Esporte

Denúncia de assédio à comissionados por “doações”chega à justiça eleitoral

E ainda: Gurgacz continua tentando escapar e ajudar Dilma, mas o tempo acabou e ele vai ter que descer do muro

Dubiedades

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) deu uma aula de como ficar em cima do muro em seu discurso no Senado na reta final do impeachment de Dilma Rousseff. Mas isso tem um motivo bem claro para quem vive em Rondônia, Gurgacz sempre defendeu Dilma e hoje ele se encontra em uma situação complicada. Se o leitor puxar um pouquinho pela memória, vai lembrar que em dezembro do ano passado, o senador afirmou com todas as letras que as pedaladas não configuravam crime. Ele foi o relator da matéria no Senado e não viu nada de errado com as contas da presidente.

Porém

A chapa foi esquentando e ele se viu aos poucos sendo obrigado a mudar o discurso, sem convicção, mas mudou. Hoje ele fala em “pacto pelo Brasil” e que “chegou a hora de acabar com nomeações políticas e colocar técnicos e notáveis”para administrar o país. Uma utopia que não encontra eco em lugar algum do congresso. Mas o ponto alto do discurso foi falar sobre “a crise ética-moral, agravada por escândalos de corrupção que se sucederam nos últimos anos”. O senador só esqueceu de falar sobre a dívida de mais de R$ 700 milhões que a empresa de sua família tem com o fisco. Acho que isso é ilegal, sonegação, ou estou enganado?

Oportunismo

A irresponsabilidade dos deputados de Rondônia que aprovaram o garimpo no Madeira é uma coisa assim, sem palavras. Para atender meia dúzia de garimpeiros perdidos no tempo, que usam a depredação do meio ambiente como desculpa para “sustentar famílias”, os deputados revogaram uma lei que proibia a prática. Um passo gigantesco no passado que deveria ser apagado da história de Rondônia. O garimpo só trouxe desgraça, miséria e deixou como herança uma Porto Velho cheia de problemas sociais. Não existe uma justificativa plausível para liberar a exploração de ouro no Madeira. Mas existem dezenas para proibir com rigor.

Sem contar

Que o garimpo não tira ninguém da miséria, pelo contrário, mantém. O governador Confúcio Moura tem obrigação de vetar essa lei absurda. E o legislativo, se quer resolver alguma coisa, poderia usar a escola do legislativo para promover cursos gratuitos para essas pessoas, de capacitação e qualificação para serem inseridos no mercado de trabalho. Isso é promover mudança. Isso é ter responsabilidade social. O que fizeram nesse caso foi oportunismo descarado, que só prejudica e dá a falsa impressão que estão fazendo algo de bom.

Comissionados da confusão

Uma busca teria acontecido em um órgão do governo na última segunda-feira para apurar denúncias que servidores comissionados estariam sendo obrigados a fazer “doações” para a campanha de um candidato à prefeito de Porto Velho. Essa prática não é nova, e com a proibição de doações por parte de pessoas jurídicas, os comissionados vão “sangrar”no bolso mesmo…

Problemas na capital

Leitor da coluna informa: “na quinta feira dia 25/08 a empresa prestadora de serviço do DNITiniciou uma “obra” as 01:00 com término as 05:00 sem qualquer aviso aos moradores. Ocorre que a rua “BR 319” não tinha nenhum buraco ou avaria aparente. Para a realização da obra “jogaram” um monte de terra e barro e transformaram a via em um mar de poeira, diga-se de passagem aparentemente sem qualquer necessidade. Os moradores acordaram no meio da noite com medo, tendo em vista o tremor causado pelas máquinas, indagaram aos servidores e não foram informados de nada”.

No DNIT

Não tinha ninguém para dar respostas na sexta-feira, 26.  Foi quebrado cano da Caerd que acarretou falta de água para todos aqueles moram nas redondezas. No dia 26 iniciaram os trabalhos as 21:00 e terminaram as 05:00. O local está só a poeira, todos os moradores estão sofrendo e o DNIT  não informa nenhum cronograma e o medo maior e que um tempo atrás fizeram a mesma coisa e não voltaram para terminar”.

Não vai cancelar

O Ministério Público Federal quer que a justiça suspenda a licença da usina hidrelétrica de Jirau por descumprir termos acordados, entre eles o pagamento de um auxílio para 53 famílias de pescadores. Sobre isso vou dizer o seguinte, não vai acontecer, e se por acaso ocorrer, o cenário será o mesmo que da sentença que determinou a retirada da escavadeira Bucyrus, que continua enterrada na lama.

Registro

Faleceu o ex-deputado estadual Edison Gazoni, que lutava contra um câncer no pâncreas, um dos mais agressivos que existem. Controverso, deixou a vida pública após ser condenado, e passou a cuidar apenas da CDL, onde era dirigente há anos. Gazoni foi padrinho político do vereador Marcelo Reis e grande apoiador de sua candidatura. Ele havia perdido um filho anos atrás, vitima de acidente de moto.

Clínica Mais Saúde informa – Mulheres que infartam não sentem dor no peito

“Achei que fosse indigestão, mas eu estava tendo um infarto”. O relato é de Claire-Marie Berouche, uma britânica de 49 anos. Embora possa parecer estranho, especialistas afirmam que o sintoma é extremamente comum em mulheres e aconselham: se você tem mais de 40 anos e sentir repentinamente algum dos seguintes sintomas – dor ou desconforto nos braços, pescoço, mandíbula; indigestão ou refluxo; enjoo, falta de ar, delírio, mal-estar geral ou letargia (acompanhada de dor ou desconforto no peito) – procure um médico ou vá para o hospital.  De acordo com a British Heart Foundation, o infarte é a principal causa de morte nas mulheres britânicas e, como nelas os sintomas  são mais sutis do que nos homens, correm riscos de serem mal diagnosticadas. Um estudo de 2012 mostrou que 42% das mulheres que chegaram ao hospital com ataque cardíaco não sentiram dor no peito. Outro estudo publicado este ano no periódico científico Circulation mostrou que mulheres com ataque cardíaco tinham maior probabilidade de apresentar sintomas pouco comuns, como enjoo, vômito, falta de ar e dor nas costas ou na mandíbula.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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