Teia Digital

Confiança do empresário de Porto Velho é maior que a média nacional – Por Sílvio Persivo

Imagine o que não diria hoje. “Ser comunista, hoje, exige um ato de fé sobre-humana” (Paulo Francis).

SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO DO CURSO DE LETRAS DA UNIR

O Seminário de Integração do Curso de Letras Português da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) chega à sua 6ª edição estabelecendo-se como um espaço de conhecimento e reflexão acadêmica. Em 2018, as discussões terão como tema central “O professor de língua materna: da formação à sala de aula”. Nesta edição, o evento passa ser integrado ao Programa de Mestrado em Letras e ao Mestrado em Estudos Literários. O objetivo dessa integração é promover discussões e reflexões da pós-graduação com a graduação e fomentar pesquisas na área de Letras, em nível de graduação, que culminem em trabalhos de pós-graduação, stricto sensu. Objetiva-se, também, divulgar os trabalhos dos discentes dos programas de mestrado na área de Letras, o PPGL e o PPGMEL, por meio do oferecimento de oficinas e minicursos aos discentes da graduação e comunidade em geral.  O evento, que acontece de 15 a 17 de outubro, no auditório da Universidade Aberta do Brasil (UAB/UNIR), no Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho, foi pensado para alunos de Letras, para alunos de pós-graduação stricto sensu, para professores de ensino básico e para os demais interessados sobre a atuação do professor de língua portuguesa. Estão previstas conferências, mesas-redondas, minicursos e oficinas. As vagas são limitadas, as inscrições são gratuitas e já podem ser feitas por meio do endereço eletrônico https://goo.gl/forms/NUEXIC2q7OgdBbW72.

COMBUSTÍVEIS AUMENTAM NO MÊS DE SETEMBRO

O Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, divulgou que o  litro da gasolina comum, com preço médio de R$4,66 teve um aumento de 3,62% no mês de setembro em comparação com o mês de agosto. Já, no comparativo com o mês de setembro de 2017, o preço da gasolina comum aumentou em 21,41%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro já aumentou 19,73%.  A diferença no preço da gasolina entre os postos de combustíveis chegou a 16,08%, em termos monetários, a diferença entre os preços chegou a R$0,69 por litro, variando entre R$4,29 e R$4,98. O preço mais baixo do litro da gasolina não teve variação, mantendo-se em R$4,29. O preço mais alto do litro de gasolina teve uma variação de 3,75%, variando de R$4,80 em agosto para R$4,98 em setembro. Já o litro do diesel, com preço médio de R$3,85, teve um aumento de 5,72% no mês de setembro em comparação com o mês de agosto. Já, no comparativo com o mês de setembro de 2017, o preço do diesel teve um aumento de 11,55%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro teve um aumento de 11,48%. A diferença no preço do diesel entre os postos de combustíveis chegou a 13,29%, em termos monetários, a diferença entre os preços chegou a R$0,47 por litro, variando entre R$3,53 e R$4,00. O preço mais baixo do litro de diesel teve uma variação de 2,62%, variando de R$3,44 em agosto para R$3,53 em setembro. O preço mais alto do litro do diesel teve a variação de 3,90%, variando de R$3,85 em agosto para R$4,00 em setembro.

CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO DE PORTO VELHO É MAIOR QUE A MÉDIA NACIONAL

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio do País (Icec), em setembro teve um aumento de 0,2% na comparação com agosto, fixando-se em 106,1 pontos. Já o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Porto Velho-ICEC PVH foi de 118, 8 pontos, um aumento de 2,7 frente ao mês de agosto, sendo, portanto, 12% maior do que o nacional. É o que diz estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) em conjunto com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia.

VIOLÊNCIA É DESTAQUE NEGATIVO EM MANAUS

Em Manaus a reclamação vigente é a de que a cidade nunca foi tão violenta e sem segurança como nos últimos anos. Ninguém mais se sente seguro em lugar nenhum. Um sintoma disto foi o coronel PM Anézio Paiva, secretário de Segurança, comemorar que tudo estava sob controle, num determinado dia, pelo fato de não ter sido registrado nenhum homicídio em 24 horas, ou seja, um dia sem mortes na cidade. Mas, por outro lado, as pessoas evitam, agora, sair de casa, principalmente à noite, e ficam temerosas com a aproximação de um motoqueiro. O receio de assalto é sensível e no centro da cidade eles se sucedem diariamente.

POUPANÇA TEM O MELHOR MÊS DE SETEMBRO DE SUA HISTÓRIA

Pelo sétimo mês seguido, a caderneta de poupança continuou a atrair o interesse dos brasileiros. Em setembro, a captação líquida – depósitos menos retiradas – somou R$ 8,54 bilhões, informou o Banco Central. O resultado é o melhor para meses de setembro desde o início da série histórica, em 1995.

No acumulado do ano, a poupança continua registrando desempenho positivo. De janeiro a setembro, a caderneta teve captação líquida de R$ 25,5 bilhões. Esse foi o melhor resultado para o período desde 2013, quando a aplicação tinha registrado captações líquidas de R$ 48,95 bilhões nos nove primeiros meses do ano

BRASILEIROS POSSUEM MAIS SMARTPHONES

O brasileiro tem cada vez mais smartphones, porém,  o consumidor aposta em planos nos quais possa controlar seus gastos e manter assim o aparelho e todas as facilidades oferecidas por ele. É o que aponta o estudo ComTech, elaborado pela Kantar Worldpanel, que constata que  79% da população tem um telefone inteligente e com várias funcionalidades. Os dados são do primeiro trimestre deste ano. No mesmo período de 2016, o índice era de 58,3%, e nos três primeiros meses de 2017 chegava a 70,8%. Para usufruir de todos os benefícios da telefonia móvel sem apelar para os pré-pagos ou pós-pagos, 17% da população – quase 24 milhões de pessoas –  tem hoje os planos controle, aqueles em que há pagamento de um valor pré-definido mensalmente. Os números se referem a abril deste ano.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

JORNALISTA, PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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