Teia Digital

O Brasil está se recuperando da repercussão negativa após Operação Carne Fraca – por Silvio Persivo

 Foi o que disse para ela, mas, estava me enganando. “Quero que você se lembre de mim. Se você, apenas você, se lembrar de mim, não me importo que o resto do mundo me esqueça” (Haruki Murakami).

O TRIÂNGULO RENASCE, UM ESFORÇO DE CONSERVAÇÃO DA MEMÓRIA DA CIDADE

No sábado (06) aconteceu o início do projeto “O TRIÂNGULO RENASCE”, que tem como principal objetivo resgatar a história centenária do bairro Triângulo e a cultura guardada na memória dos pioneiros que ajudaram a construir o município de Porto Velho. A proposta visa em primeiro momento dar visibilidade ao bairro através da música, contos, poesias, além de fatos e fotos vivenciados por pioneiros deste bairro, provocando assim na sociedade a necessidade da valorização da história. E um esforço de  preservação da história que cabe a todos, e nós como arquivo vivos temos o dever de avivar na memória do povo de Porto Velho suas verdadeiras raízes. “Um povo sem história, não é povo, é bando”. Recebi o convite da Eva Aracy e não tive como ir lá, mas, considero o projeto indispensável e um exemplo a ser imitado.

DESTINOS TURISTÍCOS DA AMAZÔNIA

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, lançou a campanha publicitária Destinos Turísticos da Amazônia, durante o 14º Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, nesta sexta-feira (5), em Porto Velho. O objetivo é atrair turistas para a região, que reúne nove estados, três biomas e 34% das aves do planeta. A campanha atende ao apelo dos governantes da Amazônia Legal.

A concentração do pacote turístico está em ações focadas no ecoturismo, o maior potencial da região e preferido pelos turistas nacionais e estrangeiros, segundo pesquisa contratada pelo ministério, que aponta o interesse dos brasileiros em conhecer a Amazônia. O pacote contempla também a gastronomia, conectividade aérea e divulgações em aeroportos, sites de agências de viagens, entre outros espaços publicitários. As artes gráficas exploram o potencial amazônico, como os animais, rios e quedas d’água, matas, entre outros. As mídias devem ser exibidas a partir do próximo dia 9 em rede nacional. “Experimentei um filé de pintado, e aprovei. Recomendo”, disse o ministro Beltrão, referindo-se à gastronomia de Rondônia. Ele reconhece que o acesso aéreo à região custa caro ao turista, e é demorado. “O viajante perde muito tempo em conexões”, disse o ministro, que entende que voos fretados trazem resultados mais positivos no momento. Para o governador de Rondônia, Confúcio Moura, a falta de voos na própria região Amazônica é um contrassenso. “Para vir a Rondônia, um turista do Acre precisa ir a São Paulo primeiro. Esta integração é urgente na região”, disse.

11ª MOSTRA DE CINEMA DIREITOS HUMANOS

Porto Velho será mais uma vez contemplada com a Mostra de Cinema e Direitos Humanos, evento cultural nacional que acontece na capital de 16 a 20 de maio, no teatro do Sesc. É a 11ª Edição da Mostra, uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento (ICEM), produção local do CineOca, e patrocínio da Petrobras e do Itaú. A Mostra será realizada nas 26 capitais do País e no Distrito Federal, em centros culturais, instituições públicas e privadas e escola.  Criada em 2006, como uma das ações estratégicas da Secretaria Especial de Direitos Humanos para celebrar o aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, a Mostra Cinema e Direitos Humanos foi expandida ao longo dos últimos 10 anos, alcançando a América do Sul, Hemisfério Sul, e o Mundo.  A Mostra conta com diversos apoios locais, entre eles o da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR),

 

CRÉDITO AGRÍCOLA TERÁ O MESMO TAMANHO DA SAFRA ANTERIOR

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, admitiu que o volume de recursos públicos para o crédito agrícola na safra 2017/2018, a partir de 1º de julho, deve ser o mesmo do período 2016/2107, de R$ 185 bilhões. Este total tornado disponível pelo governo federal “estaria de bom tamanho” e não é a questão principal para o setor na avaliação do ministro, mas, sim, a abertura de um “espaço fiscal” para a redução dos juros. Segundo o ministro, na abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), “Estamos buscando um espaço fiscal para reduzir as taxas de juros, pois, a agricultura já pagou juros positivos de 3% ao ano e, a permanecer no pretendido, pagará 5% ao ano na próxima safra, o que não é condizente”. Os juros controlados pelo governo federal variam de 9,5% a 12,75% ao ano, que se tornaram caros por conta das quedas na inflação, projetada para em torno de 4,5% este ano, e ainda da taxa básica de juros, que caminha para ficar abaixo de 10% ao ano.

MERCADO DOS DRONES DEVE DOBRAR COM A NOVA REGULAMENTAÇÃO

A regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operações de aeromodelos, usados para fins recreativos, e de aeronaves remotamente pilotadas (RPAs, na sigla em inglês), voltadas à utilização comercial, corporativa ou experimental, no último dia 02 de maio, passou a garantir a segurança jurídica e operacional que o mercado tanto precisava. As normas e os procedimentos são passos fundamentais para a consolidação do setor, tendo um impacto significativo no crescimento do mesmo. Com a nova regra, a expectativa é que o mercado dobre de tamanho já nos próximos três anos, fato que repercutirá não apenas na geração de oportunidades de trabalho de alto valor agregado, mas, principalmente, na criação efetiva de milhares de empregos diretos e indiretos. Com a regulamentação, haverá demanda por projetos maiores. A partir de agora, importadores, fabricantes e prestadores de serviços brasileiros, sobretudo de pequeno e médio portes, entram num novo patamar de atuação, com garantia legal para fazer frente às iniciativas amadoras que geram produtos de baixa qualidade e que colocam em risco a segurança de cidadãos.

 

VENDA DE CARNE NO EXTERIOR ESTÁ SE RECUPERANDO

O Brasil ainda está se recuperando da repercussão negativa do escândalo revelado pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, em que fiscais sanitários foram flagrados em supostas irregularidades para liberar cargas para o consumo tanto que o destaque negativo no balanço mensal da Secex ficou por conta da carne bovina in natura, que teve o pior desempenho mensal desde abril de 2012. No mês passado, o país embarcou 70,2 mil toneladas do produto, uma queda de 29% ante março e recuo de 19% ante abril de 2016. Mas, as exportações de carne de frango in natura também recuaram para 293,5 mil toneladas em abril, uma queda de 15% ante março e de 22% ante abril de 2016. Já os embarques de carne suína totalizaram 44,5 mil toneladas no mês passado, uma queda de 19% ante o mês anterior e de 16% ante um ano antes. A recuperação deste mercado é importante para Rondônia que tem na cadeia da carne sua mais importante fonte de exportação.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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