Teia Digital

DESEMPREGO É A MAIOR PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO – por Silvio Persivo

Sobre camelos & escritórios. “Além disso, deveis caminhar como um camelo, tido como único animal capaz de ruminar e caminhar simultaneamente. Quando um certo viajante pediu à criada de Wordsworth que o levasse até ao escritório do seu amo, ela retrucou: ‘A biblioteca é aqui, mas o escritório é ao ar livre’” (Henry David Thoreau).

INAUGURADA A TRAVESSA MANELÃO

16507166_10206739656570061_1953285035_nFoi uma festa a inauguração da Travessa Manelão, em frente ao Mercado Cultural, ontem, quinta-feira, 02 de fevereiro, às 9h, com a presença da presidente da Banda do Vai Quem Quer Siça Andrade, filha do grande general da banda. Manuelão, o Manoel Mendonça, foi o fundador do maior bloco de carnaval de rua do Norte, daí, a merecida homenagem. Na ocasião também foi feito o lançamento oficial da camisa de 2017 e o lançamento do livro “As Periécias do General”, que conta as histórias de Manelão, de autoria do emérito Silvio Santos, dublê de artista (compositor) e jornalista, agora, também escritor. O livro conta ainda com maravilhosas ilustrações do João Zoghbi. O nosso querido Euro Tourinho participou da festa e recebeu das mãos de Silvio Santos o livro que começou a ler e já considera divertido e memorial.

REVISTA ACADÊMICA

downloadRecebi, e agradeço, do jornalista Reis de Souza, a Revista Acadêmica, órgão oficial da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias, relativa à Dezembro de 2016 -Ano 23- Nº 40, que questiona em sua principal matéria “A quem interessa a agitação estudantil”, mas, que traz também interessante artigo de Aluizio Cândido de Siqueira sobre Osório Duque Estrada e controvérsias sobre o Hino Nacional. Como sempre a Revista Acadêmica prima pelo livre pensamento, qualidade e diversidade. Parabéns ao notável jornalista pela obra que tem muita de sua notável capacidade de recolher e divulgar trabalhos relevantes.

OUTROS AGRADECIMENTOS

Também não posso me furtar de asilviogradecer ao recebimento da revista Tradição, no seu nº 407, de novembro de 2016, de propriedade da Vitrine Propaganda Ltda. O editor é o Jorge Fregadolli que colocou na capa a foto do ministro da Saúde, Ricardo José Magalhães de Barros, juntamente com a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, quando foram clicados juntos na festa de aniversário do ministro. A revista aborda aspectos políticos e sociais relevantes da maravilhosa cidade de Maringá, no Paraná, e é, sem dúvida, muito bem feita. Outro agradecimento, embora muito tardio, por conta de problemas de correio, é devido à revista quadrimestral de saneamento ambienta, a ECOS, no seu nº 38-Ano 22-Maio de 2016, que aborda a questão da “Eficiência Energética: Um desafio para o saneamento”. A revista uma publicação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre- Gabinete de Comunicação Social, além de bem feita visualmente, possui um encarte estritamente técnico, sob a direção competente na coordenação de jornalismo de Roberto Alves d’Azevedo.

VARIAÇÃO DE PRODUTOS DE VERÃO
icon-chipA InfoPrice (www.infopricesa.com.br), empresa de inteligência de mercado, , mapeou os valores de produtos com alto consumo no verão, como água de coco em caixinha 1l, isotônicos de 500ml, farinha de tapioca de 500 mg, pote de sorvete de 1,5l, repelentes de 200ml e protetor solar de 200ml. A maior variação encontrada foi de 188% no preço da água de coco em caixa 1L, que era negociada de R$ 3,99 em Fortaleza (CE) a R$ 11,50 no Rio de Janeiro. Realizada na segunda semana de janeiro, em 19 municípios de 12 estados brasileiros, a pesquisa mostra uma diferença de preços por cidade significativa. Outro campeão de vendas no verão, o Protetor solar de 200 ml foi encontrado de R$ 19,99, em Recife (PE), a R$ 54,90, em Belo Horizonte, o que representa uma variação de 174%. Discrepância similar foi observada nos valores do repelente de 200ml: em Aracaju (SE), o repelente de 200ml foi encontrado a R$ 6,29 e, em São Sebastião (SP), a R$ 17,25. Os moradores de Aracaju pagam mais barato também no pote de sorvete de 1L. O preço desse produto variou de R$ 9,99, na capital de Sergipe, a R$ 24,25 em João Pessoa (PB), uma diferença de 143%. Ao observar os preços da farinha de tapioca de 500g, a pesquisa encontrou variações de 125%, sendo vendida a R$ 3,99 em São Sebastião e a R$ 8,98 no Rio de Janeiro. Porto Velho não se encontrava no levantamento, mas, a água de coco em caixa de 1 litro varia nos supermercados de R$ 8,20 até R$ 9,90, ou seja, quase no andar de cima.

DESEMPREGO É A MAIOR PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO

mercadodetrabalho_02Segundo a Confederação Nacional da Indústria-CNI ressalta no seu site, o brasileiro terminou o ano de 2016 mais preocupado com o desemprego. Mais de quatro em cada dez entrevistados (43%) dizem que o desemprego está entre os dois principais problemas do país. Completando o alto da lista, se encontram empatados em segundo lugar a saúde e a corrupção, que foram lembrados como um dos dois principais problemas por 32% da população.

SORTEIO ELETRÔNICO
16336189O ministro Edson Fachin foi sorteado ontem, quinta-feira (2), o novo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Por coincidência foi quem pediu para entrar e o último a ser escalado para a turma do sorteio eletrônico.

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ABIMAQ ESPERA UMA ALTA DE 5% NAS RECEITAS DO SETOR

dinheiroDepois de quatro anos consecutivos de queda no faturamento, a indústria de máquinas e equipamentos, prevê um crescimento de 5% na receita líquida neste ano, em um cenário otimista, segundo a Associação da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Seu presidente executivo, José Velloso, afirma que a mesma proporção de crescimento pode ser esperada para o consumo aparente, que mede as vendas no mercado interno e as importações. Ele pondera, no entanto, que isto não representa uma retomada significativa. “Hoje somos, em termos de receita, 50% do que fomos em 2013″, afirma, destacando que uma expansão desta ordem não compensa a queda dos últimos anos. As melhores expectativas se concentram no segmento de máquinas agrícolas, com previsão de uma alta de 15% no faturamento. Bens de capital para infraestrutura e para a indústria de óleo e gás, destaca, estão entre as mais impactadas e não se espera uma melhora antes de 2018.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

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