Teia Digital

No Amazonas, o primeiro mês do ano não foi bom para o comércio – por Silvio Persivo

“O amor é uma aposta, insensata, pela liberdade. Não a minha, a alheia” (Octavio Paz).

DIÁRIO OFICIAL AGORA É DIGITAL

O Diário Oficial do Governo (DIOF) do Estado de Rondônia foi criado em em 31 de dezembro de 1981, nove dias depois do estado que seria instalado em 4 de janeiro de 1982, e era vinculado à Secretaria e Estado da Administração. Desde 1982 circulava em versão impressa, que, agora, fica restrita ao Palácio Rio Madeira e ao Arquivo do Estado. Segundo o diretor do DIOF, Wilson Dias de Souza, desd’o último dia 15 deste mês, todas as publicações agora têm validade em edições digitais. A equipe terá 90 dias para fazer todas as adequações e neste modo online, o DIOF proporcionará uam economia total de R$ 1,5 milhão por ano.  A nova tecnologia também oferece a certificação digital, que se aplica aos conteúdos das edições impressas de 2015 e 2016. A Imprensa Oficial funciona hoje numa sala na Torre Pacaás Novos do Palácio Rio Madeira onde exibe placas indicativas do administrativo, financeiro, direção e diagramação. É nela que se concentra a equipe de 12 pessoas, três das quais são responsáveis pela formatação.

PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA FOI RECONDUZIDO

O Governador do Estado de Rondônia, Confúcio Aires Moura, assinou decreto na quinta-feira, dia 16 de março, nomeando o Procurador de Justiça Airton Pedro Marin Filho para o exercer o cargo de Procurador-Geral de Justiça para o biênio 2017-2019.

CONCAFÉ DE RONDÔNIA

A segunda edição do concurso de qualidade e sustentabilidade do café, que leva o nome de Concafé de Rondônia, será lançada na próxima segunda-feira (20), a partir das 15h, no auditório da Governadoria, no 9º andar do Edifício Pacaás, no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho. O concurso foi instituído para identificar e premiar produtores de café de Rondônia incentivando um maior investimento em tecnologias para a melhoria da qualidade da cultura na região. O concurso foi realizado pela primeira vez no ano passado e, na sua segunda edição, abre caminhos para aprimorar a excelência da produção de café no estado. Para o governo estadual, tão importante quanto aumentar a produção de grãos é melhorar a qualidade do produto, assim, a expectativa é que este ano mais de três milhões de mudas de Conilon sejam distribuídas para os pequenos produtores rurais. As inscrições para o Concafé estarão abertas a partir do dia 10 de abril nos escritórios locais da Emater-RO em todos os municípios. Serão R$ 25 mil em prêmio distribuídos para as três primeiras colocações, na categoria qualidade da bebida e no melhor café produzido com sustentabilidade em Rondônia. O produtor interessado em participar do Concafé de Rondônia poderá, em breve, acessar o regimento do concurso no portal da Emater-RO pelo endereço: www.emater-ro.com.br.

DEFESA DO CONSUMIDOR

Como parte da comemoração do Dia Internacional do Consumidor (dia 15 de março), o Programa de Defesa do Consumidor em Rondônia (Procon-RO) divulgou que  cerca de 85% dos problemas registrados são solucionados com agilidade pelo órgão. Segundo o coordenador estadual do Procon, Rui Costa, o Procon Rondônia, hoje, é mais ágil em apresentar soluções e, com a credibilidade, aumentou a procura dos rondonienses pelo Procon. ‘‘Em Porto Velho, nós temos uma média de 150 atendimentos por dia, enquanto que em 2010, eram cerca de 40’’. Segundo ainda o Procon, em 2015 foram realizados em todo o estado cerca 30 mil atendimentos, e subiu para 43 mil consumidores atendidos em 2016.

VAREJO DO AMAZONAS SENTE A CRISE

No Amazonas, o primeiro mês do ano não foi bom para o comércio. É o que revela a divulgação de que o setor foi o que mais perdeu vagas formais com 3.011 pessoas contratadas com carteira assinada contra 3.921 que perderam ocupação, totalizando 910 postos de trabalho perdidos em janeiro.  O resultado foi puxado principalmente pela atividade varejista que encerrou 1.124 empregos. Em janeiro de 2016, o comércio chegou a fechar 1.855 vagas, quando houve 2.734 contratações e 4.589 desligamentos no período. Nos últimos 12 meses o índice do comércio amazonense se manteve negativo ao contabilizar 37.475 contratações contra 39.938 rescisões contratuais. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Ainda assim os empresários do comércio acreditam que com as medidas econômicas adotadas pelo governo federal no segundo semestre de 2017 deve haver uma melhora e novos investimentos.

OUTRA NOVELA DE TRANSPOSIÇÃO

A  inauguração do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, no município de Monteiro, na Paraíba, foi, sem dúvida, uma amostra do non sense de nossos tempos. O presidente Michel Temer abriu as comportas que liberaram a água no trecho final do projeto, mas, um grupo de duzentos militantes organizados se postou para proferir palavras de ordem contra o governo portando cartazes e faixas com “Obrigado Lula” e “Fora Temer”. Fora eles, por costume, vão repetir para qualquer um, mas, se ninguém vai negar que a obra começou no governo do ex-presidente Lula da Silva também não se pode negar que até Dilma sair se arrastava, faltando 30% para concluir, ou seja, a  gestão Temer tem seus méritos tanto que está concluindo as obras e inaugurando os trechos finais. E quem pagou, de fato, foi o dinheiro público, de impostos. Mas, Temer se saiu bem, pois, na sua fala afirmou que  “Agradeço ao pessoal lá fora. São a revelação da democracia que estamos vivendo. E, como estão no sol, no final vão se banhar nas águas do São Francisco”, disse. Também reforçou ser resistente a críticas. “ Como já disse dom Hélder Câmara, Sou como cana na moenda: por mais que seja espremido, só consigo dar doçura”. Aí já são outros cem. Mas, a novela da transposição do rio ainda está por terminar. Iniciadas as obras, efetivamente, em 2007 somente agora inauguraram um dos eixos. Ainda falta o Eixo Norte, que se espera seja concluído até o final do ano.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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