Cidades

Governo de Rondônia busca minimizar impactos da crise hídrica com ações para garantir abastecimento de água

Quem transita pelo rio se depara com uma paisagem que assusta e preocupa, bancos de areia se sobressaem em trechos do curso do rio

O governo de Rondônia está atuando com comandos estratégicos para mitigar a crise hídrica no estado. Entre as ações estão o Decreto Estadual que declara situação de emergência estadual em virtude de estiagem e a criação do Comitê de Crise Hídrica, com ações integradas para garantir o abastecimento de água potável ao consumo humano e desenvolvimento do estado.

Participam do comitê; representantes da Defesa Civil, planejamento, economia, agropecuária, meio ambiente, vigilância em saúde, comunicação à distribuição de água, que estão engajados no que tange ao planejamento e execução de ações para minimizar os impactos da crise hídrica.

NOVO FLUXO DE ABASTECIMENTO

Durante a passagem pelo Baixo Madeira, o governador Marcos Rocha anunciou que, a Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (Seosp) tem trabalhado para melhorar o fluxo de abastecimento de água. O titular da Seosp, Elias Rezende explicou que se trata da ampliação da adutora de água, responsável por conduzir a água do ponto de captação até a estação de tratamento. Uma evolução que vai proporcionar o aumento em mais de 250% na captação, em relação ao sistema atual.

 

Nova adutora vai aumentar em mais de 250% a captação de água em relação ao sistema atual

“Estamos trabalhando para melhorar a qualidade da distribuição de água para toda Capital. Atualmente, o sistema conta com duas adutoras de 350 milímetros, e vamos substituir por uma adutora de 1.143 metros de tubulação, com diâmetro de 1.400 milímetros, captando água a 8 metros de profundidade e 2 mil litros por segundo, além da estação de tratamento novinha, praticamente pronta, prevista para ser entregue, em agosto”, afirmou o secretário da Seosp.

Ao endossar as ações do governo, o município também trabalha para resolver o abastecimento nos distritos. O titular da Superintendência Municipal de Integração Distrital (SMD) de Porto Velho, Heitor Santos Lozada ressaltou que, a união do estado com o município, também tem gerado providências para minimizar os impactos da crise hídrica nos distritos. “Já iniciamos as perfurações de cinco poços em Terra Firme, Papagaio, Demarcação e Calama, e estamos em processo de inicialização, graças ao Decreto Emergencial do estado de Rondônia, para perfuração de mais três poços nos distritos, inclusive um deles em São Carlos.”

ALINHAMENTO

 

Providência são tomadas pelo governo de Rondônia para defender a população em meio à crise hídrica

A situação é tratada com seriedade pelo governo de Rondônia e é pauta prioritária em reuniões em Brasília, a fim de alinhar ações com o governo federal que contribuam para assegurar a qualidade de vida da população em meio à crise hídrica.

“Estivemos no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o ministro garantiu que vai mandar recurso para manter a vida dos pescadores. Também conversamos com a diretoria da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a fim de resolver o quanto antes o problema da escassez de água que estamos vivenciando”, ressaltou o governador Marcos Rocha.

INDICADORES E DADOS AMBIENTAIS

  • Conforme dados do MapBiomas 2021, cerca de 55% do território rondoniense é composto por florestas.
  • De janeiro até setembro de 2023, Rondônia conquistou redução de 70% do desmatamento em todo o estado. O menor índice dos últimos cincos anos. Os dados foram obtidos pelo sistema Deter do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
  • A rede hidrográfica de Rondônia é representada pelo rio Madeira e seus afluentes, que formam sete bacias significativas: Bacia do Guaporé, Bacia do Mamoré, Bacia do Abunã, Bacia do Madeira, Bacia do Jamari, Bacia do Machado ou Ji-Paraná e Bacia do Rio Rooselvelt.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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