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Previsôes para 2015: Robério de Ogum “Teremos um ano de Justiça e punição”

O médium diz que em 2015 mais escândalos virão à tona e prevê a prisão de um grande número de políticos, gestores e empresários

Há dois anos, o médium paulista Robério Alexandre Bavelone, 59 anos, conhecido nacionalmente como Robério de Ogum, previu o agravamento da crise econômica no Brasil. Em outubro de 2014, em meio às eleições mais acirradas desde 1989, ele registrou em vídeo que Dilma Rousseff seria reeleita presidente da República. Para 2015, o médium prevê que novos escândalos políticos virão à tona no País e que o mundo inteiro seguirá um movimento de justiça. “Todos aqueles que tentaram se beneficiar nas sombras do poder serão punidos”, adverte. “Será um ano muito mais da justiça do que da impunidade, a caçada mal começou.”

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“Politicamente, 2015 não será um ano bom para o ex-presidente Lula.
Os escândalos vão afetar muitas pessoas do PT,
e ele precisa dar atenção à saúde”

O médium errou ao prever que a Seleção Brasileira ganharia a Copa do Mundo e explica que o desastre começou a se anunciar na partida contra o Chile. “Perdemos muito do nosso astral naquele jogo. Houve uma discussão dos jogadores no vestiário”, afirma. “Naquele dia foi quebrada a energia que o Brasil tinha.” Robério diz que gostaria de errar previsões negativas como mortes e acidentes, mas vê um ano com importantes falecimentos: um ou dois ex-presidentes brasileiros, dois ícones do esporte, um grande comunicador e um ídolo do rock mundial.

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“O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa
está numa espécie de retiro para se reciclar, mas ele vai
voltar e se tornar um político”

ISTOÉ – Como será o ano de 2015?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Será um ano regido por Ogum e Exu, por isso haverá muita punição ao ser humano. Aquelas pessoas que matam, que prejudicam os outros serão castigadas e punidas. No Brasil, vamos ver muitos escândalos ganharem visibilidade. Podemos nos preparar para ver coisas que estavam escondidas aparecerem. Vamos ver empresários que nunca poderíamos imaginar caindo nas mãos da Justiça. Teremos uma Justiça e uma polícia muito fortalecidas, governadores estarão muito acuados.

ISTOÉ – A presidente Dilma enfrentará um ano mais difícil?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Dilma caminha na direção certa. Ela veio ao mundo para chegar onde está, mas tem uma missão muito difícil. Dilma tem uma história de contestação, de cobrança social, de atuação como guerrilheira, o que significa dizer que o espírito dela é muito atingido. Ela está tendo de enfrentar um escândalo ainda pior do que o do mensalão. O carma de Dilma é de punir muito, de ser muito severa, de brigar.

ISTOÉ – O escândalo da Petrobras continuará abalando o governo?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Veremos muitos governadores cassados. Um número muito maior do que imaginamos de gestores e políticos será preso. Este ano será muito mais da justiça do que da impunidade. Em todo o mundo, será um ano severo e de punição.

ISTOÉ – Em 2014, o senador Aécio Neves se mostrou uma força política nas eleições. O que o sr. prevê para ele no próximo ano?

ROBÉRIO DE OGUM –

 O Aécio cresceu muito, mas será atropelado pelo próprio partido e por Geraldo Alckmin. Aécio vai tentar manter o prestígio que conseguiu, mas vai ter dificuldade. Alckmin vai tentar ser o candidato à Presidência da República. Neste ano, não vejo nada que possa abalar o prestígio de Aécio. Ele é uma pessoa que tem que se preparar porque tem chances de chegar à Presidência em um momento em que Dilma encerra um ciclo do PT no poder. Aécio tem que manter a luz acesa, mas este ano terá de saber lidar com uma força muito grande que virá do governador de São Paulo. O PT não deverá fazer o próximo governante.

ISTOÉ – Quais políticos terão um 2015 de dificuldades?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Vamos perder de um a dois ex-presidentes da República. Veremos dois governadores de Estado muito pressionados pela Justiça. Veremos deputados cassados. Veremos neste início de governo uma troca de ministros. Politicamente, não será um ano bom para o ex-presidente Lula. Esses escândalos vão afetar muitas pessoas do PT, e ele precisa dar muita atenção para a saúde.

ISTOÉ – Como vê o cenário econômico para o Brasil no próximo ano?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Os grandes países entraram numa crise muito forte que não atingiu o Brasil. Nós pegamos a cauda dessa crise. O plano espiritual diz que em 2015 não haverá crise, mas não será um mar de rosas. O escândalo da Petrobras vai puxar outros e aqueles que viviam nas sombras do poder vão se dar muito mal. Não vejo crise financeira para o Brasil. Não vejo um país endividado nem uma inflação galopante.

ISTOÉ – Será um ano de recuperação financeira mundial?

ROBÉRIO DE OGUM –

 A agonia financeira para o mundo já passou. Ainda não foi totalmente resolvida, mas está sendo superada no Brasil e no exterior. O poder de equilíbrio ainda não chegou, mas estamos muito mais perto dele do que do desequilíbrio. O mundo passou por uma complicação financeira muito grande, mas as dificuldades começam a ser superadas.

ISTOÉ – O papa Francisco tem sido bem-sucedido na reaproximação dos fiéis com a Igreja Católica. Ele passará por alguma dificuldade em 2015?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Não vejo nada de grave envolvendo o papa Francisco em 2015. Mas ele vai estar muito cansado, a saúde dele estará mais afetada. Será um ano difícil no âmbito pessoal. Em compensação, a humildade dele tocará o coração de muitas pessoas. Ele tem uma força de exemplo muito bonita, é uma pessoa iluminada que na essência da humildade lembra Chico Xavier.

ISTOÉ – O sr. previu que a Seleção Brasileira seria hexacampeã contra a Argentina na Copa do Mundo, o que não aconteceu. A Seleção também passou por um período de descrédito. O que prevê para 2015?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Previ que o Brasil ganharia a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, mas errei. Tem previsões, como de acidentes e mortes, que gostaria de ter errado, mas essa não. Perdemos muito do nosso astral no jogo contra o Chile. Houve uma discussão dos jogadores no vestiário, Felipão decidiu tirar Daniel Alves e eles discutiram. Quando o time voltou a campo já estava fragilizado. Daniel Alves não jogou mais, na sequência Neymar sofreu a contusão. Naquele dia foi quebrada a energia que o Brasil tinha.

ISTOÉ – Neymar irá brilhar em 2015?

ROBÉRIO DE OGUM –

 O ano que vem será do Neymar. Ele vai superar Lionel Messi e vai se tornar a bola da vez porque é muito iluminado. Ele tem intuição e enxerga as coisas antes dos outros. Em 2015 esse processo de conquista vai começar e em 2016 ele vai se tornar o melhor jogador do mundo.

ISTOÉ – O Brasil vai ganhar a Copa América?

ROBÉRIO DE OGUM –

 O novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo Del Nero, não tem os mesmos pensamentos do atual presidente, José Maria Marín. Pode ocorrer um atrito entre Del Nero e o técnico Dunga, o que levaria a mudanças e renovação. E Dunga é uma pessoa de estopim curto. Se não houver divergência entre eles, o Brasil ganha. Se deixarem o Dunga tranquilo, o Brasil ganha a Copa América.

ISTOÉ – Em 2014, o mundo assistiu ao alastramento do ebola na África. Prevê alguma nova epidemia?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Até hoje, o HIV não foi completamente controlado. A medicina estará muito fortalecida em 2015, mas de tempos em tempos surge uma nova doença. O ebola se espalhou pela África justamente porque é o equilíbrio do mundo. As dores de alma são maiores naquele continente. Há pessoas com carmas mais pesados. Mas, nos próximos anos, não vamos ter uma doença de carma coletivo, como o ebola.

ISTOÉ – Alguma celebridade terá pela frente um ano difícil?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Em 2015, perderemos muitas pessoas famosas. Vamos perder dois comediantes brilhantes que marcaram a história. Perderemos também um comunicador. No esporte, dois grandes campeões mundiais virão a falecer. Pelé precisa cuidar da saúde e se voltar para o lado espiritual. No mundo, vamos perder um ícone do rock. Será um ano muito ruim para Fidel Castro. A apresentadora americana Oprah Winfrey também passará por dificuldades.

ISTOÉ – E o presidente americano Barack Obama?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Vejo um ano negativo para Obama. Ele estará muito pressionado, encontrará dificuldades para governar e não conseguirá fazer o sucessor.

ISTOÉ – No fim de 2014, a apresentadora Xuxa foi dispensada da Rede Globo. Ela voltará à tevê?

ROBÉRIO DE OGUM –

 Sempre disse que seria difícil para Xuxa encontrar um grande amor. Até que ela encontrou. Mas Xuxa não tem um carma equilibrado. Quando ela está mal no amor, ela cresce profissionalmente e abre caminhos. Ela não tem dois fôlegos para estar bem no amor e bem profissionalmente. Este ano, ela estará bem no amor, porque encontrou sua alma gêmea (o cantor Juno), mas profissionalmente será um ano complicado.

ISTOÉ – Quem será a grande revelação em 2015?

ROBÉRIO DE OGUM –

 O neto do Silvio Santos, Thiago Abravanel. Ele poderá ser o substituto do avô.

ISTOÉ – Quais líderes políticos mundiais terão um ano de obstáculos?

ROBÉRIO DE OGUM –

 O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, pode ser deposto. É um ano em que a imagem política dele começa a se apagar. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, também terá um ano difícil em todos os aspectos. O presidente do Uruguai, José Mujica, terá um ano de dificuldades em relação a sua saúde.

ISTOÉ – Politicamente, 2015 será melhor do que 2014 no Brasil?

ROBÉRIO DE OGUM –

 As instituições brasileiras foram muito fortalecidas com os escândalos revelados. O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa está numa espécie de retiro para se reciclar, mas ele vai voltar e se tornar um político. A senadora Kátia Abreu não vai conseguir se manter no Ministério da Agricultura por conta do seu temperamento forte. Dilma vai mudar suas concepções na política econômica. E, em relação aos escândalos, a caçada aos corruptores mal começou.

fonte:http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/398124_TEREMOS+UM+ANO+DE+JUSTICA+E+PUNICAO+?pathImagens&path&actualArea=internalPage

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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