Deputado Delegado Camargo anuncia pré-candidatura ao governo de Rondônia e silêncio de Léo Moraes amplia tensão no Podemos
O deputado estadual Delegado Camargo (Republicanos) oficializou nesta terça-feira (24) sua pré-candidatura ao Governo de Rondônia. O anúncio foi feito no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, onde o parlamentar afirmou ter aceitado o “desafio do povo” para disputar o Palácio Rio Madeira em 2026.
Durante o discurso, Camargo declarou que conta com o apoio do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, que também preside o Podemos em Rondônia. A afirmação repercutiu imediatamente no meio político estadual não apenas pelo anúncio da pré-candidatura, mas principalmente pela ausência de qualquer posicionamento oficial do prefeito da capital após a declaração.
Até o momento, Léo Moraes não confirmou publicamente o apoio citado por Camargo, tampouco divulgou nota desmentindo a informação. O silêncio se tornou o principal elemento político do episódio.
O Podemos já havia definido oficialmente seu nome para a disputa estadual: o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, lançado como pré-candidato ao governo em evento partidário com participação de lideranças da sigla.
Na ocasião, Léo Moraes declarou que o partido não abriria mão de ter candidatura própria ao governo, endossando o nome de Flori. Desde então, o prefeito de Vilhena intensificou agendas, entrevistas e articulações políticas, ampliando sua exposição na mídia estadual e consolidando-se como um dos nomes competitivos para 2026.
O que mais chama atenção no atual cenário não é apenas a movimentação de Camargo, mas a falta de manifestação clara de Léo Moraes após ter seu nome vinculado publicamente à nova pré-candidatura.
Em política, a ausência de resposta também comunica. Ao não reafirmar de maneira explícita e irrestrita o apoio ao pré-candidato de seu próprio partido, Moraes abriu espaço para especulações sobre:
Aliados de Flori Cordeiro avaliam que uma simples nota pública poderia ter encerrado qualquer dúvida sobre o posicionamento do comando estadual do Podemos. A falta desse gesto fortaleceu rumores de inquietação interna.
Fontes políticas apontam que o crescimento do nome de Flori no cenário estadual teria alterado o equilíbrio de forças dentro do partido. Sua presença constante na mídia e a ampliação de articulações regionais o colocaram em evidência no debate público.
Nesse contexto, a declaração de Camargo aliada ao silêncio de Léo Moraes, intensificou a percepção de que há disputa por protagonismo dentro do campo político do Podemos. Léo Moraes não aceita e nunca aceitou concorrência que coloque em risco sua liderança e seu Brilho, Desse jeito Leo Apequena a Politica Partidária.
Mais do que declarações, agora o que pesa é o silêncio ,e ele pode redefinir alianças, estratégias e a própria dinâmica da disputa rumo às convenções partidárias de 2026.
Da Redação folha Rondoniense


























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