Gravação de escuta telefônica foi feita pela Polícia Civil dois dias após a morte do ex-policial militar acusado de liderar um grupo miliciano no Rio de Janeiro. De acordo com áudio publicado pela Folha de S.Paulo, Daniela Magalhães da Nóbrega diz que o irmão já era tratado como “arquivo morto” e que cargos comissionados já teriam sido distribuídos no Planalto em troca de seu assassinato. Nóbrega, que morreu em fevereiro de 2020, tinha ligação com a família Bolsonaro ao menos desde 2005 e alguns de seus familiares chegaram a ser empregados no gabinete do então vereador Flávio Bolsonaro. Procurados, o Palácio do Planalto e a defesa de Daniela não se posicionaram sobre o caso.
FONTE: ÚLTIMO SEGUNDO – IG COM INFORMAÇÕES FOLHA.COM – FOLHA DE SÃO PAULO
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