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Bomba vai explodir no PSL de Rondônia; Dirigente pode abandonar sigla e governo Marcos Rocha

A íntegra da coluna redigida por Sérgio Pires

CPI DA ENERGISA. RELATOR DIZ QUE RONDÔNIA QUER UMA EMPRESA QUE OFEREÇA BONS SERVIÇOS E PREÇOS JUSTOS AO CONSUMIDOR

Começa a CPI da Energisa. O que ela poderá representar, durante sua realização e na conclusão a que chegará? Respostas a essas perguntas se saberá ao final do trabalho a ser realizado por um grupo de deputados estaduais, que ficarão no fio da navalha entre tratar a questão com seriedade e profundidade, sem correr o risco de se preocupar em agradar apenas ao consumidor/eleitor. Não será fácil a tarefa do presidente da CPI, Alex Redano, autor do pedido para criá-la; dos demais membros e muito mais do deputado Jair Montes, escolhido como relator. Montes, aliás, tem demonstrado preocupação e seriedade, antes mesmo de começar seu trabalho. Primeiro, avisa que não compactua com campanhas tipo “Fora Energisa!”, porque acha importante que tenhamos uma empresa essencialmente nacional cuidando do setor e, ao mesmo tempo, tem pesquisado a situação de companhias de distribuição de energia em outros estados. Tudo para que o trabalho seja realizado com segurança, respeito, transparência e espírito de Justiça “Queremos uma empresa séria, que ofereça serviço de qualidade com preço justo. Se fizer apenas isso, certamente todos ficarão satisfeitos”, comentou o parlamentar. Jair desembarca de Brasília nessa quinta, perto do meio dia e alguma horas depois já estará organizando a pauta de convocações da CPI. É certo que convocará dirigentes da Aneel e da própria Energisa, para explicar do porquê do salto no preço nas contas de luz do rondoniense, em alguns casos com percentuais absurdamente exagerados, segundo denúncias que tem chegado aos deputados.

Na Capital Federal, Jair Montes se reuniu, nessa terça, por mais de três horas, com diretores da estatal de energia de Brasília, que também está sendo privatizada. Ele fez dezenas de perguntas e, segundo afirmou, aprendeu muito, sobre o tema. Quer, ainda, ouvir dirigentes de empresas da região norte e ouvir a população, para tentar encontrar um denominador comum, que permita que a distribuição de energia elétrica seja bem feita e a um preço justo. Já está decidido, por exemplo, o convite ao ex funcionário da Energisa, Sidney Sandrini Queiroz, que há seis anos atrás publicou uma série de denúncias contra a atuação da empresa na Paraíba. Várias questões estarão na pauta da CPI, segundo Jair Montes. Mas certamente, a principal delas, relaciona-se com o que os parlamentares e consumidores consideram como aumento abusivo no preço cobrado pela energia. Há casos em que o valor das contas duplicar  praticamente, sem que houvesse motivo para isso. O corte de energia feito fora dos padrões determinados pela legislação, como por exemplo à noite e aos fins de semana, estará também na alça de mira da Comissão. Participam dela, além de Redano e Montes, os deputados Cirone Deiró, Ismael Crispim, Edson Martins e dois suplentes: Adelino Follador e Adailton Fúria. A CPI tem 90 dias para apresentar suas conclusões e votar o relatório final. Espera-se que o faço com competência e de olhos voltados ao interesse público, antes de tudo.

A BOMBA VAI EXPLODIR NO PSL

Na sexta-feira pode estourar a bomba. A fissão nuclear está prestes a ocorrer. A física ensina que o processo de fissão nuclear é a quebra do núcleo de um átomo instável em dois núcleos menores, pelo bombardeamento de partículas como nêutrons. Claro que a explicação é apenas uma alegoria, para contar que a bomba que está prestes a estourar é na política. Caso os detalhes em andamento não mudem, o PSL deve perder um dos seus mais importantes membros em Rondônia. Ou por acordo ou por rompimento definitivo. O caso envolve, é claro, o homem dos 212 mil votos para o Senado, o empresário de Vilhena, Jaime Bagattoli. Ex parceiro de primeira hora do governador Marcos Rocha, os dois estão rompidos e Jaime está com os dias contados no partido. Em breve, se terá mais detalhes sobre os novos rumos de Bagattoli, que deve mudar de partido e se tornar um importante opositor ao governo rondoniense. As coisas estão fervendo, no PSL.

MOSQUINI E O “NOVO” MDB

É uma espécie de declaração de amor, mas, ao mesmo tempo, uma demonstração de que o autor está pronto para assumir os destinos da sigla, caso seja convocado. O texto é do deputado Lucio Mosquini, líder da bancada federal de Rondônia no Congresso e que sonha em assumir o comando regional do MDB rondoniense.” “O velho novo MDB de Rondônia!  A militância política não envelhece, ela passa por transformações. Mas esse é o novo ? Sim, o novo não é apenas um candidato de 25 anos, com aparelho ortodôntico, corpo malhado e gel no cabelo. O novo é se adaptar às tecnologias, conversar com eleitor digital, ser transparente, ouvir as “redes” e ainda fazer downloads da vida todos os dias. O novo é ser realmente novo até mesmo no pensamento. Sou novo suficiente para aprender ouvindo os velhos que derrubaram a ditadura, que lutaram pela democracia e me garantiram o direito de escolher meu Presidente. Mas, o novo tem que ousar, tem que arriscar se, tem que arrojar-se. Peço licença aos velhos guerreiros para seguir em frente, para arregimentar, para ordenar… para crescer. A hora de um MDB novo que não se esqueça dos velhos, que respeite a história e que possa encontrar o equilíbrio para continuar fazendo desse partido o melhor partido do Brasil. A hora é agora. Dê licença!”. O texto foi publicado nas redes sociais. Mosquini representa o grupo que tem líderes como o senador Confúcio Moura, que sonha com novos rumos para o partido, no Estado.

CAPITAL PERDEU A ZPE, MAS GANHARÁ OUTRA

Para quem não conhece os detalhes da história, decisão anunciada nesta quarta pelo presidente Jair Bolsonaro deixou muita gente preocupada aqui no Estado. Ele assinou decreto extinguindo a Zona de Processamento de Exportação de Porto Velho, ZPE, que fora criada em 15 de julho de 2015, portanto há mais de quatro anos. A verdade é que a ZPE, importante para a economia da Capital e do Estado, jamais saiu do papel. O motivo principal é que a área que deveria abrigá-la simplesmente foi invadida. Tornou-se impossível de instalar a ZPE onde estava programada.  O decreto que deu fim a ela foi exatamente por isso. Agora, contudo, o Estado volta a lutar pela implantação da ZPE, que pode significar a implantação de transformar Porto Velho, num grande centro logístico para a região norte. O secretário Luiz Fernando, da Sefin, diz que agora há uma nova área, pertencente ao Estado, de 110 hectares, sem perigo de uma eventual invasão, onde a ZPE, quando criada novamente, poderá logo ser instalada. É um projeto de enormes possibilidades. No Ceará, por exemplo, a ZPE já representante mais de 50 por cento do PIB do Estado. As negociações com o governo federal para que novo decreto criando uma nova Zona de Exportação seja assinado por Bolsonaro já estão em andamento.

POBRE BRASIL, RICOS POLÍTICOS!

O primeiro número era imenso: mais de 1 trilhão e 300 bilhões de reais economizados em 10 anos. Foi com essa meta desafiadora que o Brasil começou a se mobilizar pela Reforma da Previdência. Quando o projeto bate no Congresso, as coisas começaram a mudar. Deputados deram os primeiros passos, mexendo aqui e ali. Dai a economia baixou para 1 trilhão na década. Depois, para 900 bilhões. No Senado, mais mudanças, mais mexidas, mais “destaques”, mais politicagem, muito menos Brasil. Agora, a economia em dez anos já poderá ser de pelo menos 500 bilhões do que se sonhava inicialmente. E pode cair ainda mais. No final das contas, o valor pode chegar a menos da metade de 1 trilhão e 300 bilhões. A salvação do país pode ser apenas mais um puxadinho inconsequente, que resolverá apenas de forma paliativa. E que daqui a alguns anos terá que ser feito de novo.  É assim nosso país. É assim que nossa classe política ajuda a sua desconstrução. Pobre Brasil. Ricos políticos!

NOSSAS RIQUEZAS SÃO NOSSAS!

A audiência pública que será realizada nessa sexta, em Porto Velho, com a presença do ministro das Minas e Energia, será uma entre várias outras  programadas no país para tratar do tema Mineração. A partir delas, o governo buscará uma legislação que permita a exploração de nossas riquezas, num contexto em que não se destrua o meio ambiente. Claro que não será tarefa fácil, mas a decisão do governo Bolsonaro de pôr um fim ao controle da Amazônia por ONGs e empresas internacionais, além de entidades que tomaram conta de vastas regiões, todos sabemos com que reais intenções, terá adversários duríssimos. Tanto no exterior como nos seus sócios brasileiros e, mais ainda, nas instituições aparelhadas, que vivem em função de suas ideologias e não dos reais interesses do nosso país. Por isso, só com a união de empresas, trabalhadores, garimpeiros que trabalham sozinhos ou em grupos, cooperativas e associações, se poderá conquistar alguma coisa. Além disso, lembra o deputado Coronel Chrisóstomo, que organizou o evento desta sexta, que ocorrerá no auditório do Ifro, na Calama, perto do Shoppping, a partir das 8 horas da manhã. E é o mesmo que defende, entre tantas outras autoridades, o empresário Chico Holanda, presidente do Instituto de Ação Empresarial, que apoia todo o evento. A hora é do aval de todos os que querem que nossas riquezas sejam nossas e não apenas fiquem enriquecendo contrabandistas e estrangeiros que fingem se preocupar com nossa Amazônia. Todos presentes, portanto!

CERCADOS PELA VIOLÊNCIA

A violência está em todos os lugares, cada vez mais presente, cada vez mais inacreditável. Os números apavoram, as cenas chocam, a crueldade é cada vez mais chocante, as mortes se sucedem. No Rio de Janeiro, por exemplo, só na última década houve 400 chacinas, matando mais de 1.300 pessoas. As maiores vítimas são jovens, negros, pobres. Muitos dos assassinos também o são. Nas escolas, alunos agridem e  matam professores. Pais matam filhos. Filhos matam pais. Irmãos guerreiam até por pequenas heranças. Motoristas psicopatas destroem vidas no trânsito, matando pessoas apenas porque elas estão atrapalhando seu caminho e podem fazê-los perder alguns segundos. Nas cadeias, os presos é que decidem as sentenças. Como o fizeram essa semana, quase matando com violenta surra o pai que matou sua filha. Nos presídios, há lei. A lei do mais forte, do crime, do bandido, mas as há. Fora das celas é que a impunidade campeia. É terra de ninguém. Pobres de nós, que somos pessoas de bem.

PERGUNTINHAS

Será verdade que a ausência de grandes artistas na Parada Gay do Rio de Janeiro, nesse ano, teve a ver com a falta de patrocínio com dinheiro público, via Lei Roaunet? E que nomes como Daniela Mercury, Anita, Ivete Sangallo, Cláudia Leite, Preta Gil e tantos não aparecem (só nesse ano) porque todos tinham compromissos anteriores agendados?

AUTOR: SERGIO PIRES –  COLUNISTA E JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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