Cidades

Prefeito Hildon Chaves anuncia pavimentação de 56 ruas no bairro Nova Esperança

Uma nova via será aberta ligando a av. Rio Madeira com a av. Jorge Teixeira

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, anunciou na noite da última quarta-feira (28) um pacote de obras na região Norte da cidade, no bairro Nova Esperança, área onde estão concentrados diversos condomínios residenciais. Serão 56 ruas pavimentadas e uma nova via aberta ligando a av. Rio Madeira com a av. Jorge Teixeira.

A novidade foi apresentada para cerca de 20 síndicos de residenciais da região. Trata-se de um investimento de aproximadamente R$ 30 milhões, recurso próprio e execução direta da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (Semob).

“O Nova Esperança é um dos últimos bairros da região Norte que não tinha em sua totalidade pavimentação asfáltica. Um bairro muito populoso, com acesso a diversas áreas ao centro”, lembrou o prefeito.

Serão 56 ruas pavimentadas e uma via aberta ligando a av. Rio Madeira com a Jorge TeixeiraSerão 56 ruas pavimentadas e uma via aberta ligando a av. Rio Madeira com a Jorge Teixeira

Durante o anúncio do pacote de pavimentação também foi detalhada a proposta de abertura de uma via, a avenida Décio Bueno, criando um projeto de mobilidade urbana na zona Norte, interligando a av. Rio Madeira com a av. Jorge Teixeira e atravessando uma área da União e do Estado. A primeira etapa é a pavimentação do bairro e a segunda é voltada para mobilidade, criando essa avenida que vai ter um quilômetro de extensão e 60 metros de largura.

Segundo Edemir Brasil, secretário de Regularização Fundiária e Habitação (Semur), a ideia é desafogar o trânsito entre a av. Rio Madeira e Imigrantes, criando uma nova visão de mobilidade para a zona Norte, que hoje se encontra engarrafada nos horários de pico. “O Estado de Rondônia já autorizou, a União já autorizou, e a Prefeitura está com a parte documental pronta, então quando terminar a pavimentação do bairro Nova Esperança, é pegar essas máquinas e alocar nessa abertura da av. Décio Bueno”, disse Edemir, que também fez parte da reunião.

Prefeito celebra mais uma meta, superando os 700 quilômetros de asfaltoPrefeito celebra mais uma meta, superando os 700 quilômetros de asfalto

Os moradores da região que participaram do encontro receberam as notícias com satisfação. “Nós recebemos a informação que iria sair uma rua para melhorar a mobilidade de trânsito, que está muito sufocada aqui na região, mas não sabíamos como ia funcionar. Então eu convidei os outros síndicos para que tivesse essa reunião com o prefeito. Foi uma ótima notícia, porque nós sabíamos que ia ser, a princípio, a Décio Bueno, então nós estamos vendo que tem outras artérias também que vão interligar e essa parte não sabíamos”, comemorou Onildo Carvalho, síndico do condomínio Nova Alphaville.

Também participaram da reunião o Procurador Geral do Município, Luiz Duarte Freitas, o Secretário Geral de Governo (SGG), Fabricio Jurado, o subsecretário da SGG, Devanildo Santana, e o secretário da Semob, Diego Lage.

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA

Hoje a prefeitura está investindo mais de 240 milhões em contratos em pavimentação asfáltica. São obras como a Estrada dos Periquitos, os bairros Igarapé, Lagoa, Três Marias, Jardim Santana e outros. “São diversas obras ao mesmo tempo, inclusive hoje lançamos o pacote de obras de mais de R$ 6 milhões contemplando mais de 15 ruas nos bairros Três Marias e Cidade do Lobo”, destacou Diego Lage, enquanto o prefeito celebrava a superação de novos números em asfaltamento. “A Prefeitura bate mais uma marca também de asfaltamento aqui na capital, superando os 700 quilômetros de asfalto”, finalizou Hildon Chaves.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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