Esporte

CONFÚCIO QUER CONTRATAR OSCIP QUE ESTÁ SENDO INVESTIGADA PARA GERENCIAR ESCOLAS

Entidade escolhida já foi condenada no Amazonas. E o Sintero não fala nada

No Limite

No próximo dia 7 encerra o prazo de 90 dias dado pela Justiça Federal para que seja retirada do barranco a escavadeira Bucyrus, que está apodrecendo e corre o risco de ser soterrada de vez. O equipamento é histórico e ajudou na construção do Canal do Panamá, antes de ser trazida para operar na Estrada de Ferro Madeira Mamoré. A decisão, do juiz federal Dimis da Costa Braga, já deveria ter sido cumprida. A sentença estabelece multa diária de R$ 1 mil para o município de Porto Velho e para a União. Até agora nenhum dos dois se mexeu.

Fica olhando

Na gestão de Ivo Cassol o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Rondônia – SINTERO, dava azia. Promoveu greves, passeatas, vivia divulgando notas e mais notas nas emissoras de rádio e TV do Estado criticando duramente o governo. Na gestão Cassol, a educação não estava tão ruim quanto agora e sabem o que o SINTERO faz? Absolutamente nada. O sindicato parece que nem existe. Escolas estão sendo saqueadas diariamente, professores são maltratados por alunos, por pais, estão com salários defasados e diversas unidades educacionais estão com graves problemas. Mesmo assim o SINTERO vem ignorando essas situações.

Para agravar

O governo da enganação cooperação pretende implantar Parceria Público Privada nas escolas e trazer uma Organização Social de Interesse Público (Oscip) para administrar a parte de limpeza das unidades educacionais. Em resumo, essa entidade vai ser responsável pela contratação de zeladoras e zeladores nas escolas. Mas quer saber o mais grave dessa história? A OSCIP que Confúcio está trazendo chama PROSAM, que já foi impedida de atuar aqui e está toda enrolada em Manaus (AM).

Vamos aos detalhes

A PROSAM anteriormente chamava-se Instituição Dignidade para Todos (IDPT). Atualmente, a Oscip é denominada de Programas Sociais da Amazônia (Prosam). Em 2012 o então secretário de Defesa Marcelo Bessa tentou trazer a PROSAM para Rondônia, a idéia era que ela realizasse a execução de um projeto de melhoria da plataforma de atendimento do 190, bem como a “potencialização da operacionalidade das câmeras de vigilância que se localizam no Centro Integrado de Operações Policiais”. O valor do contrato à época era de R$ 9.886.821,19 e o Ministério Público de Contas apontou uma série de irregularidades no contrato, a começar pela falta de licitação.

Um tempo antes

Em 2008, ainda operando como IDPT a PROSAM firmou uma “parceria” com a secretaria de Estado de Produção Rural do Amazonas e em 2013 tanto o então secretário Eron Bezerra (PCdoB), quanto Lacerda Carlos Júnior, identificado como representante da Oscip, foram condenados pela justiça do Amazonas a devolverem R$ 4,3 milhões que haviam sido pagos irregularmente. Segundo o Ministério Público daquele Estado, “houve a terceirização ilícita de serviços, além da ausência de licitação ou regulamento próprio no Instituto para aplicação dos recursos recebidos”. As irregularidades foram apontadas no relatório de auditoria elaborado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), em 2008.

Agora em 2015

Os dirigentes da Oscip PROSAM que movimentou quase R$ 295 milhões em convênios com governo amazonense, nos últimos nove anos, foram indiciados por formação de quadrilha e peculato. No mesmo inquérito policial, a delegada de polícia Cristina Portugal enquadrou o ex-secretário estadual de Produção Rural (Sepror), Eron Bezerra, no crime de peculato pela utilização de contratos entre a pasta e o  Instituto Dignidade para Todos (IDPT) como cabide de emprego de filiados do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e para acomodar funcionário fantasma. A representação criminal, que iniciou em outubro de 2011, tramita na 5ª Vara Criminal do Forum Henock Reis sob a responsabilidade da juíza Andrea Silva de Medeiros. O processo se originou de uma decisão proferida pelo juiz Audari Lopes, da 12ª Vara do Trabalho de Manaus, em julho de 2010, que proibiu o IDPT, hoje Programas Sociais da Amazônia (Prosam), de fornecer, intermediar ou colocar trabalhadores à disposição do Governo do Estado. A justiça do Amazonas estima que o desvio de recursos públicos,  no período de 2007 a 2014, pode ter sido de R$ 26,3 milhões.

Pois é

A reportagem completa sobre essa ação aí pode ser lida AQUI. E é essa OSCIP que Confúcio quer administrando as escolas de Rondônia. Isso casa com a tal “puxada de orelha” que ele teria dado em seu blog esta semana nos gestores de escolas. Contrata a OSCIP sob o argumento de que os atuais diretores não sabem administrar.

Essas investidas

Do governo na área de PPP devem ser observadas com extrema cautela. Esse tipo de parceria vem sendo marcada por escândalos em todo o país e seria bem mais inteligente o governo fazer sua parte, funcionando de verdade, do que tentar empurrar a gestão para empresas complicadas. A terceirização desse setor trás desemprego e vira cabide para apadrinhados, sem contar a possibilidade real de desvios de recursos públicos. Exemplos não faltam, o que falta é bom sendo e principalmente, competência para administrar o Estado.

Em Brasília

Sentado lá no fundão, o governador Confúcio Moura participou da reunião com a presidente Dilma Roussef que, no desespero, resolveu convocar os governadores para uma reunião com o pretexto oficial de discutir a unificação do ICMS, mas que no fundo é para tentar abrir uma conversa para tentar brecar qualquer ação no Congresso em relação ao impeachment. Dilma citou crise mundial e classificou o momento atual como de “transição”. Uma reunião que, segundo analistas, “não vai resolver nada”. De fato, o mandato de Dilma está na berlinda, e o de Confúcio também.

O Planalto

Busca o apoio dos governadores também para tentar aprovar as contas de Dilma no Tribunal de Contas da União. O raciocínio é que, se as contas federais forem rejeitadas, isso abre espaço para que os tribunais estaduais façam o mesmo, visto que a situação fiscal da maioria das unidades da Federação é ruim. O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, foi o único que não compareceu a reunião. Ele decidiu ir ao Festival de Inverno de Bonito e mandou sua vice, que sentou em frente a Confúcio, lá no fundão.

Falando em Confúcio

O Tribunal Regional Eleitoral deve julgar outras ações que podem cassar seu mandato pela segunda vez, também por abusos de poder econômico e político nas eleições do ano passado. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também deve julgar o mérito da cassação ocorrida em março deste ano até outubro. Se for mantida a decisão do tribunal regional, Confúcio não vira o ano no governo.

Toc-toc

Quem é?

Eduardo Cunha.

O que você quer?

Vamos votar no Congresso as contas dos ex e atual presidente da República.

Pois é

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, colocará em plenário a análise das contas dos governos nos anos 1992 (governo Collor), 2006 (governo Lula), 2002 (governo Fernando Henrique) e 2008 (governo Lula). A análise seguirá essa ordem. Ou seja, será quebrada a ordem cronológica. Um assessor palaciano demonstrou preocupação com essa estratégia, pois abre espaço para a votação imediata das contas do governo Dilma Rousseff de 2014, assim que analisadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). As informações são de Gerson Camarotti.

Faltava projeto

O ex-deputado estadual e ex-vereador Cláudio Carvalho explicou que a denúncia feita por ele em 2009 em relação as obras de saneamento de Porto Velho foram acatadas na íntegra pelo Tribunal de Contas da União. De acordo com Carvalho, “não havia projeto básico, estavam colocando manilhas sem saber onde seriam as estações de tratamento de esgoto e indícios de superfaturamento”. Ele afirmou ainda que recentemente foram condenados o ex-secretário de Planejamento do Estado e um ex-assessor graças a sua denúncia, “eu pago caro por ter feito o papel que me cabia, que era de fiscalizar”, declarou.

E agora?

Foi publicado em Diário Oficial o listão com as exonerações da reforma administrativa, inlcuindo o DER/DEOSP. Lá está lotada a esposa de Márcio Gabriel, superintendente de licitações do Estado. Ela deve ser recontratada, mas será que vai declarar que o marido é servidor comissionado no governo também? Isso na hora de preencher o formulario de anti-nepotismo.

Falando em DER

Nesta quinta-feira ensolarada e quente não tinha uma máquina sequer do DER trabalhando nos pouco mais de 13 km do anel viário de Ji-Paraná. Mas não tinha nenhuma mesmo, nem estacionada. Será que estão esperando começar a chover para dizer que só podem trabalhar no verão?

A foto é de hoje (quinta-feira, 30 de julho)

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Nove em cada dez brasileiros têm medo de envelhecer, diz pesquisa

Se fosse possível, todos gostariam de permanecer jovens, saudáveis e vigorosos durante toda a vida. Como o tempo é democraticamente implacável, uma pesquisa encomendada pela farmacêutica Pfizer mostrou que a grande maioria (90%) dos brasileiros teme envelhecer. Para 77% deles, o maior medo é ter problemas de saúde por causa da idade, enquanto 72% responderam temer possíveis limitações físicas, que impedem a autonomia. O levantamento mostrou ainda que para 65% das 989 pessoas entrevistadas em todas as regiões do País, não poder ser mais capaz de lembrar de fatos com a clareza da juventude é o que mais causa angústia. Em um País que 46 milhões dos habitantes têm mais de 50 anos, o equivalente a 23% da população, a estimativa para daqui 40 anos é que existam mais idosos do que jovens. Uma campanha lançada pela mesma farmacêutica, com o mote “Envelhecer sem vergonha” busca conscientizar os atemorizados com a velhice de que envelhecer não é, definitivamente, um desastre.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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