias, por exemplo, 90% é controlado por governos, diz. A questão é que o governo, nas atuais circunstâncias, não tem capacidade de investimento, porém, segundo o executivo “Se há uma crise fiscal, é necessário realocar. A indústria está ociosa e ainda é preciso estruturar as concessões. Os liberais que me perdoem, mas, resta o Estado para recuperar a confiança.”

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by