Teia Digital

Desemprego cai pela quinta vez seguida – Por Silvio Persivo

Muita gente só pensa à força. “Crises e impasses, quando ocorrem, têm ao menos uma vantagem: forçam-nos a pensar” (Jawaharal Nehru).

RONDONIENSES ESTÃO SATISFEITOS COM SUA VIDA

Enquanto Rondônia se encontra entre os estado onde os eleitores estão mais satisfeitos com a vida (62%), já os eleitores do Amazonas está entre as unidades da Federação com os que se declaram mais “insatisfeitos” ou “muito insatisfeitos” com sua vida atual. Os dados são de pesquisas do Ibope, feitas no mês de agosto com eleitores em 25 estados do país e no Distrito Federal. Além do Amazonas (40%), os eleitores estão mais insatisfeitos nos estados do Rio de Janeiro (40%), Roraima (39%), Bahia (38%), Amapá e São Paulo (ambos com 35%).  Em todos os estados e no DF, mais da metade dos eleitores ouvidos se declaram “satisfeitos”, mesmo se considerada a margem de erro (de 3 pontos percentuais para mais ou para menos). Numericamente, o maior valor de eleitores que se declaram “satisfeitos” é no Ceará (69%) e o menor no Rio de Janeiro e no Amazonas (53%). Com a soma das categorias “satisfeito” e “muito satisfeito”, os estados onde os eleitores numericamente declaram maior satisfação são Ceará (77%), Piauí (73%), Paraíba e Alagoas (72%), e Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Maranhão e Paraná (71%). Nas pesquisas, o Ibope questionou aos eleitores com a pergunta: “Como o(a) senhor(a) diria que se sente com relação à vida que vem levando hoje?”. As cinco respostas possíveis eram “muito satisfeito”, “satisfeito”, “insatisfeito”, “muito insatisfeito”, “não sabe / não respondeu”.

SAÚDE É A MAIOR INSATISFAÇÃO DOS ELEITORES

A mesma pesquisa do Ibope constatou que a saúde é o problema mais citado pelos eleitores de 25 estados e do Distrito Federal.  Mesmo se considerada a margem de erro (de 3 pontos percentuais para mais ou para menos), a saúde fica com o 1º lugar em número de menções em todos os locais pesquisados. Apenas em Minas Gerais ainda não foi divulgada uma pesquisa Ibope após o registro dos candidatos nas eleições deste ano. Numericamente, ao menos 70% dos eleitores declaram a saúde como uma das três áreas que a população dos estados enfrentam maiores problemas, exceto em Alagoas, onde ela é citada por 42% dos entrevistados. O maior índice é verificado no Rio Grande do Norte (89%), seguido de Rondônia (84%) e Amazonas (83%). Em suas pesquisas, o Ibope apresentou uma lista de áreas e pediu que os eleitores elencassem as três em que o estado estivesse enfrentando os maiores problemas.

CAMPEONATO RONDONIENSE DE XADREZ

Entre os dias 15 e 17 de novembro, em Porto Velho,  a Casa de Cultura Ivan Marrocos será palco do Torneio Aberto de Xadrez dentro do Campeonato Rondoniense, que será definido no dia 18 numa prova de fogo entre os 8 melhores classificados de Rondônia. O evento é promovido pela Federação Rondoniense de Xadrez, que objetiva a movimentação de rating CBX (Confederação Brasileira de Xadrez) / FIDE (Federação Internacional de Xadrez) e FRX (Federação Rondoniense de Xadrez), que convida a todos, em especial os  apaixonados pela arte, tática e estratégia, para participar desta nova fase da FRX (Federação Rondoniense de Xadrez).

III ENCONTRO DE ENSINO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO DA AMAZÔNIA

O Programa de Pós-Graduação Mestrado em Administração (PPGMAD) e os Departamentos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Ciências da Informação da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) promoverão, no período de 17 a 19 de outubro de 2018, em Porto Velho, o III Encontro de Ensino e Pesquisa em Administração da Amazônia (EnEPA). As inscrições para o III EnEPA estão abertas até o dia 30 de setembro de 2018 para os autores de trabalhos aprovados e até o dia 10 de outubro de 2018 para os interessados em participar do evento. A Conferência de Abertura, no dia 17 de outubro, será proferida pelo professor doutor José Roberto Kassai (FEA/USP), que abordará o tema ”Relato Integrado e Sustentabilidade”. As Conferências dos dias 18 e 19 terão como temas, respectivamente, “Marketing Digital e a Convergência Tecnológica: características de consumo multifuncional para a Amazônia Legal”, proferida pelo professor doutor Emilio Jose Monteiro Arruda Filho (UNAMA-FUMEC), e “O novo Consumidor na Era Digital”, ministrada pela professora doutora Ana Augusta Ferreira de Freitas (UECE). O objetivo do III Encontro de Ensino e Pesquisa em Administração da Amazônia é oportunizar o debate e a troca de experiências entre pesquisadores, docentes, discentes de pós-graduação e discentes de graduação de Administração, Contabilidade, Ciência da Informação e Economia. Para mais informações acesse  http://www.enepa.unir.br/.

FÓRUM DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NA UNIR

A Diretoria de Educação a Distância (DIRED) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) promoverá o Fórum de Educação a Distância, com o tema “Institucionalizando a EAD na UNIR”. O evento acontecerá nos dias 4 e 5 de outubro de 2018, das 8h às 12h e das 14h às 18h, no auditório da DIRED, no Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho.

DESEMPREGO CAI PELA QUINTA VEZ SEGUIDA

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,1% no trimestre encerrado em agosto, porém, isto  ainda representa 12,7 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A boa notícia é que se trata da quinta queda mensal seguida e da menor taxa de desemprego registrada no ano. O contingente de desempregados é 4% menor que o registrado no trimestre encerrado em maio (529 mil pessoas a menos). Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando havia 13,1 milhões de desempregados no país, a população desocupada caiu 3,1% (menos 406 mil pessoas). O resultado ficou ligeiramente melhor do que a média das expectativas do mercado que esperava  uma taxa de 12,2%.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR, JORNALISTA E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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