Esporte

Precatórios do Sintero não serão pagos antes de 2018; e depois sabe lá…

Beneficiários estão morrendo ricos, mas sem um tostão no bolso e não conseguem receber por  burocracia e manobras

Quem duvida?

Não tem como manter uma “dúvida razoável” no caso envolvendo o pastor deputado Marcos Feliciano e a jovem Patrícia Lelis que veio à tona na semana passada e ganhou repercussão no fim de semana. A jovem de 22 anos alega ter sido assediada e agredida por Feliciano, que inventou uma reunião para atraí-la a seu apartamento funcional. Ao ser rejeitado, ele teria agredido a jovem. Mas, o que era ruim ficou ainda pior, quando seu chefe de gabinete “aloprado” resolveu bancar o “Macarrão” (do goleiro Bruno, lembram?) e obrigou a menina a gravar uns vídeos desmentindo ela própria. Só de olhar os vídeos dá para perceber que as falas eram forçadas…

É santa?

Longe disso, a história é cheia de remendos, de disse-me-disse, mas o certo é que Feliciano tentou abusar de uma jovem em um apartamento funcional que pertence ao povo brasileiro. A simples suspeita de um ato dessa natureza deveria ser alvo de investigação por parte da polícia legislativa. Devem ter câmeras nos corredores e portaria do prédio que corroborem (ou não) a versão de Patrícia.

Continua invadida

Os terroristas que se intitulam “Liga dos Camponeses Pobres”, braço armado do MST, continuam ocupando uma fazenda na região de Seringueiras (Vale do Guaporé) em Rondônia. Uma nova ordem de despejo foi emitida, mas as autoridades tentam negociar uma saída pacífica. Na primeira tentativa de tirar o bando do local, eles armaram uma emboscada para policiais, que saíram fugidos do local.

Um caso de amor…

Para ver, é só clicar AQUI

Olha essa

Cerca de 30 servidores da educação que teriam direito aos famigerados “precatórios do Sintero” já morreram. E pior, morreram ricos, mas sem um tostão no bolso. Alguns, como o padre Zenildo, que conduziu paróquias em Porto Velho, e tinha direito a pouco mais de R$ 1,4 milhão, não conseguiu ver o dinheiro, e como ele não deixou herdeiros, a Igreja Católica vai enriquecer seu cofrinho mais um pouco. Mas o caso de Zenildo é apenas um. Cerca de 1900 servidores ainda aguardam receber seu quinhão, mas pelo jeito, isso não vai acontecer tão cedo.

Há cerca de dois meses

Um ofício havia sido encaminhado pela corregedora do Conselho Nacional de Justiça determinando que fossem pagos os precatórios. A justiça do Trabalho de Rondônia simplesmente adotou outra medida, ignorou todas as auditorias que foram feitas e estabeleceu um prazo de 120 dias. Já se passaram 60. Mesmo assim, quem está esperando esse dinheiro para passar um “natal gordo” pode esquecer. O dinheiro não deve sair antes de 2018 e após isso, quem espera ainda terá que contar com a sorte.

Explico

Os precatórios foram divididos entre professores, técnicos e multa. Os primeiros já receberam, isso porque o advogado Hélio Vieira fez uma manobra ilegal com a União, abrindo mão de 50% do valor principal, mas eu conto essa história depois. A questão agora é o pagamento dos técnicos e para que isso aconteça, é necessário que aja uma previsão orçamentária, que deveria ter sido feita até 30 de junho desse ano e não foi. Existe umaremota possibilidade de que, em 2017 seja incluído para pagamento em 2018. Porém, como o Brasil atravessa uma instabilidade política, econômica e moral sem precedentes, temos um monte de “se” no meio do caminho.

Portanto

Quem anda sonhando com um fim de ano “gordinho”, vai se decepcionar. E a novela “precatórios” ainda está longe de acabar. O mais triste dessa história é a pessoa ter um direito adquirido, ter milhares para receber e continuar sem um tostão no bolso por causa da burocracia, ganância e trapalhadas que foram feitas no meio do processo. Sabe-se lá quantos mais morrerão sem poder desfrutar de uma vida melhor, exatamente na fase mais complicada, que é a velhice.

Problemas de saúde?

Simplesmente ridícula a desculpa usada por Pelé para não comparecer a abertura das Olimpíadas 2016 e acender a pira olímpica, a maior honraria que um atleta pode receber de seu país. Pelé casou no dia 12 de julho e as imagens da festa mostram que ele estava muito bem. Mohamed Ali tinha Parkinson e com todas as dificuldades que a doença impõe marcou presença e foi emocionante. Pessoalmente nunca gostei de Pelé, sempre o achei pedante, mas é indiscutível que ele é o brasileiro mais conhecido no mundo. Sua ausência foi um ato de desrespeito com a nação. Mas, pensando bem foi melhor não ter ido, poderia falar alguma asneira. Como bem disse Romário, “Pelé calado é um poeta”…

Falta de respeito

As empresas Ação Eventos e Amazônia Adventure deveriam pedir desculpas à população de Porto Velho e principalmente à cantora Alcione por leva-la a se apresentar na casa de shows Nautillus, um local que até os bagres do Madeira sabem que não tem a menor condição de receber qualquer tipo de evento, e há muito tempo. Colocaram uma senhora de 69 anos em um ambiente com a refrigeração precária, obrigando-a cantar com um leque e ter que abandonar o palco antes do previsto para não infartar, devido ao forte calor. Bom senso e responsabilidade passaram longe.

Clínica Mais Saúde informa – Acupuntura ajuda a preservar a memória

A acupuntura pode ajudar a preservar a memória de pessoas com comprometimento cognitivo leve. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico BMJ Acupuncture in Medicine, o tratamento pode até reduzir o declínio da memória durante as fases iniciais de demência. Pesquisadores da Universidade Wuhan, na China, revisaram cinco estudos já publicados sobre o assunto, com um total de 568 pacientes. Todos os participantes tinham comprometimento cognitivo leve (CCL), condição caracterizada pelo declínio da memória e de outras funções cognitivas. Entretanto, essa perda ainda não impede que a pessoa realize suas tarefas diárias, mas, geralmente, o diagnóstico de CCL antecede um de demência. A acupuntura é um tratamento que existe há mais de 3.000 anos e consiste em introduzir agulhas em pontos específicos do corpo para tratar doenças, melhorar dores entre outros. No entanto, sua eficácia ainda gera controvérsias. Há quem diga que a técnica não funciona, pois seus benefícios nunca foram comprovados cientificamente. Por outro lado, alguns especialistas afirmam que ela é útil principalmente para problemas sem outros tratamentos eficazes.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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