Esporte

Painel Politico -TRE libera Ana da 8 e Garçon; Pai de Gurgacz está fora.

Indeferido

O Tribunal Regional Eleitoral indeferiu, nesta quarta-feira por unanimidade, o pedido de registro de candidatura de Assis Gurgacz, que pretendia uma vaga de 1º suplente na chapa de seu filho, o senador Acir Gurgacz. A Corte entendeu que ele não preenche os requisitos de elegibilidade em função de condenação.

Deferido

Lindomar Garçon, ex-deputado federal conseguiu, também por unanimidade, o registro de sua candidatura e vai disputar uma das 8 vagas na Câmara Federal. Ele compõe a mesma coligação de Lúcio Mosquini, Nilton Capixaba e Marcelo Bessa.

Falando em Bessa

Tem muita gente querendo saber de onde está vindo o dinheiro de sua campanha. Até onde se sabe, Bessa é servidor público federal (assalariado), não tem bens substanciais (declarou um lote em Campina Grande, na Paraíba e um Honda Civic 2012). Porém, pretende gastar R$ 3 milhões em sua campanha. E mais, montou comitês em Porto Velho e outros municípios e vem cooptando lideranças para sua candidatura. Quem acompanha o cotidiano político sabe bem que liderança, combustível e material de campanha não vem de graça.

Ainda os julgamentos

Na sessão de terça-feira que concedeu o registro de candidatura de Expedito Júnior vale ressaltar o trabalho dos advogados do agora candidato ao governo. Diego Vasconcelos e Marcio Nogueira conseguiram, através de argumentos bem embasados, expor para a Corte a complexa situação de forma suscinta. Quem tinha dúvidas sobre o caso as deixou de lado na sustentação oral. Vasconcelos, que fez especialização na universidade americana de Harvard ano passado, obteve uma importante vitória diante de uma situação que parecia perdida, afinal, eram muitas forças contrárias ao deferimento desse registro.

Chapa completa

Carlos Magno, deputado federal que concorre a vice-governador na chapa de Jaqueline Cassol também conseguiu obter seu registro de candidatura. O Solidariedade, que vinha causando uma confusão danada no cenário eleitoral vai manter coligação com PSD e PEN na proporcional. Quem também conseguiu o registro e estava esfuziante em seu perfil no Facebook era a deputada Ana da 8, que disse, “Deus é fiel , estou definitivamente registrada na campanha estamos de pe no chão,acho só que quem dizia tanto de mim, deveria votar agora em mim e reconhecer que estou pronta pra continuar meu trabalho”.

Olha essa

O candidato derrotado nas últimas eleições do Sindicato dos Urbanitários (SINDUR) Raimundinho Viana encaminhou e-mail com uma série de questionamentos sobre os gastos da atual diretoria. Segundo ele, a prestação de contas referente ao exercício de 2013, encaminhado por e-mail em 9 de junho deste ano, é cheia de anomalias, entre elas o fato do sindicato gastar cerca de R$ 2.600 por mês com assessoria de imprensa. Segundo Raimundinho, “quase a totalidade das matérias já vem prontas, elaboradas pela Federação”.

Ele também

Questiona os gastos na totalidade. Segundo ele, foram pouco mais de R$ 2 milhões e o sindicato não apresenta resultados satisfatórios. Ele enumerou 11 pontos em seu e-mail e pede esclarecimentos ao presidente, Nailor Gato.

Ibope

O IBOPE começou a trabalhar nesta terça-feira nas principais cidades rondonienses em uma pesquisa que deverá ser divulgada no final de semana, provavelmente sábado, pela TV Rondônia. Esta é a primeira de três pesquisas no primeiro turno. 812 pessoas estão sendo ouvidas. As sondagens são para a intenção de voto ao Governo, Senado e ainda para aferir a rejeição do Governo e do governador.

Encolheu

Pesquisa realizada por entidades ligadas às micro, pequenas e médias empresas da indústria, comércio e serviços de Rondônia indica uma queda grande de faturamento e desemprego no setor. Foram ouvidos 120 empresários e 68,67% registraram perda da lucratividade, sendo que apenas 2,42% deles aumentaram os lucros. A pesquisa também constatou uma queda de 14,90% do número de postos de trabalho. No período em análise, 31,93% das empresas ficaram com o quadro de pessoal estável, 15,12% contratararam novos funcionários e os demais, 14,90% , demitiram. A pesquisa foi feita em Ariquemes, Cacoal, Cerejeiras, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rolim de Moura e Vilhena, comparando os meses de janeiro a maio de 2013 com o mesmo período de 2014. Das empresas abordadas, 29,16% são da Capital e 70,83% do interior do Estado.

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Tomar aspirina diariamente por 10 anos reduziria ‘drasticamente’ risco de câncer

Além de estancar a dor e diminuir febres, cientistas descobriram o que seria mais um benefício da boa e velha aspirina. De acordo com um estudo da Universidade Queen Mary de Londres, o hábito de tomar ao menos um analgésico por dia poderia reduzir drasticamente os riscos desenvolver de câncer. Ao longo de um período de 20 anos, mais de 130 mil mortes poderiam ser evitadas somente no Reino Unido, segundo a pesquisa. A aspirina foi originalmente desenvolvida como um analgésico para a febre e inflamação há mais de um século. Mas ao longo dos anos, o remédio também provou ser útil para reduzir os riscos de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais. Por outro lado, doses exageradas de aspirina também causariam sangramento do estômago, fatal em alguns casos. Mas a equipe de cientistas da Universidade Queen Mary considera que seus benefícios superam os malefícios. Para isso, pacientes teriam de tomar aspirina por um período entre cinco anos e 10 anos. Pessoas de 50 a 65 anos, por exemplo, deveriam ingerir regularmente comprimidos de baixa dosagem, de 75mg. Os resultados são promissores, garantem os cientistas. A aspirina conseguiria reduzir casos de câncer de intestino em cerca de 35%, e as mortes, em 40%. O remédio também rebaixaria as taxas de câncer de esôfago e estômago em 30%, e as mortes por eles, em até 50%

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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