Resenha Politica

Terrorismo ultrapassou os limites em Rondônia; Governador na COP 27; Hildon reconhecido como um tocador de obras – Por Robson Oliveira

Já ultrapassaram todos os limites os atos terroristas perpetrados pelo movimento antidemocrático que reivindica um golpe para que o presidente eleito Lula não seja empossado. Rondônia ainda é o estado onde esses atos continuam acontecendo sem uma ação mais firme das autoridades para colocar ordem na esculhambação. Em Colorado do Oeste, por exemplo, os atos terroristas estão colocando a incolumidade pública em perigo depois que esses criminosos derramaram óleo no asfalto para provocar acidentes e, portanto, obstruir as rodovias.

 

PERIGO

O pior é que o óleo derramado na pista é no trecho que dá acesso ao Instituto Federal de Ensino por onde transitam diariamente milhares de jovens estudantes. É também a saída e entrada entre os municípios de Vilhena e Colorado e que possui um grande fluxo de veículos. O óleo é a prova indelével de que os financiadores do terrorismo partiram para ações criminosas com o objetivo de causar mortes e, por consequência, provocar o caos. 

 

MECA

Rondônia é um dos únicos estados da federação que os golpistas insistem com os atos terroristas. O protesto na frente dos quartéis, embora com palavras de ordem sugerindo ruptura constitucional, tem sido suportado uma vez que não coloca em risco a vida de terceiros, apesar das hostilidades contra jornalistas. Como os pedidos de golpe não estão surtindo os resultados que os articuladores dessa loucura coletiva almejam, o movimento passou a adotar o uso da força bruta como último recurso de serem atendidos. Ocorre que é um recurso caracterizado por atos terroristas o que exige das autoridades que sejam enquadrados adequadamente para que a ordem seja restaurada antes que uma vida inocente seja ceifada por ações nazifascistas. Rondônia não pode ser a meca da impunidade golpista. 

 

CARTA

Como não houve um desmentido público, é preocupante que o governador de Rondônia tenha ido a COP 27, no Egito, na companhia dos demais governadores da Amazônia legal, para ao seu final não assinar a carta amazônica e nem participar dos eventos com autoridades brasileiras que se compromissaram com as questões climáticas. Ao que parece é que a viagem serviu apenas como turismo pago pelo contribuinte rondoniense, visto que na prática não houve nenhuma contribuição dos nossos representantes nos debates e nem nas proposituras sobre os temas ambientais que nortearam o evento. 

 

IDEOLÓGICA 

Não é segredo para ninguém que o coronel Marcos Rocha segue piamente e cegamente as mesmas posições ideológicas do bolsonarismo sobre a preservação ambiental e não vai querer que o alinhamento político pela sustentabilidade do futuro governo federal seja replicado em Rondônia. Vamos passar por sobressaltos ambientais enormes nos próximos quatro anos porque está claro que os órgãos federais ligados às questões ambientais, diferente dos estaduais, serão firmes no combate ao desmatamento, à extração ilegal da madeira e ao garimpo nos rios e áreas de preservação. Independentemente das suas posições contrárias  à  preservação, Marcos Rocha será compelido a se enquadra na nova realidade do país sobre as questões amazônicas. Caso contrário, correrá o risco de ser afastado pela omissão na missão de defender o que dispõe a legislação ambiental. A coluna conversou com um técnico lulista (pediu anonimato) que está na transição federal e que alertou para os problemas que o governador pode vir a enfrentar. 

 

ALAGAÇÕES

Quem continua voando e sendo reconhecido como um tocador de obras é o prefeito da capital Hildon Chaves. Há obras em andamento na maioria dos bairros com a continuidade do programa de asfaltamento. Estamos chegando no período das chuvas e a cidade estará bem melhor que antes para enfrentar o período dos temporais, embora haja ainda problemas de alagações que precisam ser corrigidos pela prefeitura. Entretanto, isso exige da população também responsabilidade uma vez que as águas ficam represadas em vários bairros devido à ação irresponsável dos munícipes que jogam o lixo caseiro nas ruas, entupindo a tubulação pela qual as águas deveriam escorrer. 

 

COMPROMISSO

Merece todos os elogios a marca alcançada pela Energisa ao atender novecentas famílias pelo programa “Mais Luz para a Amazônia”. É um programa que a companhia colocou em prática e que atende famílias ribeirinhas e quilombolas que vão contar com energia limpa e sustentável em seus lares por meio de placas solares instaladas. São ações como essas que revelam o comprometimento da empresa com a inclusão social, um exemplo a ser seguido por outras empresas sediadas no estado. “O investimento é de trinta e quatro milhões e vai transformar vidas desde o Baixo Madeira até o Guaporé”, comemorou André Theobald, diretor-presidente da Concessionária. 

 

AMBIENTAL

Além do conforto que a energia limpa levará às pessoas, a dependência de geradores movidos a diesel para a produção de energia elétrica causava impactos ambientais nocivos a todos já que a partir de agora a energia será produzida por placas solares. É uma colaboração com a responsabilidade ambiental e com a sustentabilidade. 

 

EXPECTATIVA

Para o próximo ano a companhia vai intensificar essas ações e a expectativa é de que o programa continue sendo desenvolvido em Rondônia. “Percorremos centenas de quilômetros de barco e carro impulsionados pela vontade de transformar vidas. Com a energia para essas comunidades históricas do estado a Energisa beneficia quem dela precisa e resgata uma dívida histórica com as comunidades ribeirinhas e quilombolas”, observou André. Mais uma   vez a coluna abre esse espaço para comentar ações empresariais que demonstram ser possível compatibilizar a exploração de um filão econômico com responsabilidade social. Principalmente de uma empresa que desembarcou no estado de uma forma predatória e que, com o passar do tempo, passou a ser uma empresa que respeita nossas raízes com boas ações, bem diferente de como chegou aqui. Razão pela qual a coluna tem registrado e cobrado as boas ações da Energisa

AUTOR: ROBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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