Teia Digital

3ª FEIRA DE RONDÔNIA CIENTÍFICA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA – Por Silvio Persivo

Use com moderação. “Lembre-se: o uso exagerado da língua pode atrofiar o cérebro” (Jufras Menhal).

DUPLICAÇÃO DA BR-364 SERÁ FEITA SÓ EM ALGUNS TRECHOS

Em audiência pública promovida pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado (CI)para tratar da duplicação da BR-364 foi anunciado que um estudo irá embasar a concessão da BR-364 está sendo feito pela Construtora Sanches Tripoloni e prevê a duplicação escalonada, com prioridade para os trechos mais movimentados e travessias urbanas. Quando concluído, o estudo será submetido à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que pode sugerir a inclusão de novos trechos. Mas, a duplicação total da rodovia está praticamente descartada, pois, só poderia ser realizada com um valor muito elevado a ser cobrado nas futuras praças de pedágio. Foi o que argumentou o secretário de gestão dos programas de transportes do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Luciano de Souza Castro: “Se nós tratarmos a duplicação de forma generalizada, os preços de lançamento dos pedágios sobem. Se você falar em duplicação geral, vai para o leilão com os preços de pedágio lá em cima”. O processo de concessão da BR-364, no trecho entre os municípios de Comodoro (MT) e Porto Velho (RO), deverá ser concluído até o final de 2017 e as obras de duplicação iniciadas em 2018, conforme o Ministério dos Transportes. A audiência foi requerida pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Ele teme que o modelo de concessão que está prestes a ser fechado para o trecho, por um período de 20 anos, preveja apenas a restauração da rodovia. Mas, os representantes do governo garantiram que alguns trechos serão duplicados.

RELATÓRIO DE GESTÃO DA UNIR 2012-2015

Esta disponível para acesso e download o Relatório de Gestão 2012-2015 da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) no endereço eletrônico http://www.youblisher.com/p/1458466-Relatorio-de-Gestao-da-UNIR-2012-2015/. O documento, em formato e-book, contempla o quadriênio 2012-2015, referente à gestão da professora doutora Maria Berenice Alho da Costa Tourinho e demonstra o trabalho desenvolvido por toda a equipe de gestores, docentes e técnicos para oferecer aos alunos educação superior de qualidade. O Relatório de Gestão 2012-2015 possui 122 páginas e recursos para facilitar a compreensão do leitor como, por exemplo, fotografias, imagens, gráficos e infográficos em 12 tópicos que abordam desde a recuperação da governança da instituição, passando pela retomada do planejamento, regularização e consolidação da Universidade, qualificação do corpo docente, revitalização do Ensino à Distância e ampliação dos quadros docente, técnico e terceirizados e os investimentos com recursos de capital e os projetos, obras e serviços de engenharia executados.

CURSOS RECONHECIDOS

Por falar na UNIR é preciso salientar que teve cinco de seus cursos reconhecidos pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do Ministério da Educação (MEC). Em portaria datada de 07 de julho de 2016, foram reconhecidos os cursos de Arqueologia (Bacharelado com 50 vagas/ano), Ciências Sociais (Bacharelado com 45 vagas/ano), Engenharia Civil (Bacharelado com 50 vagas/ano) e Teatro (Licenciatura com 20 vagas/ano); todos no Campus de Porto Velho. O curso de Bacharelado em Engenharia de Alimentos, já autorizado anteriormente e instalado no Campus de Ariquemes, também foi reconhecido pela Seres para uma oferta de 45 vagas/ano.

3ª FEIRA DE RONDÔNIA CIENTÍFICA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

A 3ª Feira de Rondônia Científica de Inovação e Tecnologia (Ferocit), promovida pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) com acesso gratuito, prorrogou as inscrições até meia-noite do dia 5 de agosto próximo, informou o técnico Ederson Rodnei Dantas Rodrigues, um dos seus coordenadores. O evento já tem programação: será aberto oficialmente no dia 13 de setembro às 9h e das 10h30 às 18h avaliará projetos na exposição, promoverá atividades culturais e palestras com notáveis cientistas nacionais.

Das 14 às 17h, o diretor do Instituto de Química da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, professor Ivo Leite Filho, dirigirá oficina com o tema Como orientar projetos de pesquisa na Educação Básica.  No dia 14, a Ferocit expõe e avalia projetos das 8h às 18h, período em que também haverá atividades culturais. Das 9h ao meio-dia, o professor Ivo Leite ministrará a mesma oficina do dia anterior. Das 15h às 16h, a professora doutora Solange Bianco Borges Rodrigues Romeiro fará palestra com o tema Pesquisa como processo pedagógico no Ensino Básico. Ela é coordenadora da 31ª Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec 2016) e integrante da comissão central e de premiação. Das 8h às 17h do dia 15 haverá nova avaliação de projetos. Das 15h às 16h, a professora Márcia Cunha dos Santos, também integrante da Fundação Liberato Cunha, dará palestra com o tema Experiência e êxito em projetos de pesquisa no Ensino Médio.

ECONOMIA SEGUE SEM RECUPERAÇÃO

Segundo Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, “O Monitor do PIB-FGV de julho, com informações até maio do corrente ano, aponta que recuou de 0,41% em maio, comparado a abril, registrando assim a pior queda mensal desde setembro de 2015. Em contrapartida, na comparação do trimestre móvel findo em maio com o trimestre imediatamente anterior a retração foi de 0,46%, taxa esta que apresenta variação menos negativa pela quinta vez consecutiva. Estes resultados podem estar apontando para uma possível melhora, ainda lenta, da atividade econômica”. Segundo o levantamento, o trimestre móvel março-abril-maio, comparado ao trimestre dezembro (de 2015)-janeiro-fevereiro, apresentou uma retração de 0,46%; a menor queda em cinco trimestres consecutivos. Apesar desta melhora no trimestre, o PIB recuou 0,41% no mês de maio, comparado a abril registrando assim a pior queda mensal desde setembro de 2015. Na comparação com o mesmo período em 2015, a taxa mensal de maio do PIB apresentou queda de 4,0%, mantendo-se estagnada há dois meses neste patamar. Das 12 atividades que compõem o PIB, apenas, agropecuária (+1,7%), eletricidade (+5,0%) e serviços imobiliários (+0,03%) não apresentam taxas mensais negativas contra igual mês do ano anterior. Os piores resultados foram da indústria de transformação (-6,4%), resultado semelhante ao do mês anterior, comércio (-7,7%), resultado melhor do que o do mês de abril e transportes (-10,5%), resultado muito pior do que o do mês anterior.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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