Atualidades

Prefeito do Pizeiro: Léo Moraes corta 37 milhões da Saúde e 21 milhões da educação no orçamento de 2026 . e já pensa na próxima festa.

Saúde perdeu quase 37 milhões de reais, Educação perdeu mais de 21 milhões de reais , Receita prevista caiu 301 milhões milhões de reais.

A gestão do prefeito Léo Moraes em Porto Velho tem sido marcada por decisões que preocupam setores essenciais da administração pública.

Enquanto a população convive com filas em unidades de saúde, falta de medicamentos, postos precisando de reformas e escolas com infraestrutura precária, os dados orçamentários mostram uma redução clara nos recursos dessas áreas justamente no ano em que o município prevê R$ 301 milhões a menos de arrecadação em 2026 um cenário que amplia a crise social na capital rondoniense.

Em números comparativos, o orçamento para a Secretaria Municipal de Saúde, que em 2025 foi de aproximadamente R$ 538,7 milhões, foi reduzido para cerca de R$ 501,9 milhões em 2026 — corte de quase R$ 37 milhões. Já na Educação, o orçamento caiu de cerca de R$ 729,6 milhões em 2025 para aproximadamente R$ 708,1 milhões no ano atual  uma redução superior a R$ 21 milhões..

Ao mesmo tempo, a Prefeitura tem investido e promovido grandes eventos públicos e celebrações culturais no calendário oficial da cidade. Segundo informações já foram gastos quase 30 milhões em festas.

O prefeito também participou da tradicional Banda do Vai Quem Quer, considerado o maior bloco de rua da região Norte do país, reforçando presença em eventos carnavalescos que arrastam milhares de foliões.

Críticos afirmam que essa ênfase em eventos e celebrações, embora possa promover entretenimento e cultura, contrasta com a realidade de cortes orçamentários em áreas que não podem parar: saúde pública e educação.

 A redução de recursos no momento em que a previsão geral de arrecadação cai significativamente acende uma discussão acirrada: qual deve ser a prioridade de um gestor público em tempos de crise financeira e demanda social crescente?

Enquanto isso, moradores relatam dificuldades cotidianas, como falta de remédios nos postos, poucas equipes médicas disponíveis e turmas escolares sem estrutura adequada , reflexos de um orçamento que prioriza espetáculo em detrimento do atendimento básico ao cidadão. A oposição diz que lobbies, festas e palco não substituem o direito à saúde e educação digna, e que essa escolha política pode significar que o que já estava ruim vai, de fato, piorar ao longo de 2026.

Da  Redação folha Rondoniense 

 

Tags
WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com