Teia Digital

Copa do Mundo vai ser um gatilho para vendas de fim de ano – Por Silvio Persivo

E lá vamos nós. “Mais do que coragem é necessário ousadia para mudar a rota quando os ventos não nos são favoráveis” (Edna Frigato).

O MELHOR DE PORTO VELHO

A Prefeitura Municipal de Porto Velho anunciando que, como parte do incentivo ao turismo, desde sábado (15) vem mostrando os  pontos turísticos da capital de Rondônia por meio do projeto “O Melhor de Porto Velho-  Terra dos Bravos Pioneiros”. A cada semana, a prefeitura mostrará ao público, nas suas páginas no youtube, o que há de mais atrativo no município. Segundo a secretária Glayce Bezerra (Semdestur), “A ideia é que, a cada sábado, o público possa conhecer um pouco mais da nossa história, das belezas naturais, gastronomia e entretenimento, entre tantas outras belezas que as pessoas desconhecem ou conhecem apenas parcialmente”. No primeiro episódio foi veiculada a Casa Avião, construída por Gerardo Benedito de Araújo, um cidadão apaixonado por aeronaves desde criança, que criou uma casa na Estrada Areia Branca, quilômetro 13, na região Sul de Porto Velho, onde mora com a esposa, inspirado em uma aeronave. Sem dúvida  uma excelente iniciativa.

COPA DO MUNDO VAI SER UM GATILHO PARA VENDAS DE FIM DE ANO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estimando que a Copa do Mundo de 2022, que se inicia no dia 20 de novembro, no Catar, irá movimentar R$ 1,48 bilhão em todo o país. Em Rondônia, a Fecomércio/RO, estima que irão ser movimentados cerca de R$ 18 milhões, que podem ter resultados maiores ainda com a simultaneidade com a Black Friday. A projeção nacional está 7,9% acima do volume registrado na Copa de 2018 (1,37 bi). Os segmentos de móveis e eletrodomésticos, seguido por eletroeletrônicos e artigos pessoais, devem puxar as vendas do varejo- a expectativa de faturamento é de R$ 535 milhões e R$ 332,6 milhões, respectivamente. Em setembro, as pesquisas por smart TVs em lojas online cresceram 6,7% em comparação a agosto. Nas Copas anteriores, a alta foi de 5,3% (2018) e 6,3% (2014).  A importação de aparelhos no terceiro trimestre deste ano mais que triplicou em relação ao mesmo período do ano passado – foram USD 2,41 milhões. A queda nos preços (- 3,2% de janeiro a agosto, segundo IPCA)  e a Black Friday devem levar os consumidores às lojas em novembro e dezembro.

 

ATÉ O FIM DO ANO SE ESTIMA A CRIAÇÃO DE MAIS DE 2 MILHÕES DE NOVOS EMPREGOS

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) o Brasil registrou um saldo de 278,6 mil empregos no mês de agosto. O saldo do Caged acumula 1,853 milhão de vagas no ano. A abertura líquida de vagas  com carteira assinada em agosto foi novamente puxada pelo desempenho do setor de serviços, com a criação de 141.113 postos formais no mês. Em seguida, veio a indústria geral, que abriu 52.760 vagas.  Já o comércio teve um saldo de 41.886 vagas, enquanto houve um saldo de 35.156 contratações líquidas na construção. Na agropecuária, foram criadas 7.724 vagas no mês. A tendência é que, pelo menos, mais 2 milhões de pessoas sejam empregadas até o final do ano. Já os profissionais autônomos somam 24,8 milhões de brasileiros. O Brasil apresenta uma onda de empreendedorismo depois da pandemia. Trata-se de um crescimento de 4,2% comparado ao trimestre anterior e corresponde a 28,3% de toda a população ativa no mercado de trabalho, segundo o IBGE.

INFLAÇÃO CAI MAIS E PIB SOBE LIGEIRAMENTE

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, teve mais uma queda de 5,71% para 5,62% para este ano. É a 16ª redução consecutiva da projeção. Para 2023, a projeção da inflação permanece em 4,97%. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,43% e 3%, respectivamente. Já a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano foi de 2,7% para 2,71%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto é de crescimento de 0,59%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro estima uma expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente. Os dados são do Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente, pelo Banco Central com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

MANIFESTO DA ECONOMIA DIGITAL

A Câmara Brasileira da Economia Digital vai participar da segunda edição do Encontro Latino-Americano de Economia Digital, que acontece entre os dias 19 e 21 de outubro, de forma híbrida: online e presencialmente, em Montevidéu (Uruguai). Leonardo Palhares, presidente da camara-e.net, participará do encontro das câmaras; e Igor Luna, palestrará em dois painéis. Paralelamente ao evento, em 18 de outubro, as Câmaras da Economia Digital de países da América Latina, entre eles Uruguai, Argentina, Colômbia, Peru e Brasil, representado pela camara-e.net, se reunirão para discutir a formação de aliança regional e propor uma agenda pelo desenvolvimento da Economia Digital no bloco. Durante o encontro, a Associação Latino-Americana de Internet (ALAI) apresentará o Manifesto da Economia Digital, documento co-assinado pela camara-e.net, entre outras entidades representativas do setor de países latino-americanos, na forma de uma declaração pública de princípios e intenções da indústria e do setor privado, em defesa da inovação e do desenvolvimento de novos serviços e tecnologias para estabelecer uma visão estratégica do futuro que sirva de motor para a América Latina.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIIGTAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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