Teia Digital

7°Edição do Rondônia Rural Show deve ter mais de 100 mil visitantes – Por Sílvio Persivo

Mas, até se estabelecer a mentira faz festa. “A verdade é filha do tempo, e não da autoridade” (Galileu Galilei).

7ª EDIÇÃO DO RONDÔNIA RURAL SHOW DEVE TER MAIS DE 100 MIL VISITANTES

A 7ª edição da feira de agronegócios Rondônia Rural Show, que acontecerá nos dias 23 a 26 de maio no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, segundo o secretário estadual de Agricultura (Seagri), José Paulo Ribeiro irá bater novos recordes. A estimativa é de que se, na última edição, 80 mil pessoas passaram pela feira, este ano, o número de visitantes chegue a 100 mil. Em uma área de aproximadamente 50 hectares, haverá espaço para 230 expositores comerciais, como os de máquinas e equipamentos; currais para até 200 animais, sendo o espaço dividido para 40 expositores da pecuária, oito adidos comerciais de países como Bolívia, Peru e Angola, já confirmaram presença; serão 18 empresas expondo na área de vitrine; 100 espaços são destinados à agroindústria; e 90 estandes – todos reservados – serão ocupados por expositores de artesanatos. “Nessa gama de expositores temos veículos leves e pesados, máquinas leves e pesadas, lojas agropecuárias com todo tipo de produto, tem um pool de empresas propondo inclusive a confecção de projetos e materiais necessários para a execução, além dos bancos com propostas de créditos para os produtores”, completou o responsável pela Seagri. O aumento no número de espaços disponíveis na feira desde 2016 é de 23,83%, já que no ano passado foram disponibilizados 386 estandes, e este ano o total sobe para 478. Na edição de 2016, o valor resultante de negócios internalizados foi de R$ 660 milhões, mas o governo estima que o montante seja de, pelo menos, R$ 700 milhões em 2018. Segundo o secretário, somente nas 10 rodadas de negócios que aconteceram em diferentes cidades previamente à feira, foram confirmadas 192 milhões em propostas de negócios efetivados. A Seagri afirma que a Rondônia Rural Show é o único evento autossustentável do estado. Calculando que o investimento do governo na feira, em 2016, foi de pouco mais de R$ 1,2, e movimentou R$ 660 milhões, rendendo de ICMS para o estado R$ 79 milhões, valor que cobre o investimento. “Isso sem considerar o que gera a rede hoteleira e o setor alimentício. Nesse período da feira, se não reservar hotel com antecedência é difícil encontrar hospedagem em cima da hora, muitos acabam indo para os municípios vizinhos, como Presidente Médici e Ouro Preto, ou seja, o giro da economia é enorme, além da oportunidade de emprego temporário para muitos”.

DIA DAS MÃES VAI MELHORAR COM COMPRAS EM CIMA DA HORA

O Dia das Mães, a segunda melhor data para o comércio, tem uma estimativa bastante otimista, para este ano, com um aumento de 4,3% em relação à data de 2017, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmada a previsão, o varejo apresentará alta de +6,1%, a maior desde 2013. Já, em Rondônia, a estimativa é ainda mais otimista com os lojistas acreditando que as vendas devem aumentar acima de 7%. De fato, as expectativas são boas para o varejo como resultado da redução de juros e o aumento na taxa de crédito, o que leva o consumidor a gastar mais, porém, como sempre em cima da hora.

FATURAMENTO DO PIM CRESCE

Os indicadores da CNI (Confederação Nacional da Indústria) apontam que, em março, houve uma queda de 2,5% no faturamento das indústrias do país, porém, o faturamento do PIM (Polo Industrial de Manaus) tem mostrado grande crescimento. O setor de eletroeletrônico e o polo de duas rodas são os dois principais segmentos responsáveis pelo crescimento das receitas no primeiro trimestre do ano. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no primeiro bimestre do ano, o aumento de 41,1% na produção de televisores, motivados pelas proximidades dos jogos da copa do mundo ajudou de forma significativa a atividade industrial do PIM. Já no setor de duas rodas, de janeiro a março, as fabricantes de motocicletas instaladas no PIM registraram um avanço no volume com 259.537 unidades, uma alta de 12,2% sobre o mesmo período de 2017, quando foram fabricadas 231.381 motocicletas. Os dados são da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). Para o vice-presidente da FIEAM (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) Nelson Azevedo, o aumento na produtividade e no faturamento tem se mostrado significativo e importante para a retomada da receita do PIM, mas, ainda não se refletem de forma positiva para a geração de novos postos de trabalho.

ENDIVIDAMENTO BRASILEIRO RECUOU EM ABRIL

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revelou que o percentual de famílias com dívidas alcançou 60,2% em abril, uma queda em relação aos 61,2% observados em março. Houve uma redução também em relação a abril de 2017, quando o indicador alcançou 62,1% do total de famílias. O estudo destaca que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu este mês, atingindo 25% das famílias, ante 25,2% em março. Na comparação com abril de 2017, houve uma queda de 0,4 ponto percentual. “A redução do endividamento observada ao longo do primeiro quadrimestre deste ano reflete um ritmo menor de recuperação do consumo das famílias”, afirma Marianne Hanson, economista da CNC. Já a proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 10,0% em março para 10,3% em abril de 2018. “A taxa de desemprego ainda bastante alta ajuda a explicar a dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia”, complementa a economista. Mais uma vez, o cartão de crédito aparece como a principal forma de compromisso, apontado por 76,1% das famílias endividadas. Em seguida, vêm os carnês (16,5%) e, em terceiro lugar, o crédito pessoal (10,4%).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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