Resenha Politica

Tudo indica que o governador reeleito Marcos Rocha (União Brasil) montará um governo de conciliação com os parceiros políticos que o ajudaram na campanha eleitoral – Por Robson Oliveira

A seccional rondoniense da OAB manifestou publicamente inconformismo com decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo bloqueio de perfis em redes sociais de cidadãos que contestam o resultado das eleições

MEQUETREFE 

Embora ainda haja uma histeria entre os extremistas que continuam revoltados com o resultado das eleições presidenciais, o golpe mequetrefe que tanto exigem nos movimentos antidemocráticos país afora perdeu de vez a força com o relatório feito pelos militares e enviado ao TSE atestando que não houve fraudes nas urnas eletrônicas. Nos grupos golpistas, o anúncio do relatório causou tristeza e indignação. Para eles, o que importa é que Lula não seja empossado, independente de que a vitória tenha sido limpa e legal.  

OVACIONADO 

Lula é a autoridade mundial mais esperada na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que acontece no Egito. Vai ser ovacionado pelos principais chefes de estado que estarão presentes ao evento, mesmo antes de ser empossado na Presidência do Brasil. Com seu retorno à presidência, o Brasil volta a ser protagonista nos fóruns internacionais sobre mudanças climáticas, o que pode ajudar muito nas transações comerciais de produtos oriundos do agronegócio brasileiro, o mesmo agro que hoje financia os movimentos antidemocráticos para impedir a posse de Lula. Em pouco tempo esse movimento ficará circunscrito a uma turma de fanáticos que vai servir de meme para conteúdo de chacotas. Enquanto isso Lula receberá as ovações do mundo civilizado.  

INFLAÇÃO 

Como adiantou a última coluna de terça-feira, os preços dos alimentos no país começam a disparar e a inflação voltou a subir depois de meses com a economia em deflação. Nas próximas semanas as taxas públicas vão aumentar também e vão ser reajustadas com índices próximos aos vinte por cento devido à interferência das eleições nacionais. Até o final do ano a conta vai chegar salgada ao contribuinte em razão dos custos da produção da energia, gasolina, telefonia, entre outros itens dos serviços públicos. A vida custará mais cara para todos nós.  

CONSENSOS  

Tudo indica que o governador reeleito Marcos Rocha (União Brasil) montará um governo de conciliação com os parceiros políticos que o ajudaram na campanha eleitoral, uma disputa que não foi fácil de vencer. Ao mudar o comportamento do primeiro mandato em que se fechou para governar com pouquíssimos atores políticos, Rocha sinaliza para um governo mais aberto à política e deixa o isolamento que permeou seu primeiro mandato. É perceptível que o governador está mais leve, solto e à vontade para fazer um governo mais conectado com a realidade. Pode ser que seja apenas uma volúpia depois de um resultado eleitoral intenso, contudo o segundo mandato é muito mais complicado que o primeiro e exige do governante muita saliva para conseguir consensos para que os projetos sejam implementados e o governo possa fluir com tranquilidade. E o sucesso depende de conciliar as divergências numa administração em harmonia com os parceiros que colaboraram na vitória.  

CONTESTAÇÃO 

A seccional rondoniense da OAB manifestou publicamente inconformismo com decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo bloqueio de perfis em redes sociais de cidadãos que contestam o resultado das eleições. Pasmem os leitores, que a OAB nacional, além de inúmeros organismos internacionais, atestou a idoneidade das eleições brasileiras, mas o seccional estadual critica a justiça eleitoral por impedir tais contestações. E impede, diga-se a verdade, porque partem de comprovadas mentiras para dar sustentação a movimentos golpistas. A contestação revela que nossa seccional está desconectada da realidade. Nem os militares endossaram esta horda de negacionismo eleitoral e evitaram apoiar as manifestações dos extremistas golpistas contra o resultado das urnas. 

FAKE 

As postagens e conteúdos que a Justiça Eleitoral mandou retirar das redes alimentavam os grupos radicais com fake news, o que nem de longe significa censura. Tudo o que parte de uma premissa mentirosa – e as supostas fraudes nas urnas nunca restaram comprovadas -, não pode ficar impune senão reproduziria o ódio. Razão pela qual o TSE agiu de forma enérgica para evitar que tais boatos alcançassem o caos que os extremistas desejavam. Isso a nota da seccional optou por omitir para não causar mal-estar entre membros ideologicamente alinhados aos insurretos.  

RECALL 

O bom da democracia é que a cada eleição o cidadão pode mudar o voto conforme perceba que seu escolhido não tenha sido um bom gestor e um político digno da sua confiança. Nos conselhos profissionais também é possível corrigir o voto a cada nova eleição. Este escriba lamenta apenas que não tenhamos o instituto de recall para corrigirmos antecipadamente apoios declarados. Paciência, aguardar até a próxima eleição para que o recall seja exercido. Principalmente quando a gestão vira uma confraria de privilegiados que olha os semelhantes como desiguais. Ademais, a alternância de poder sempre é saudável para a democracia, em especial numa instituição com a história da OAB.  

EDILIDADE 

Falando em representação profissional, Roneudo Vieira, representante da enfermagem, assume hoje a vaga de vereador na capital, aberta com a renúncia de Vanderlei Silva. Na edilidade o representante da categoria promete defender as bandeiras da enfermagem que tem se esmerado nacionalmente na defesa de um piso mínimo salarial digno da profissão do cuidar.   

ASFIXIA  

Os órgãos de repressão estão fechando o cerco na garimpagem ilegal que tem causado danos ambientais enormes à flora, fauna e aos recursos hídricos de Rondônia. A partir do próximo ano, com os órgãos ambientais voltando a agir nas quatro linhas da Constituição, o combate inexorável à depredação ambiental e exploração vegetal será ainda mais forte. O setor produtivo, dado à invasão de reservas, também vai ser bem controlado. A tendência é que a ex-senadora Marina Silva assuma o ministério do Meio Ambiente, uma crítica contumaz do atual modelo de exploração agrícola e aurífero da Amazônia.  

DESMONTE 

Há um desmonte jurídico propositalmente articulado nos meios políticos para avançar sobre as áreas de preservação e conservação ambiental em Rondônia. A situação não está pior em razão da reação do Ministério Público estadual que tem interposto ações de inconstitucionalidade contra essas normas criadas ao arrepio da carta maior e que tentam avançar sobre as áreas protegidas por lei. Podem espernear, mas esta turma predadora não vai conseguir manter as práticas a partir de janeiro.  

DESCARBONIZAÇÃO

Uma boa notícia empresarial para Rondônia é a programação da Energisa para desligar mais uma termelétrica (a 13ª), em dezembro, passando a ser o maior programa de descarbonização do país. Com o desligamento, o estado para de queimar dezenas de barris de diesel, melhorando as condições ambientais. E o funcionamento da companhia passa a ser totalmente interligado ao sistema nacional. Essa interligação garantirá segurança energética, estabilidade da rede e a ampliação da energia ofertada: o que incrementa a economia local. A descarbonização representará também a emissão na atmosfera de menos 293 mil toneladas de dióxido de carbono. Hoje é uma das empresas que  mais cria postos de trabalho em Rondônia.

ANIVERSÁRIO

A Energisa completou em outubro passado quatro anos na distribuição de energia no estado. Há uma compreensão equivocada sobre a importância da empresa desde que começou a combater o furto da energia uma vez que esta prática termina penalizando todos os consumidores já que os prejuízos são rateados. Houve ainda uma transformação energética com a construção de 74 subestações propiciando aumento na capacidade de fornecimento aos lares rondonienses. A companhia tem também que comemorar a conquista pela certificação da consultoria global Great Place to Work, como uma das melhores empresas para se trabalhar nacionalmente. Trata-se de uma das mais importantes certificações do mundo empresarial. Um programa consistente de políticas compensatórias está em prática com investimentos de recursos nas áreas públicas, a exemplo de insumos hospitalares, além de Unidades de Terapia Intensiva durante a pandemia, beneficiando inúmeras pessoas acometidas pela Covid. 

AUTOR: ROBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

* A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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