Teia Digital

RECORDE: Este ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas – por Silvio Persivo

Somos só os fantoches dos sentimentos. “O que se faz por amor acontece sempre além do bem e do mal” (Friedrich Nietzsche).

SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS DE RONDÔNIA TEM INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ DIA 18 DE SETEMBRO

O prazo para inscrições para o 13º Salão das Artes Plásticas de Rondônia se encerra na próxima segunda-feira (18). A seleção promovida pela Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) está aberta à participação de artistas plásticos residentes em todo o território nacional que produzam arte contemporânea, nas categorias desenho, pintura, gravura, escultura, objetos artísticos, instalações, fotografia, vídeo e arte digital. Vinte artistas serão selecionados, deste total, sete serão premiados com o valor de R$ 7 mil, e os demais serão homenageados com menção honrosa. Os artistas podem comparecer à Casa da Cultura Ivan Marrocos para se inscrever ou encaminhar os documentos necessários para o endereço Casa da Cultura Ivan Marrocos, avenida Carlos Gomes, bairro Caiari, CEP: 78900-030, Porto Velho – Rondônia. Mais informações podem ser obtidas na Casa Da Cultura Ivan Marrocos por meio do telefone 69 3216-5138, de segunda a sexta das 9h às 18h e sábado das 8h as 12h.

XII JORNADA CIENTÍFICA CEDSA

O Centro de Estudos Interdisciplinar em Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (CEDSA), vai realizar, no período de 22 a 24 de novembro de 2017,  no campus de Porto Velho, o Campus José Ribeiro Filho, a XII Jornada Científica CEDSA, que terá como tema “Desenvolvimento Urbano Sustentável na Amazônia”. O tema decorre do ritmo de crescimento e urbanização na Amazônia e da necessidade de debates e estudos de alternativas em prol do desenvolvimento que satisfaça as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras. As inscrições estão abertas até 22 de novembro de 2017:http://www.eventos.unir.br/index.php/jornadacedsa/xiijornadacedsa/schedConf/registration e as submissões de trabalhos até o dia 08 de outubro de 2017: http://www.eventos.unir.br/index.php/jornadacedsa/xiijornadacedsa/author/submit. Para inscrições e submissões, é necessário efetuar o cadastro no Portal de Eventos da UNIR. Outras informações podem ser obtidas na página www.jornadacedsa.unir.br.

GOVERNO DO AMAZONAS ESTIMULA O CONSUMO DAS FAMÍLIAS

A economia amazonense, que tem tido sinais positivos nos dois últimos meses, inclusive o crescimento do comércio varejista de 3% em agosto, pode ter uma nova injeção de animo com a injeção prevista para amanhã e depois, 14 e 15, quinta e sexta-feira, respectivamente, de R$ 90 milhões como mais uma parte do 13º salário do funcionalismo público do Estado. A quantia representa 30% e soma-se a outros 30% pagos no mês de junho. O Estado é o maior empregador de mão de obra da economia e segundo o economista Rodolpho Bentes, da Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas) afirma  que  “Essa injeção de fundos na economia vai ajudar a fomentar diretamente o consumo das famílias, a formação de poupanças e a redução de dívidas”. O governador David Almeida disse que “A antecipação de 60% do 13º salário demonstra o equilíbrio fiscal, orçamentário e de despesas do Estado”.

SAFRA RECORDE DE SOJA

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) este ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas, de acordo com a estimativa do  Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2017 com um crescimento de 30,4% em relação ao ano passado, alavancado pela soja. Mas, apesar do crescimento, a projeção de agosto é, no entanto, 0,5% inferior ao levantamento de julho, ou seja, 1,2 milhão de toneladas a menos do que o IBGE previu.  Com elevação esperada de 19,6% em relação a 2016, a produção de soja deve ter safra recorde de 115 milhões de toneladas. Para o milho, que deverá ter aumento de 54,7% na produção, também é aguardado  resultado recorde, de 98,4 milhões de toneladas. Também é considerada ainda alta na produção do arroz (16,2%).

EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA CRESCEM

As exportações de carne bovina tiveram um crescimento superior a 31% em julho, um faturamento de US$ 540 milhões, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC). No mês passado, foram embarcadas  129 mil toneladas, o que é  um incremento de 22,9% se comparado com os resultados obtidos em julho do ano passado. Além disto, as exportações de carne bovina in natura tiveram um aumento de 38,5% na comparação com julho de 2016, alcançando US$ 451 milhões em faturamento. Em volume foram mais de 106 mil toneladas, o que representa uma alta de 29,5% sobre o total dos embarques realizados no mesmo mês do ano passado. Nos sete primeiros meses deste ano, nas exportações de carne bovina in natura, o Brasil obteve um faturamento que ultrapassa US$ 2,6 bilhões, o que indica acréscimo de 3,1% sobre o faturado no mesmo período de 2016.

BRASIL DEVE SE BENEFICIAR DE DEMANDA ADICIONAL DE SOJA DA CHINA

Mesmo com um crescimento econômico mais lento, a China terá uma demanda adicional de 35 milhões de toneladas de soja em dez anos, segundo o banco holandês Rabobank, que joga com a possibilidade do Brasil absorver 80% desta demanda adicional. Se a previsão se confirmar, serão 28 milhões de toneladas a mais dos portos brasileiros para o mercado chinês – o que, considerando o preço médio para o grão exportado em agosto, representa US$ 10,52 bilhões.  O estudo, assinado por Lief Chiang e Victor Ikeda, indica que a demanda chinesa crescerá ancorada na urbanização e consolidação da pecuária, especialmente do segmento de produção de suínos. A população urbana chinesa deverá sair de 56% para 65% do total do país em 2020, o que significa 150 milhões de pessoas a mais nas cidades. Nesse cenário, a importação de soja do país asiático deve sair de 91 milhões de toneladas no ciclo 2016/17 para 125 milhões de toneladas em 10 anos.  Na comparação com os Estados Unidos e Argentina, o Brasil – que já envia 80% da soja que exporta ao mercado chinês – é o país em melhores condições para atender a demanda da China.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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