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PAINEL POLITICO – SE CUIDE CIDADÃO, PORQUE A SEGURANÇA PÚBLICA ESTÁ FALIDA

E ainda: paciente que ficou uma semana entre JP e HB afirma que tudo continua igual

 Fitha

Uma empresa registrada como EPP (empresa de pequeno porte) foi responsável, de 2011 até agora por 126 obras em diversas prefeituras de Rondônia. Ela participa de licitações nos municipios e estranhamente é sempre a vencedora dos certames. Ela também fez diversas obras para o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), mas é nos municípios que ela ganha muito dinheiro. Todas as obras executadas por ela, são com recursos do Fundo de Infraestrutura de Transportes e Habitação (FITHA).

Mas, porque?

Pois é. O “pulo do gato” nessa história é que as licitações das prefeituras são menos visadas, e ela nadou de braçada. Vale lembrar que os recursos do FITHA são geridos pelo DER, ele é o órgão responsável pela liberação dos recursos e a tal empresa tem pessoas muito ligadas ao ex-diretor, recém eleito deputado federal. O caso, claro, não passaria desapercebido das autoridades. Pode até demorar, mas a casa cai.

Enquanto isso

Recebo em meu whatsapp depoimento de uma paciente que havia sofrido um acidente e foi encaminhada ao Pronto Socorro João Paulo II há uma semana, com o pé direito, além da tíbia e a fíbia quebrados. No hospital, após ficar dois dias no corredor, foi operada e durante o procedimento descobriram que ela está grávida. Ela foi medicada e encaminhada ao Hospital de Base, na maternidade, onde ficou internada e alega ter sido “abandonada”, já que não recebia medicação alguma porque nenhum ortopedista foi vê-la, e apenas ele poderia receitar remédios, dada a sua condição.

Ela afirma ainda

Que após sofrer mais dois dias no HB, e depois de ter ligado para a direção da unidade, foi atendida por dois residentes. Ela alega uma série de problemas durante essa estadia, que durou uma semana entre os dois hospitais do governo. Por sua declaração, percebe-se que nada mudou nesse setor, as pessoas continuam nos corredores, continuam sendo mal atendidas e nem adianta mandar release dizendo que “investiu mais de R$ 1 bi na saúde”. Balela.

Outro setor

Que está sucateado é a segurança pública. Delegacias caindo aos pedaços, policiais desmotivados, falta de equipamentos e investimentos vem deixando a população à mercê da bandidagem. A Polícia Militar ainda consegue conter algumas situações, mas os trabalhos especializados estão parados, chega a faltar papel para imprimir boletim de ocorrência. Os policiais mais antigos estão cansados e contando os dias para a aposentadoria, e os novos não conseguem trabalhar por falta de condições.

A reforma

Da Central de Polícia não passou de um engodo. O prédio fede, tem infiltrações e problemas sérios, é um pardieiro. O mesmo cenário se repete em todo o Estado. As tais Unidades Integradas não funcionam. Caro leitor, se cuide. Evite situações de risco, tais como ir a agências bancárias, estacionar em locais escuros ou distantes, não exponha telefones celulares caros em locais públicos. Muito cuidado ao chegar e sair de casa. Nós estamos largados à própria sorte.

Nem aí

Falando em polícia, mais três pessoas envolvidas no caso do corpo do recém-nascido que sumiu e, segundo a Polícia Civil, foi incinerado por engano, foram ouvidas nesta terça-feira (2), em Porto Velho. Após os depoimentos, o inquérito, que é contestado pela família do bebê, Nicolas Naitz, será enviado ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO). A polícia descarta a possibilidade de reabertura das investigações ou outra hipótese de apuração.

Sobrou para o MP

A mãe do recém-nascido informou que, após a entrega do inquérito ao Ministério Público, pedirá a reabertura das investigações. Isso porque a família julgou insatisfatória a conclusão da Polícia Civil sobre o caso. Para o diretor-geral da corporação, Pedro Mancebo, cabe ao MP-RO analisar os autos e denunciar os envolvidos, independentemente da vontade dos familiares. “O fato é de ação penal pública incondicionada, quem se manifesta é o próprio MP, que, se não estiver satisfeito, devolve os autos e solicita novas investigações à Polícia Civil”. Provavelmente é o que vai acontecer.

O problema

É que, se o bebê não foi incinerado e sim roubado, como defende a família, quem fez isso ganha um tempo precioso e certamente escapa impune.

Mimo

O chefe do Executivo receberá a partir de janeiro de 2015, se conseguir tomar posse, um salário de R$ 32,500. Conforme a Constituição Estadual, a competência para aumentar o subsídio do Governador é da Assembleia Legislativa. Em 2011 ele começou ganhando R$ 20 mil. Diversas categorias não tiveram seus pleitos atendidos, pois o governo alega “inchaço” na folha de pagamento. Caso os Deputados Estaduais aumentem o subsídio do Chefe do Executivo ou aprovem uma emenda fazendo com que o teto do Executivo passe a ser o subsídio do Desembargador do Estado – provavelmente R$ 32.500,00 em 2015 -, o Governador certamente continuará alegando falta de recursos para não atender a milhares de servidores.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no http://www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Diabetes pode acelerar processo de demência

Diabetes na meia-idade pode “envelhecer a mente” por cinco anos e pode acelerar o aparecimento de demência, concluiu um novo estudo da Johns Hopkins Bloomberg Escola de Saúde Pública, em Maryland. A pesquisa foi feita a partir da análise de quase 16 mil pessoas nos Estados Unidos, acompanhadas desde a década de 1980, em que foi possível ver a ligação direta entre a idade e o declínio cognitivo. O levantamento demonstrou que, em média, uma pessoa com 60 anos de idade e com diabetes apresenta um declínio em sua função cerebral de maneira que aparenta ser um idoso de 65 anos e sem diabete. Pessoas com diabetes têm dificuldades para regular os níveis de açúcar no sangue e isto pode causar danos às veias, incluindo as do cérebro. Esta consequência pode justificar a ligação da doença com a demência. Os autores do estudo afirmam que a pesquisa mostra que para se ter um cérebro saudável aos 70, é necessário comer direito aos 50. Os resultados foram publicados na revista especializada “Annals of Internal Medicina”. A diabete do tipo 2, a forma mais comum, está intimamente ligada ao excesso de peso e a prática de exercício é a melhor maneira para se prevenir da doença.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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