Noticias

Odebrecht Engenharia & Construção agora é OEC

Mudanças no nome e na marca refletem momento de transformação da empresa

No ano em que completa 75 anos, a Odebrecht Engenharia & Construção anuncia a renovação de sua marca adotando agora as iniciais “OEC”. A nova identidade visual, desenvolvida com o apoio da consultoria Keenwork, traz as cores verde, azul e cinza e pode ser vista em todas as comunicações da empresa a partir deste mês.

O novo nome é seguido do descritivo “Odebrecht Engenharia e Construção”, que demarca seu segmento de atuação. A mudança reflete o que a empresa chama de Jornada da Transformação, com importantes avanços na sua governança, como a implementação de um novo sistema de conformidade, incorporação de conselheiros independentes, atualização e adoção de novas políticas e diretrizes, um processo de sucessão que promoveu uma nova geração de líderes, a assinatura de importantes acordos no Brasil e exterior e, por fim, o início de sua reestruturação financeira.

“Foi uma caminhada intensa que nos permitiu iniciar um processo de reconstrução de confiança e cujos resultados já estão aparecendo até mesmo na forma de importantes conquistas de novos projetos desde o ano passado”, afirma o presidente da OEC, Fabio Januário.

Além da nova marca, a empresa iniciará também em maio uma campanha de publicidade apresentando seu novo momento. Segundo o responsável por MKT Institucional da OEC, Rodrigo Vilar, essa ação reforça o compromisso de estabelecer uma relação mais próxima e transparente com a sociedade. “A empresa fez muito nesses últimos três anos e se reinventou, sem perder o que sempre teve de melhor: pessoas de conhecimento e capacidade técnica e de entrega diferenciada. A campanha é um convite para que todo interessado possa acompanhar esse processo de aprendizado e reconstrução”, afirma Vilar.

Luis Castellari, Head de Criação e Estratégia da Keenwork, explica que a nova identidade visual foi resultado de um trabalho de mais de um ano com a parceria da equipe de comunicação da OEC. “Ouvimos mais de 30 executivos da empresa em todo o mundo, realizamos workshops com a nova gerações de líderes e também conversamos com clientes e públicos estratégicos para chegar uma marca que simbolizasse a união da engenharia com a confiança na capacidade de desenvolvimento das pessoas, que está no DNA da empresa”, explica.

Obras pelo mundo – Ao longo de sua história de 75 anos, a OEC foi responsável pela execução de mais de 2.500 obras de grande porte como usinas hidrelétricas, térmicas e nucleares, além de pontes, viadutos, túneis, linhas de metrôs e trens urbanos, aeroportos, portos, ferrovias e obras industriais. Atualmente, a OEC está presente em 16 países, empregando mais de 20 mil trabalhadores de diferentes nacionalidades, em cerca de vinte obras para clientes públicos e privados.

Capacidade técnica reconhecida – Em 2018, a obra da Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo conquistou o prêmio de Honra ao Mérito, na categoria Pontes e Túneis, da publicação americana ENR. A construtora foi a única empresa brasileira entre os 22 projetos selecionados de 14 países. De acordo com os rankings divulgados pela revista, a empresa foi elencada como a 8ª no mundo entre as construtoras de plantas para segmento elétrico e a única companhia brasileira entre as 50 maiores, em termos de faturamento.

Inovação no canteiro de obras – Ao longo de seus 75 anos de história, a OEC se caracterizou por ser uma empresa voltada ao empreendedorismo e à inovação, levando aos seus canteiros de obras soluções de grande impacto na otimização de materiais, tempo de execução de serviços, soluções ambientais, entre outros, que conferem aos seus projetos qualidade técnica reconhecida internacionalmente.

A empresa assinou, no ano passado, um memorando de entendimentos com a Microsoft para cooperação e intercâmbio científico e tecnológico. O objetivo é fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento de soluções conjuntas inclusive com o uso de Inteligência Artificial, com aplicabilidade nos canteiros de obra.

Com esta iniciativa, as empresas têm a expectativa de contribuir ainda mais com a segurança para os integrantes e para as comunidades do entorno das obras, com o aumento da produtividade e com um melhor controle da conservação do meio ambiente.

Conformidade e governança – Desde julho de 2016, a OEC vem reforçando as medidas do Sistema de Conformidade e Governança. Desde que assumiu o compromisso público de combater a corrupção, a empresa criou um novo sistema mais robusto, em linha com o de empresas de capital aberto. Já foram concluídos acordos com autoridades de oito países – Estados Unidos, Suíça, Brasil, República Dominicana, Panamá, Equador, Peru e Guatemala. Outros acordos são esperados e alguns já se encontram em estágio avançado de negociações.

No início de 2018, a empresa anunciou a chegada da nova Chef Compliance Officer Margarida Smith, oriunda do americano Citibank e com larga vivência no setor de conformidade no mercado financeiro. Também foram implementadas novas medidas, como a decisão de delegar a uma empresa especializada externa a gestão do Canal Linha de Ética e a realização de avaliações (due dilligence) de todos os seus fornecedores.

Em julho de 2018, a OEC deu mais um importante passo no compromisso assumido para uma atuação ética, íntegra e transparente, firmando a “Carta Compromisso do Movimento Empresarial pela Integridade e Transparência”, iniciativa liderada pelo Instituto Ethos em parceria com o Pacto Global das Nações Unidas e da Transparência Internacional.

Presença digital – Como parte do processo de renovação e transparência a OEC lançou em 2018 canais próprios nas redes sociais Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter, Youtube, além de um blog de engenharia e um website. O objetivo é estabelecer maior conexão com estudantes e jovens profissionais.

Obras em andamento e recém-conquistadas

BR 316 – Requalificação de 10,8 KM da BR 316, no Pará, com implantação de moderno sistema de drenagem, ciclovias, paisagismo, incluindo a implementação de um sistema de BRT (Bus Rapid Transit) concectando as cidades de Belém, Ananindeua e Marituba.

Usina Termelétrica Santa Cruz – Transformação da Usina, localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz, Rio de Janeiro, em ciclo combinado, possibilitando o uso de óleo diesel e gás natural como combustíveis.

Canal do Sertão – A maior obra de infraestrutura hídrica de Alagoas terá, ao final do projeto, 250 KM de canal para transporte de água. O trecho IV, executado pela OEC, beneficiará mais de um milhão de pessoas em 42 cidades do sertão do agreste.

BRT Transbrasil – O corredor BRT Transbrasil facilitará a locomoção na principal via de acesso da Baixada Fluminense e da zona norte ao centro do Rio de Janeiro. Quando conluído, terá 15

passarelas para acesso a 15 estações do BRT, além de 6 viadutos, 50 Km de pavimento rígido, recuperação do asfalto e melhoria do sistema de drenagem em áreas com ocorrência de alagamento. Diariamente serão transportadas cerca de 900 mil pessoas.

Laúca – A Hidrelétrica de Laúca responderá por 40% de toda produção hídrica do Sistema Norte de Angola. A obra deve ser totalmente finalizada até o final de 2020 e já iniciou a geração de energia através de quatro das sete unidades geradoras.

Punta Catalina – A Termelétrica de Punta Catalina, na República Dominicana iniciou em março de 2019 a geração de energia. A usina vai trazer segurança energética ao país que, no passado, sofria com constantes apagões.

Metrô do Panamá – Construção do ramal que ligará a Linha 2 do Metrô ao Aeroporto de Tocumén, na Cidade do Panamá.

Modernização do Porto de Miami – Construção de dois novos terminais e adensamento da área de cargas do Porto de Miami.

Ampliação do Sistema de Bagagens do Aeroporto de Miami – O projeto visa melhorar a eficiência do sistema, aumentando a comodidade para as linhas aéreas e os passageiros.

Entregas realizadas em 2018 / 2019

Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo – Em abril de 2018 o consórcio firmado pela OEC, OAS e Queiroz Galvão entregou o Trecho 7 da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo. A obra recebeu o prêmio de Honra ao Mérito na premiação Global Best Projects, oferecida pela revista norte-americana ENR (Engineering News-Record).

Baixo Iguaçu – A terceira e última turbina da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu (PR) começou a operar em março deste ano. Quando for finalizada, terá capacidade instalada de 350,2 MW.

Prosub – Primeiro submarino convencional da classe Riachuelo da Marinha do Brasil foi lançado ao mar no final de 2018. O Riachuelo é o primeiro de quatro submarinos convencionais que serão entregues até 2023 e um dos principais marcos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). Projeto inclui ainda a construção de um submarino nuclear.

Via Metropolitana Camaçari-Lauro de Freitas – Uma rodovia com 11,2 quilômetros de extensão, utilizada diariamente por mais de 15 mil veículos, foi entregue pela OEC em junho de 2018. A rodovia liga dois importantes municípios da Região Metropolitana de Salvador, tornando-se o mais novo vetor de desenvolvimento da região norte da capital baiana.

Aeroporto Tocumen (Panamá) – A OEC entregou parcialmente cinco portões de embarque do novo Terminal 2, em janeiro de 2019, quando o Panamá sediou a Jornada Mundial da Juventude. O Terminal 2 foi concebido para atender uma demanda de 20 milhões de passageiros por ano. Quando estiver em pleno funcionamento, o Aeroporto posicionará o Panamá como o Hub das Américas em termos de transporte e segurança, consolidando o país como um centro logístico, comercial e turístico por meio das conexões aéreas em escala global.

Metrô Panamá – A obra foi totalmente entregue no dia 25 de abril de 2019, tendo iniciado a operação de seis estações em janeiro deste ano para atender à realização da Jornada Mundial da Juventude, evento que contou com a presença do Papa Francisco

FONTE: IBAHIA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by