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COLUNA TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO – Porto Velho renova presença no mapa do Turismo Brasileiro

Ela acreditava muito na humanidade. “A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele” (Hannah Arendt).

PORTO VELHO RENOVA PRESENÇA NO MAPA DO TURISMO BRASILEIRO

Quando Porto Velho completa 112 anos (sexta-feira, 2 de outubro), com um bolo de 112 metros e apresentação aérea sobre o Rio Madeira e shows nacionais no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, também dá mais um passo estratégico para o fortalecimento de um dos seus principais vetores econômicos, o turismo. O município renovou o seu cadastro no Mapa do Turismo Brasileiro, um importante instrumento coordenado pelo Ministério do Turismo que faz parte de um dos pilares do Programa de Regionalização do Turismo. Com a atualização, que possui validade de um ano, o município consolida sua participação nas políticas federais. No estado de Rondônia, 10 dos 52 municípios integram atualmente o Mapa do Turismo Brasileiro, distribuídos em 6 regiões turísticas reconhecidas. Para integrar o Mapa do Turismo Brasileiro, os municípios precisam atender aos critérios estabelecidos por meio de ato normativo (Portarias MTur nº 1/2026 e nº. 05/2026). Entre eles estão a existência de um órgão oficial responsável pelo ramo; a previsão de recursos orçamentários ao setor; o funcionamento ativo do Conselho Municipal de Turismo; e a presença de prestadores de serviços turísticos inscritos no Cadastur, sistema do ministério que reúne pessoas físicas e jurídicas que atuam no segmento, garantindo acesso a programas, incentivos e políticas públicas da pasta.

FALTAM 06 DIAS PARA A EXPO TURISMO RONDÔNIA 2026!

Estamos na contagem regressiva para o maior evento estadual do turismo. Daqui a alguns dias, Porto Velho será palco de três dias de experiências, cultura, gastronomia, turismo, negócios e muitas conexões. Prepare-se para viver de perto tudo o que faz de Rondônia uma verdadeira Terra de Encontros. Vem aí, nos dias 08 e 09 de outubro- das 14h às 22h e no dia 10 de outubro- das 10h às 18h, no Complexo Madeira-Mamoré, a Expoturismo 2026.  Marque na sua agenda, vá viver esta notável experiência e prestigie um segmento que precisa crescer para o desenvolvimento de nossa economia.

A ELEIÇÃO QUE VAI FECHAR UM CICLO

A eleição presidencial está aí, batendo à porta com a delicadeza de uma cobrança vencida. De um lado, Lula, incumbente e candidato à reeleição; do outro, Flávio Bolsonaro, senador. As pesquisas, prudentes como quem atravessa a rua olhando para os dois lados, não autorizam ninguém a anunciar o resultado antes da hora. Há competitividade, há projeções, há quem enxergue até a possibilidade de decisão no primeiro turno- tudo, naturalmente, sujeito a chuvas, trovoadas e ao eleitor que resolve mudar de ideia na fila da urna. A abstenção também entrou na conversa, embora ninguém saiba direito que papel vai representar. É uma variável importantíssima, dessas que todos citam com ar grave e ninguém consegue medir com segurança. No domingo, pode ser decisiva; até lá, permanece no confortável cargo de incógnita.  Lula chega à disputa com uma carreira de décadas e uma passagem pelo governo que, como toda longa temporada, deixou contas a pagar. A principal delas aparece na rejeição. Em certos setores, o antipetismo já não é apenas discordância política: virou sentimento de portão fechado, janela trancada e cachorro avisado.  Mas há um detalhe que nenhuma urna parece capaz de apagar: qualquer que seja o resultado, o ciclo eleitoral de Lula caminha para o fim. Se vencer, vencerá com a faixa presidencial e uma mochila cheia de pedras. Terá pela frente um Congresso mais forte e inclinado à direita, além da velha obrigação de manter as contas públicas de pé enquanto todo mundo puxa a toalha para o próprio lado. Será governo – e, ao que tudo indica, governo com a oposição sentada à mesa, na cabeceira e talvez até com a chave da despensa.  Se perder, o desfecho será melancólico. Não porque a política seja dada a finais elegantes, mas porque a carreira que atravessou tantas décadas poderá encontrar ali sua última grande estação, sem um horizonte muito promissor à frente. Eis a vitória de Pirro: ganhar pode custar tanto quanto perder.

COMO O ENSINO SUPERIOR FAZ DIFERENÇA

É evidente que o ensino superior mudou muito (não no Brasil, infelizmente) e, por mais que ignorância nacional pregue que diploma não é importante com as exceções que dão certo, na verdade, se formos olhar para a experiência chinesa veremos que, nos tempos atuais, a China possui com 270 milhões de pessoas com formação de ensino superior, quase uma em cada cinco pessoas da população. Segundo o Ministério da Educação a taxa bruta de matrícula no ensino superior da China atingiu 61,3% em 2025, com um total de 48,73 milhões de matrículas. Porém, aqui a grande diferença, à medida que o país expande o ensino superior se ajusta às mudanças demográficas e à evolução da demanda por talentos. Diferente daqui (onde se criam problemas para o professor participar do mercado) lá as universidades ajustam os programas acadêmicos e melhoram a estrutura e a qualidade do ensino superior para atender melhor às necessidades de desenvolvimento e à demanda do setor produtivo. Não é como no Brasil onde se distribui diploma sem uma mensuração efetiva da qualidade do ensino.

FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL POR 

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