Teia Digital

3ª Edição do Festival do Tambaqui será internacional – Por Silvio Persivo

Só o presente importa. “A única história que vale alguma coisa é a história que fazemos hoje” (Martin Ford).

3ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DO TAMBAQUI SERÁ INTERNACIONAL

Anunciado que, no dia 4 de setembro, será realizada a 3ª edição do Festival do Tambaqui da Amazônia, o maior evento de peixe assado do mundo, que, este ano, será internacionalizado, de vez que, mais de 15 mil bandas de tambaqui seráo assadas em Porto Velho e nas nove capitais da Amazônia Legal, bem como em Nova Iorque, nos Estados Unidos, visando expandir o mercado do tambaqui, incentivar o seu consumo e consolidar a cadeia produtiva da piscicultura. Em Rondônia, as vendas dos tíquetes de participação, que custam R$ 20,00, já podem ser adquiridos nos escritórios da Emater – nos municípios e em Porto Velho, ou na Seagri, secretária de Agricultura,  no 3° andar do Edifício Rio Jamari, no complexo do Palácio Rio Madeira – PRM.

ADESÃO AO “NÃO ME PERTURBE” EM RONDÔNIA

O “Não me Perturbe”, meio pelo qual os consumidores podem proibir instituições financeiras e correspondentes bancários de entrarem em contato proativamente  para oferecer crédito consignado, em junho, subiu para 3.286.049 o volume de solicitações de bloqueios de telefone para o recebimento de ligações de oferta indesejadas sobre crédito consignado na plataforma desde o início das regras, em 2 de janeiro de 2020. Já os pedidos de bloqueio feitos a todas as instituições financeiras somaram 2.566.222. A grande maioria dos pedidos de bloqueio partiu de consumidores da região Sudeste (53,52%). A região Sul teve 18,24% dos pedidos,o Nordeste (14,58%). o Centro-Oeste (10,18) e o Norte respondeu pela menor parcela comsapenas 3,48% dos pedidos. Por estado, São Paulo, com 969.258 pedidos de bloqueio, aparece na liderança, seguido por Minas Gerais (375.038) e Rio de Janeiro (347.089). Em Rondônia foram feitos 16.686 pedidos, um dos estados com mais baixo número, um pouco acima de Tocantins (14.439), mas bem acima dos que tiveram o menor número de pedidos como Roraíma, o menor com 4.801 pedidos, o Amapá, 6.017 e o Acre com 6.878 pedidos. Os dados são da ABR Telecom.

INFLAÇÃO BRASILEIRA TENDE A SER DE 6% NO FIM DO ANO

O IPCA-15, em agosto, registrou um resultado de -0,73%, equivalente a 9,6% em 12 meses (em julho era 11,39%). Assim a redução das alíquotas de ICMS, com a queda no preço dos combustíveis, impactaram a gasolina (-16,80%), o gás veicular (-5,40%) e o óleo diesel (-0,56%), com efeitos sobre  os transportes (-5,24%). Também o grupo de habitação (-0,37%) se contraiu, com as revisões tarifárias da ANEEL em alguns estados.  A expectativa é de que o IPCA cheio de agosto deve vir por volta de -0,40%. No fim do ano, segundo as projeções mais conservadoras a ação fiscal realizada pode levar o IPCA a um patamar bem próximo de 6%.

SETOR DE VESTUÁRIO CAMINHA PARA ULTRAPASSAR AS VENDAS PRÉ PANDEMIA

Os especialistas em varejo apontam que um dos setores que enfrentou os maiores problemas com a Covid-19, o de vestuário, deve ser o grande destaque das vendas em 2022. Uma projeção da CNC-Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo estima que o  volume de vendas do setor deve crescer 9,6% neste semestre em relação a igual período do ano passado.  Menos otimista o IEMI-Inteligência de Mercado, consultoria especializada em moda e decoração, prevê ma alta de 6,9%, em peças, para o vestuário em 2022 sobre 2021. Mas, não há dúvidas de que o setor está em recuperação, pois há lojistas que afirmam já ter vendido mais roupas este ano do que em 2019, antes da pandemia.

GOVERNO BOLSONARO POSSUI O MELHOR DESEMPENHO NO COMÉRCIO EXTERIOR

Segundo divulgado pelo Ministério da Economia o  superavit acumulado do Brasil nas relações com a China desde o início do governo de Jair Bolsonaro, até julho de 2022, alcançaram US$ 160,6 bilhões, sendo maior que o total somado dos mandatos de Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) de 2003 a 2018: US$ 127,2 bilhões. A média mensal em 2021 foi US$ 3,5 bilhões. Em 2022, foi US$ 3,2 bilhões. Também o governo Bolsonaro apresenta o maior saldo médio mensal nas relações com todos os países. Em valores corrigidos são US$ 4,9 bilhões. O 1º mandato de Lula aparece depois com US$ 4,6 bilhões. Ou seja, mesmo com todos os problemas que o atual governo enfrentou conseguiu ter resultados melhores no comércio exterior do que os três governos anteriores.

87% DOS BRASILEIROS FAZEM SUAS TRANSAÇÕES POR CELULAR

A 25ª edição do Data Stories, lançado mensalmente pela Kantar IBOPE Media – divisão da Kantar especializada em pesquisa de mídia, com  insights do estudo Flash Financial, com base na solução Target Group Index, que analisa os hábitos e preferências dos consumidores, demonstra que o dinheiro está cada vez mais digital. Entre as constatações está a de que 87% dos brasileiros com acesso à Internet fazem todas as suas transações financeiras pelo celular. Além disto, 39% consideram a facilidade de utilização do aplicativo ou internet banking na hora de mudar de banco. O público aderiu, de vez, a soluções tecnológicas, como o Pix. Em dois anos, o método de transações instantâneas foi adotado por 89% da população conectada.  Outro fator importante é a popularização das fintechs. Hoje, 80% dos brasileiros conectados possuem conta em um banco digital. Boa parte deles defende que as instituições não precisam ter filiais locais (54%) e está ansiosa para um futuro sem dinheiro em espécie (52%). As criptomoedas, por sua vez, aparecem entre as principais escolhas de investimento da atualidade. Mais da metade (56%) do público afirma que está disposta a investir e negociar em moedas digitais. Vale a pena destacar que 45% têm entre 18 e 34 anos.  Apesar de investirem suas finanças em nível com a média da população, 78% dos clientes de empresas digitais ainda preferem fazer isto por bancos tradicionais. As corretoras especializadas também são vistas como boas opções (44%).

EURO DESVALORIZADO

O euro se desvalorizou em relação ao dólar, pela primeira, vez em 20 anos. Nesta última terça, a moeda europeia comprava apenas 0,994 dólares. É deve se manter, mais ou menos por aí, segundo os especialistas, na medida e que a Europa se preocupa com o preço do gás em decorrência dos possíveis cortes  de energia pela Rússia, alimentando o medo de recessão econômica. É um sinal dos novos tempos.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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