Cidades

CAPITAL: Programa Salvando Vidas vai capacitar servidores nas escolas municipais

Profissionais lotados nos colégios vão receber treinamento em primeiros socorros

Promovida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio de parceria entre as Secretarias Municipais de Educação (Semed) e de Saúde (Semusa), e pensando em possíveis circunstâncias emergenciais como engasgo, desmaio, queda, convulsão e até mesmo ataque alérgico envolvendo as crianças matriculadas nas escolas municipais, será ofertada a formação de primeiros socorros direcionada a gestores, professores e profissionais de apoio escolar que atuam diretamente nas unidades de ensino.

Essa formação faz parte do recém-lançado programa “Salvando Vidas”, que vai promover encontros formativos que contam com o apoio de instituições parceiras, visando a capacitação dos técnicos e educadores.

A secretária da Semed, Gláucia Negreiros, enfatiza que o “Salvando Vidas” é um treinamento muito importante para que os profissionais estejam habilitados a atuar em caso de emergência. Os primeiros socorros são ações que devem ser tomadas rapidamente, logo após o acidente, fator que pode evitar o agravamento do problema. “Saber agir até que chegue o socorro profissional, pode salvar vidas”, analisa a titular da pasta de educação.

“As crianças passam uma significativa parte do dia dentro da escola e as situações de emergência também acontecem nesse ambiente. Nós vamos capacitar os profissionais para reconhecer e saber o que fazer quando ocorrer um evento desse. Esse servidor vai ajudar a salvar a vida da criança na escola”, enfatizou Reginaldo Lourenço, médico pediatra que atua no Hospital Cosme e Damião, e é voluntário no programa de formação.

“Os profissionais serão orientados desde a vestimenta até os métodos de segurança e controle emocional diante da situação. Antes de qualquer procedimento de primeiros socorros, é importante que o socorrista tenha em mente a necessidade de manter a calma, afastar os curiosos e garantir que o serviço de emergência seja chamado”, completou o médico.

PARCERIA

De acordo com a médica pediatra e secretária-adjunta da Semusa, Marilene Penati, com essa ação conjunta entre as secretarias, os profissionais estarão preparados para lidar com situações inesperadas, que acabam ganhando um aspecto emergencial, principalmente entre as crianças.

“Temos certeza que o programa Salvando Vidas vai dar certo, pois esses servidores terão uma análise mais aprofundada sobre a identificação dos sinais e sintomas para que busquem a assistência. Quem sabe essa capacitação já faça parte do Congresso Pedagógico da Semed de forma continuada”, comentou Penati.

KITS DE PRIMEIROS SOCORROS

A capacitação atende à Lei 13.722/18, conhecida como Lei Lucas, que estabelece que as escolas da educação básica, sejam públicas ou privadas, devem oferecer formação aos professores e funcionários sobre noções básicas de primeiros socorros. A iniciativa oferece segurança aos professores e profissionais da educação em casos de urgência e emergência, além de tornar as escolas municipais espaços qualificados para dar assistência aos alunos nessas situações.

A Prefeitura Municipal de Porto Velho já articula parceria com a Assembleia Legislativa de Rondônia, para criação de emenda parlamentar para atender à aquisição de kits de primeiros socorros na rede municipal e estadual de educação.

“A Lei Lucas foi criada no dia 4 de outubro de 2018, e determina ainda que os estabelecimentos de ensino da rede pública ou privada devem dispor de kits de primeiros socorros conforme orientações das entidades especializadas em atendimento emergencial à população. O objetivo é garantir que todos saibam agir nos primeiros socorros até que a assistência médica especializada chegue ao local.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

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    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

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