Teia Digital

Melhora a confiança dos empresários do comércio – por Silvio Persivo

É bom correr deles. “Existem três cachorros perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja. Quando mordem deixam uma ferida profunda” (Martinho Lutero).

16ª CORRIDA DO FOGO EM PORTO VELHO

As inscrições para a 16ª Corrida do Fogo em Porto Velho encerram-se na próxima sexta-feira (22), pelo site do Corpo de Bombeiros. A taxa de inscrição custa dois quilos de arroz ou feijão que serão doados a instituições não filantrópicas que prestam serviços em Porto Velho. A Corrida do Fogo acontecerá no próximo sábado (23), com a largada a partir das 17h, em frente ao Comando Geral do Corpo de Bombeiros, que fica na rua Campo Sales, 3254. A diretora de Comunicação do Corpo de Bombeiros, capitã Daniele Cristina Lima Ferreira, informou que a Corrida do Fogo terá duas modalidades: Corrida e Caminhada. “São 700 vagas para a corrida que terá percurso de 10 quilômetros; e 300 vagas para a caminhada com trecho de 5 quilômetros”, explicou, completando que na manhã desta quarta-feira (20) o sistema já registrava 790 inscritos nas duas modalidades. A capitã Cristina lembrou que os competidores devem procurar o Comando Geral do Corpo de Bombeiros no sábado, no período das 8h às 13h, para entregar os dois quilos de alimentos e retirar o kit da corrida. A retirada de kits por terceiros só será permitida mediante apresentação de autorização específica para este fim, e cópia de documento de identificação do inscrito. O kit é composto por uma camiseta, número de identificação, alfinetes e chip de controle. A Corrida do Fogo é uma prova tradicional que faz parte do calendário da Federação de Atletismo de Rondônia e das festividades da corporação em comemoração ao Dia Nacional dos Bombeiros Militares, que envolve a participação de bombeiros e da comunidade.

CACOAL PASSA A TER FROTA DE TAXÍS COM TAXIMETRO

Anunciado que Cacoal, com cerca de 80 mil habitantes, é a primeira cidade de Rondônia, depois da capital, a instalar taxímetros nos táxis. Uma equipe do Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem-RO) realizou na última semana a demarcação da pista de um quilômetro onde será feita a verificação periódica dos equipamentos. Segundo o diretor técnico do Ipem, Ronaldo Lessa, a regularização dos equipamentos é normatizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). “Para instalação dos equipamentos, é preciso que o município tenha, no mínimo, 50 mil habitantes. Nós demarcamos a pista de acordo com os valores estabelecidos pela prefeitura para bandeiras um e dois. Esse serviço garante ao consumidor a segurança de que o valor cobrado na corrida esteja dentro do padrão  justo estabelecido e tabelado”. Lessa destacou que Ji-Paraná é a próxima cidade a instalar o serviço, com a padronização do Ipem.

BOM, MAS, NÃO TANTO

Na Avenida Calama, em frente à Praça da Alimentação do Pedaçinho de Chão, colocaram uma nova faixa para pedestre. A intenção foi a melhor possível, pois, ali, realmente, é difícil de atravessar, mas, logo depois, onde fica o antigo edifício da Secretária Municipal de Saúde, tem outro, então, assim não dá. O bom senso ensina que, para colocar o novo tem que acabar com o antigo porque senão acontece o que vem acontecendo: confusão no trânsito e perigo para os pedestres, pois, há veículos que não obedecem e põem as pessoas em risco.

FLOR DO MARACUJÁ COMEÇA DIA 27 DE JULHO

A 35ª edição do Arraial Flor do Maracujá, uma das maiores festas culturais de Rondônia, será realizada entre os dias 27 de julho e 7 de agosto, no Parque dos Tanques, em Porto Velho. O evento é realizado pela Federação de Grupos Folclóricos de Rondônia (Federon), com o apoio do governo, que oferece todo suporte logístico, como espaço, estrutura de palco, som, iluminação, arquibancadas, entre outros. Durante os 12 dias de programação, o público vai poder conferir a apresentação de grupos adultos e mirins de quadrilhas e bois-bumbás, entre outras atrações, além de degustar comidas. Os chamados grandes grupos começam as apresentações no dia 29. Entre os grupos de Acesso e Grupo Especial deste ano do Flor do Maracujá são 39, dos quatro são quadrilhas de acesso, nove quadrilhas mirins, 14 quadrilhas adultas, oito bois-bumbás adultos e quatro.

MELHORA A CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou, em julho, a primeira taxa de crescimento anual dos últimos três anos. O indicador cresceu 2,4% na comparação com julho de 2015 e atingiu 87 pontos. A última alta do indicador foi em julho de 2013 (0,6%), de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), responsável pela pesquisa. Este também é o maior índice dos últimos 15 meses. A alta foi puxada exclusivamente pela expectativa do empresário em relação ao futuro, que cresceu 10,1% na comparação com julho de 2015. As avaliações sobre o momento presente continuam em queda (-5,8%), assim como as intenções de investimentos (-4,7%). Na comparação com junho deste ano, a alta foi de 10,7%, puxada pelos três principais componentes: avaliação sobre as condições atuais (6,1%), expectativas sobre o futuro (12,1%) e intenções de investimento (4,2%). Apesar das altas, o índice, que é medido em uma escala de 0 a 200, ainda está em um patamar abaixo do nível de indiferença do empresário, que é de 100 pontos. Isso, segundo a CNC, é reflexo da redução contínua da atividade do comércio e da renda dos consumidores, marcada pela deterioração das condições do mercado de trabalho e do crédito.

RITMO DE ABERTURA DE VAGAS TEVE ALTA EM JUNHO

O Índice Catho-Fipe de Novas vagas de Emprego subiu 9,3% em junho na comparação com o mesmo mês de 2015, a segunda alta consecutiva nessa base de comparação desde junho de 2014. O indicador também subiu 0,5% na passagem de maio para junho, completando 4 meses consecutivos de alta na comparação mensal. Ainda assim, o ritmo de geração de vagas segue em um patamar fraco em relação a períodos mais longos. A variação acumulada no primeiro semestre de 2016 indica queda de 4,8% sobre mesmo período de 2015, que por sua vez já mostrava queda de 14,2% com relação ao mesmo período de 2014. Graças à essa melhora recente do ritmo de abertura de Vagas, os indicadores derivados dele também aumentaram em junho. O Índice Catho-Fipe de vagas por Candidato teve crescimento de 1,0% sobre o patamar de maio, enquanto o Índice de Novas Vacâncias subiu 0,3%. Com isto, o Índice de Novas Vacâncias rompeu uma série de 23 meses consecutivos de queda na comparação contra o mesmo mês do ano anterior, mostrando crescimento de 6,5% em junho de 2016 ante junho de 2015.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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