Rondônia

Capital: “Chega de Sofrimento”: Empresária Luciana Colares Cobra Plano de Emergência para Salvar a Saúde Estadual

Luciana Colares denuncia crise na saúde estadual de Rondônia: “Dinheiro tem, o que falta é gestão”

Porto Velho, RO:  Diante da situação cada vez mais desesperadora dos serviços públicos de saúde no Estado de Rondônia, a empresária Luciana Colares fez um apelo comovente às autoridades estaduais e municipais: “o povo sofre, as mães aguardam por atendimento por mais de 12 horas nas filas, e até agora não há uma resposta concreta”, no João Paulo II os corredores estão lotados. Pacientes no chão. Para ela, “dinheiro tem, o que falta é gestão pública responsável e humana”.

Os números oficiais evidenciam que o Estado não está em penúria financeira. A Lei Orçamentária Anual (LOA) de Rondônia aprovou um orçamento total que saiu de aproximadamente de treze, vírgula quatro bilhões de reais  em 2023 para mais de 17,2 bilhões  em 2025, com previsão de R$ 18,6 bilhões para 2026, um crescimento contínuo ao longo da gestão do governador Marcos Rocha. Parte desse orçamento é dirigida aos serviços de saúde públicos, com mais de R$ 2,5 bilhões previstos apenas para a área de saúde em 2026.

Mesmo com esses recursos, para Luciana Colares a realidade no atendimento à população “parece não ter mudado para melhor”. Relatórios e registros apontam que, apesar de campanhas oficiais de ampliação de cirurgias e exames, a sensação de caos persiste nas portas dos hospitais e unidades estaduais , onde pacientes continuam aguardando longas jornadas sem atendimento adequado. A situação é especialmente dramática para mulheres, idosos e gestantes que enfrentam horas intermináveis nas filas da saúde pública sem garantias de atendimento no mesmo dia.

O Coronel  Jeferson secretário de estado da saúde, e o governador Marcos Rocha, não tem um plano para  a saúde estadual, eles administram o dia   a dia, isso é muito pouco, disse a empresária.

Algumas medidas de pouco impacto foram tomadas. Ainda assim, essas iniciativas não têm sido suficientes para eliminar as filas, e muitas pessoas continuam sofrendo mais tempo do que deveriam. Médicos e trabalhadores da saúde também denunciam defasagens salariais e falta de estrutura, agravando ainda mais a crise sob a ótica do atendimento diário.

Luciana Colares condena a discrepância entre os números vultosos no papel e a realidade de quem dorme nas filas das unidades de saúde: “enquanto as famílias choram nos corredores e filas ao relento , os recursos não se traduzem em atendimento digno e humano”. Para ela, “os rondonienses não estão pedindo luxo, apenas o direito constitucional a um atendimento de saúde que funcione”.

Com o agravamento desse quadro, Colares conclama uma ação imediata das autoridades estaduais para criar um plano de urgência que, de fato, minimize a dor da população  especialmente das mães que, desesperadas, passam mais de meio dia em filas por um atendimento que parece nunca chegar.

Da  Redação : Folha Rondoniense

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