Esporte

FILHO DE BATISTA ESTÁ LOTADO NA SUGESPE E RECEBEU SALÁRIO DE R$ 18 MIL

Vencimentos foram normalizados em abril, e agora ele recebe só R$ 6.695,89 por mês

Vou me mudar

Quero morar em Cacoal. Por lá o deputado federal Nilton Capixaba paga R$ 11 mil para conceder entrevista a uma empresa. Ao menos é o que está no site da transparência da Câmara dos Deputados. No mês passado, o parlamentar rondoniense enrolado no escândalo das sanguessugas (venda de ambulâncias superfaturadas para municípios) pagou esse valor aí.

Vocês repararam?

Depois que o senador Ivo Cassol votou contra a CPI do BNDES sua ação no STF emperrou, nunca mais falaram no assunto. Estranhas coincidências que ocorrem no Brasil…

Ficou para está sexta

A licitação das obras de saneamento de Porto Velho deve encerrar nesta sexta-feira, após a análise dos documentos da empresa Goetz e Lobato. Ela disputa com a EMSA. A documentação foi encaminhada no final da manhã, minutos antes do prazo final de entrega. Ficou marcado para às 10 horas a conclusão do processo. O valor global das obras é de R$ 749 milhões e representa 40% do município de Porto Velho.

E a Bucyrus?

Já se passaram 21 dias desde que a Justiça Federal determinou a União, Estado e Município para que retirem e coloquem em local adequado a escavadeira Bucyrus, da Caterpillar que está soterrada na lama, na beira de um barranco que pode desabar a qualquer momento. Ainda não vi nenhuma movimentação no sentido de cumprir essa decisão. O prazo é de 90 dias.

Enquanto isso

Em Brasília os deputados aprovaram o fim da reeleição e tinha gente comemorando achando que com isso o prefeito Mauro Nazif (PSB) não seria candidato em 2016. Não é assim, o fim da reeleição não se aplicará aos governadores eleitos em 2014 e aos prefeitos eleitos em 2012, nem a quem os suceder ou substituir nos seis meses anteriores ao pleito subsequente, exceto se já tiverem exercido os mesmos cargos no período anterior. Ou seja, todo mundo que está no cargo poderá se candidatar.

E no STF

Fica decidido que o senador que mudar de partido, não perderá o mandato. Nesse caso, o entendimento da Corte foi contrário ao que o Tribunal Superior Eleitoral vinha aplicando nos últimos anos. Para o TSE, o mandato pertence ao partido e não ao candidato. Para o STF, em eleições majoritárias, o candidato se sobrepõe ao partido e garantiu que a senadora Marta Suplicy continue com seu cargo. O PT, partido da qual ela se desfiliou em abril deste ano, queria colocar em seu lugar o segundo suplente, Paulo Frastechi. Esse ai vai ter que guardar o terno e arrumar outra coisa para fazer. Senador, na vaga de Marta, nunca será.

Evidente

Que essa derrota coloca os vermelhinhos em uma situação desconfortável. Eles davam como certa a saída de Marta. Não deu.

Por aqui

Padre Ton, presidente estadual do PT sumiu. Nem no Facebook aparece mais. Só para compartilhar manchetes de sites petistas que “desmascaram as notícias mentirosas da mídia golpista que insiste em querer manchar a imagem da companheira Dilma e do companheiro Lula e fomentar um golpe contra o melhor governo que esse país já teve”. Porém, falar sobre o episódio em Cacoal, bem, isso aí é melhor deixar pra lá.

Integração

O deputado federal Luiz Cláudio (PR-RO) em sessão solene que contou com a presença de várias autoridades do Peru, Bolívia e Brasil, lançou nesta quinta-feira no auditório Freitas Nobre, na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista Brasil-Bolívia e Peru, com o objetivo de integrar os três países em diversas áreas na relação comercial. O deputado Luiz Cláudio ficou como presidente da Frente Parlamentar, tendo o deputado Ezequiel Fonseca (PP-MT) como vice-presidente, Expedito Netto (SD) Coordenador Geral da Frente e o deputado Rocha (PSDB-AC) como Coordenador Parlamentar. Na ocasião de seu discurso de encerramento, Luiz Cláudio lembrou que essa Frente Parlamentar deve uma homenagem especial a diversas pessoas, dentre elas, Miguel de Souza e Luís Malheiros Tourinho, que são pioneiros na ideia de intercâmbio e melhor relação comercial entres os países vizinhos ao Brasil e em ocasião propícia serão homenageados solenemente.

Cara dura

A Rondônia Rural Show é uma feira privada, mas o governo do Estado, que conseguiu acabar com todas as feiras agropecuárias de Rondônia, resolveu se promover no evento e “vende o peixe” como se fosse dele. Não é. Esse governo não consegue realizar absolutamente nada. Se estivesse a cargo do executivo a organização e realização desse evento, a coisa não funcionaria.

Silêncio

E o governo faz de conta que não aconteceu nada em relação a quantidade de gente encostada na SUGESPE. A coluna do último fim de semana revelou um verdadeiro festival de ex que estão na folha de pagamento. Resta saber se essa turma está cumprindo horário e principalmente, onde estão trabalhando. Se alguém souber, avisa ai.

Mas

Sabe quem também está na folha da SUGESPE? Dabson Silva, que em março desse ano recebeu líquido R$ 18.810,18 de salário. Em abril seu vencimento normalizou e ele está ganhando atualmente R$ 6.695,89. O rapaz é lotado como assessor especial do governo e não seria nada demais, exceto pelo fato dele ser filho do ex-secretário adjunto de Saúde do Estado, José Batista Silva, preso na Operação Termópilas em 2011. Batista, cujo depoimento em delação premiada vazou durante a eleição de 2014, sumiu do circuito, mas continua no Estado. Pelo jeito, o governador não guarda mágoa.

No começo do governo

Lá em janeiro de 2011, ele estava lotado no Deosp e agora está na SUGESPE. São curiosas essas lotações, não são?

Ao mesmo tempo

Os servidores comissionados que são demitidos não conseguem receber as rescisões contratuais. Algumas levam mais de um ano para serem pagas. Pelo jeito, a folha de pagamento continua bagunçada.

Quebra de sigilo

O STF autorizou esta semana a quebra de sigilo telefônico do senador Valdir Raupp, além de uma assessora dele, o doleiro Alberto Youssef e dois executivos afastados da Construtora Queiroz Galvão – Othon Zanoide e Ildefonso Colares, ambos investigados na Lava-Jato, durante todo o ano de 2010. A PF quer saber se houve troca de ligações entre as cinco pessoas. O senador nega as suspeitas. Em recurso apresentado ao STF para arquivar a investigação, ele argumentou que não há provas mínimas de que ele tenha participado de irregularidades e que tudo se baseia nas palavras de um delator suspeito (Youssef) e que não tem credibilidade. O pedido de quebra de sigilo foi feito no dia 13 de maio e autorizado por Teori Zavascki na última quinta-feira (21). O ministro também já autorizou a quebra de sigilos de outros políticos investigados no caso.

Porém

Também essa semana o senador rondoniense foi notícia por ter defendido a criação de novos municípios no País e por ter aprovado, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) um projeto de sua autoria que garante a suspensão de contratos de trabalho durante crises econômicas no País. No caso, o senador vem buscando um entendimento junto aos sindicatos para que não ocorram prejuízos aos trabalhadores. É um projeto interessante, porque nos períodos de crise as empresas tem dificuldade de manter a folha e não tem recursos para demitir. Com a suspensão, fica bom para todo mundo.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Peso, sono e dinheiro reduzem produtividade no trabalho

Na sua opinião, quais motivos levam à baixa produtividade no trabalho? Se respondeu fumar, beber ou comer muito, está enganado. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Cambridge e Rand Europe, ambas na Inglaterra, esses itens nem aparecem na lista dos principais fatores. A vida profissional é prejudicada principalmente por preocupações financeiras e dormir menos de sete horas por noite. O estudo analisou dados de empresas que participaram de um concurso para descobrir a mais saudável do Reino Unido, tendo acesso a informações de mais de 21 mil trabalhadores. Constatou-se que a lista com os 12 fatores que têm o maior efeito sobre a produtividade também conta com estar abaixo do peso, estar acima do peso, inatividade física e adição de gorduras não-saudáveis às refeições, como manteiga e maionese. Outros itens mencionados são sintomas de depressão , sofrer assédio moral no local de trabalho, ter relações tensas com os colegas, exigências irrealistas, pressão arterial elevada e algum problema musculoesquelético.

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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