Teia Digital

Nem os ovos nem o coelhinho da Páscoa escaparam da alta dos preços – por Silvio Persivo

Auto-profecia otimista. ”No caminhar da vida nem sempre o caminho será leve, mas Deus sempre nos dará sapatos adequados” (Wânia Silva).

COLAÇÃO DE GRAU DAS TURMAS DE ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA

Numa cerimônia simples, mas, ao mesmo tempo, carregada de simbolismo e de emoção as turmas de Administração e Ciências Econômicas colaram grau no último dia 23, quarta-feira, no Auditório da OAB/RO. A reitora Maria Berenice Alho da Costa Tourinho presidiu o evento com a ajuda da Prof. Dra. Gleimiria Batista da Costa, diretora do Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas (NUCSA), dos chefes de Departamento de Ciências Econômicas, Neima Quele Almeida da Silva, de Administração, Carlos Augusto Malty e a de Ciências Contábeis, Professora Doutora Sandra da Cruz Garcia do Espírito Santo Aguiar. No seu discurso a Dra. Gleimiria destacou o relevante trabalho desenvolvido pelas chefes de Departamento, Neima Quele e Sandra da Cruz, diante das dificuldades que os cursos enfrentaram sem descuidar de mencionar também o apoio da reitora que, inclusive, esteve em Brasília, no dia anterior, para poder obter permissão para reabrir o vestibular para Ciências Econômicas ainda neste semestre. Ambas as professoras são formadas na própria Unir e já fizeram jus ao que pediu, no seu discurso, a reitora Berenice que disse se orgulhar da instituição por sua qualidade e por ensinar, o que esperava dos novos formandos, que trabalhassem por uma sociedade melhor.

20 ANOS DE MAGISTÉRIO

A citação feita ao trabalho da Professora Doutora Sandra da Cruz Garcia do Espírito Santo Aguiar foi feita num momento particularmente feliz. Sandra já possuía, quando se formou, em 1994, na Unir, em Administração, formação em Engenharia Civil na Universidade Federal de Pernambuco, e, logo depois, em 1996, iria se tornar professora e, posteriormente, chefe de Departamento de Administração e de Ciências Sociais, além de ter participado, como presidente, da criação do curso de Engenharia Civil da nossa universidade. É também a única doutora em Métodos Quantitativos da Unir. Ao completar vinte anos de magistério honra sua carreira trabalhando ativamente, e com sucesso, para reestruturar o Departamento de Ciências Contábeis. Sem favor nenhum, e apenas reconhecendo o que fez na sua trajetória, pode-se dizer da professora que é uma profissional multifuncional ou polivalente, aquela apta ao exercício de diversas atividades. É um exemplo vivo do resultado da competitividade e da instabilidade vividas pelas pessoas e organizações, que obriga os profissionais deste novo milênio a atuar multifuncionalmente.

UAI AGORA OFERECE AÇAI

Não experimentei ainda, mas, pela qualidade dos pratos de peixe, penso que deve ser mesmo de boa qualidade o açaí cremoso, em pote com 350ml, que

as lojas Uai Pratos de Pescados passaram a ofertar por apenas R$ 7,00. Hoje as lojas se encontram em cinco pontos: – Rua Marechal Deodoro, 1956 (frente ao hospital prontocordis); Rua General Osorio, 255 (Ao lado do Tudo Aqui – antigo Shopping Cidadão);Rua Prudente de Moraes, 2519 (entre 7 de Setembro e Almirante Barroso; Av Farquar, 2833 (frente ao SENAC); Rodoviária de Porto Velho (box 2) e no endereço original na Av Alexandre Guimarães, 1479 (entre Campos Sales e Almirante Barroso. Também entregam em qualquer lugar de Porto Velho. Telefones: (69) 4141-2201 ou 9220-8770

 

COMÉRCIO DE MINIMERCADOS

No próximo dia 29 de março, às 19 horas, no auditório do Sindicato do Comércio Atacadista de Rondônia-SINGARO, numa promoção em conjunto com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia e Associação dos Supermercados de Rondônia-Asmeron, com o apoio do Sebrae/RO, será apresentado  o Projeto “Comércio de Minimercados” que pretende promover o fortalecimento dos minimercados de Porto Velho por meio do aprimoramento da gestão empresarial e da experiência de compra dos clientes. Serão ministradas quatro palestras: “A Importância do Layout” – Vinícius Pontes; “Tributação para Minimercados” – Ronaldo M. Hella; Tecnologia de Gestão – Gyovanny Souza; e “Projeto PVH-Comércio de Minimercados” – Telmo Neves.  A sede do Sindicato do Comércio Atacadista do Estado de Rondônia (Singaro) é na Avenida Guaporé, 3427, próximo à avenida Amazonas, bairro Nova Porto Velho. Vagas limitadas. O telefone para mais informações e contato é 3225-0171.

 

 

RECESSÃO BATEU NOS OVOS DE PÁSCOA

Nem os ovos nem o coelhinho da Páscoa escaparam da  alta dos preços. A verdade é que os preços dos ovos de Páscoa, na comparação com o ano passado, estão muito mais caros o que afasta os consumidores.  Razões exitem como o aumento dos juros e a inflação, vilões que provocam o aumento dos preços. Mas, também o Governo é um dos principais culpados pelo menor consumo de ovos de Páscoa. Não só pela inflação e o desemprego, mas, também, segundo o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, pela mudança da carga tributária que representava apenas R$ 0,10 por kg de chocolate e, agora,  representa 5% da venda, sendo que, a média de tributos pagos no chocolate atingiu 38,6%, ou seja, mais de um terço, na medida em que é considerado supérfluo, prejudicando as compras.

INFLAÇÃO DE ALIMENTOS CONTINUA ACELERADA

Segundo o IGP-10, que compara os preços médios do dia 11 de um mês ao 10 do seguinte, em relação a igual período anterior, indicou alta de 1,78%,  em março, dos produtos agropecuários. No período imediatamente anterior, a alta havia sido de 2,72%, conforme dados da Fundação Getúlio Vargas.
Mas, apesar da recessão da economia brasileira e do período de safra para vários produtos, a inflação dos alimentos continua acelerada, de vez que os
preços médios dos produtos agropecuários praticados no mercado atacadista acumulam alta média de 19% em 12 meses. E parte dessa elevação ainda não foi repassada para o consumidor final. Esta alta ocorre porque o mercado agropecuário traz para dentro do país a pressão das exportações. A boa procura pelos produtos brasileiros e a desvalorização do real inflaram os preços internos. O açúcar, por exemplo, teve alta de 51% nos últimos 12 meses, conforme acompanhamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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