Teia Digital

Mais de Dois milhões de empresas foram abertas no primeiro semestre de 2022 – Por Silvio Persivo

Se ele diz que tudo é sonho…“Todos os movimentos e intenções da vida, desde a simples vida dos pulmões até à construção de cidades e a fronteiração de impérios, considero-os como uma sonolência, coisas como sonhos ou repousos, passadas involuntariamente no intervalo entre uma realidade e outra realidade…” (Fernando Pessoa),

PROMPERU E FECOMÉRCIO/RO BUSCAM PROMOVER O INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL/PERU

Na última terça-feira (23) na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Rondônia (Fecomércio), o vice-presidente da Fecomércio Rondônia, Júlio Gasparelo, recebeu os representantes do setor empresarial do Peru para tratar do intercâmbio comercial entre os dois países.

O diretor de Promoção de Exportações e Investimentos PROMPERU/ Brasil, Percy Sanchez, fez uma exposição dos produtos andinos que são exportados para o Brasil, desde frutos e vegetais, condimentos, bebidas, vestuários, siderurgia, máquinas e equipamentos para a construção civil, dentre outros seguimentos.  Para Júlio Gasparelo, é preciso aproveitar melhor a ligação entre Brasil e Peru através de rodovia, porque as oportunidades de negócios tornaram-se mais facilitadas. E o Estado de Rondônia possui oportunidades de negócios promissoras, considerando sua produção de peixes, carnes, grãos, suínos, além das atrações turística do nosso Estado.

 

TURISMO AQUECE E ACRE INSTALA O CETUR

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo- CNC estima que o crescimento do turismo este ano será de 4,3%  em relação a 2021, em especial por conta da tendência de atendimento à demanda reprimida nos últimos anos. A entidade informou que a perspectiva é de que o turismo brasileiro recupere o nível de ocupação de antes da pandemia a partir do início das contratações para a próxima temporada, encerrando 2022 com 319,4 mil postos de trabalho criados.  A retomada do turismo, que se acreditava que somente se daria ao final de 2024 e início de 2025, anima o setor, principalmente com a chegada do final de ano. Um dos sintomas de que o setor anda animado é a movimentação feita pelo CONETUR, o conselho do trade turistíco em Rondônia, que tem procurado ampliar o número de voos, as rotas da Amazônia e implantar o projeto Vai Turismo, mas também o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC foi a implementou o seu Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade-CETUR com o ideal comum desses conselhos de propor políticas públicas voltadas para o Turismo. O coordenador de turismo da Fecomércio-AC e coordenador da  Cetur no Acre, João BoscNunes, afirmou que “Com o Cetur, iremos ter a retomada do Turismo com  todo o gás, principalmente neste período em que verificamos a volta de alguns setores após a pandemia. O Cetur é mais uma ferramenta para darmos continuidade a esta retomada”.  

 

MAIS DE 2 MILHÕES DE EMPRESAS FORAM ABERTAS NO 1º SEMESTRE DE 2022

A Contabilizei, uma das maiores empresas especializadas em contabilidade  e líder em abertura de empresas, fez um levantamento, a partir de dados da Receita Federal, para mostrar o cenário de abertura de empresas do país, constatando que foram abertas, no 1º semestre de 2022, mais de 2 milhões de micro, pequenos, médios e grandes negócios. Um acréscimo de 0,02, na comparação com o primeiro semestre de 2021, quando foram abertas 2.016.078 novas empresas, enquanto 2.016.481 foi a quantia dos seis meses deste ano. De 2.016.481 milhões de empresas abertas no Brasil, 78,48% são MEIs (microempreendedores individuais), o equivalente a 1.582.628 mil CNPJs. Enquanto 21,52%, o equivalente a 433.853 mil, são não MEIs (microempresas, empresas de pequeno porte, empresas de grande porte). O mês de maio apresentou o maior registro de empresas não MEIs realizadas no primeiro semestre, somando o total de 79.880 novos CNPJs abertos. O número supera o mesmo recorte de 2021 também. O setor de serviços representou mais da metade do total de CNPJs abertos no primeiro semestre, com 60,41%, seguido por comércio e indústria, nesta ordem.  Considerrando a situação mundial desfavorável é um grande resultado na medida, também, que, nos últimos anos, poucas vezes o Brasil alcançou a marca de 2 milhões num semestre.

DISCURSO DO FED CONTRA INFLAÇÃO CAUSA QUEDA NAS BOLSAS

O discurso do presidente do banco central dos EUA, Jerome Powell, no Simpósio Jackson Hole,  deixando claro que o banco central norte-americano irá controlar a inflação, mesmo que isso traga o risco de uma recessão e que sua meta é a de trazer a inflação para a meta de 2% (acumulou, em julho, uma alta de 8% em 12 meses) derrubou as bolsas do mundo inteiro. Depois do discurso os índices americanos Dow Jones recuaram 1,82%, o S&P500 cair 2,13% e Nadaq 2,7%. O  mercado brasileiro recuou caindo 1,16% para 112.218 pontos. É o resultado esperado com o discurso duro de que o combate à inflação será feito custe o que custar.

 

 

ENERGIA SOLAR É A TERCEIRA MAIOR MATRIZ ENERGÉTICA DO PAÍS

O Brasil ultrapassou mais uma nova marca histórica, a de 18 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, ou seja, agora  o setor representa 8,5% da matriz elétrica do país. Segundo mapeamento, de janeiro a agosto deste ano, a energia solar teve um crescimento de 38,4%, saIndo de 13 GW para 18W. E, nos últimos 90 dias, tem crescido um GW por mês, o que tornou a fonte a terceira matriz elétrica brasileira. A fonte solar teve mais de R$ 93,7 bilhões em novos investimentos, R$ 25,4 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 540,5 mil empregos acumulados desde 2012. Com isto, também evitou a emissão de 26,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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