Teia Digital

Prêmio de música criado pelo governo de Rondônia é sem futuro – por Silvio Persivo

 Mesmo muito contra minha própria vontade. “Aproximo-me suavemente do momento em que os filósofos e os imbecis têm o mesmo destino” (Voltaire).

PROJETO LIVROS QUE ENCANTAM

Livros que me Encantam é um projeto de extensão da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), coordenado pela professora doutora Andréa Moraes da Costa, do Departamento de Línguas Estrangeiras, que teve início em novembro de 2015 e têm por finalidade o estímulo à leitura não só no âmbito universitário, como também em escolas públicas e na comunidade externa à Universidade. O projeto desenvolve-se sob três vertentes: (1) através de encontros mensais entre acadêmicos da UNIR, que leem e debatem obras literárias; (2) através de visitas mensais a escolas públicas, feitas por acadêmicos da UNIR que realizam atividades dinâmicas com a finalidade de incentivar a leitura entre alunos do ensino fundamental e médio; (3) através de eventos em que convidados especiais apresentam obras literárias à comunidade, em um cenário acolhedor, no intuito de instigar a leitura. A terceira vertente terá sua estreia no dia 23 de junho de 2016, às 19h30, no Teatro I do Sesc Esplanada, com a realização da primeira Noite Literária do Projeto Livros que me Encantam. Na ocasião, os professores Neusa dos Santos Tezzari e Carlos Moreira, convidados da noite, compartilharão um pouco de suas experiências literárias, apresentando, cada um, duas obras que os encantaram em suas respectivas jornadas de leitores.  A programação do evento é voltada para jovens e adultos acima de 10 anos. A entrada será gratuita, contudo, o público está convidado a fazer doações de livros que serão posteriormente destinados a instituições da rede pública de ensino. As senhas poderão ser retiradas no local a partir das 19h.  O evento conta com o apoio da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis (PROCEA) da UNIR, do Serviço Social do Comércio Federação do Comércio de Bens (Sesc) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (FECOMÉRCIO – RO).

 1º FESTIVAL DE FOOD TRUCK DE PORTO VELHO

A 5ª Cultural, 1º festival de Food Truck de Porto Velho terá continuidade nesta quinta-feira (16), no Spasso Multieventos, na avenida Rio de Janeiro, reunindo em um único local o melhor da comida de rua servida em Porto Velho. A entrada é franca, mas, pede-se a doação de 1 kg de alimento não perecível  destinado a entidades assistenciais. O evento terá continuidade nas duas próximas quintas (16 e 23), na rua Rio de Janeiro, ao lado do Spasso Multieventos, em Porto Velho, com opções de alimentação e atrações culturais. O festival é uma realização do Instituto Vontade, Ação & Saúde (Ivas). De acordo com um dos realizadores do evento e diretor da Ivas, Fernando Miranda, a ideia é fomentar a cultura da comida de rua através dos food truck “buscando reunir a comunidade em um só local, de forma aprazível, comendo bem, por um preço acessível”. O evento também se preocupa com a questão ecológica e sustentável, pois, todo o lixo é

separado e selecionado e o que não  se aproveita será incinerado.

 SEM FUTURO

O Governo do Estado de Rondônia  criou, via Sejucel, o Edital Zezinho Maranhão de Música, mas, no fim do prazo faltaram interessados. Agora prorrogou as inscrições até o dia 22 de julho. Não vai adiantar muita coisa. A realidade é que o edital não contempla a necessidade dos artistas e grupos que poderiam participar. Basta ver que uma das condições é de que o espetáculo que for montado é obrigado a fazer no mínimo uma apresentação em cada micro região do Estado, ou seja, são cinco apresentações, sendo uma no Cone Sul, outra na Zona da Mata, outra na região Central, Vale do Guaporé e, por fim, Porto Velho. Ora, o edital oferece para tanto R$ 30 mil! Como será possível aos interessados montar o espetáculo, arcar com transporte, alimentação, despesa da montagem do show com tão pouco? E ainda há a exigência de que a entrada seja gratuita! Parece que fizeram somente para mostrar que não existem interessados.

LONGE DO PÚBLICO ALVO

Acontece, principalmente, que são poucos, pouquíssimos mesmos, os artistas locais que vivem da profissão. Em geral vivem de outro emprego do qual não podem se afastar muito. A exigência de uma turnê, pois, é disto que se trata somente se justifica para grupos muito profissionais. Aqui o edital deveria contemplar uma cidade, no máximo, um número mínimo de apresentações, seja onde for. Sejamos claros: não é apenas aqui que os editais oferecem valores como os daqui, baixos. Ocorre que, em geral, somente acabam se destinando a quem já possui um produtor e patrocinadores, ou seja, não incentiva nada. Somente ajuda a manter grupos que já possuem uma estrutura. A questão real é de que não se trata de falta de interesse. É que, de fato, é mais de falta de oportunidade, pois, além de não contemplarem o público que deviam contemplar, ainda acrescentam as dificuldades da burocracia. Parece até que não percebem que ser artista é ser um bocado antiburocracia. É, portanto, uma iniciativa que passa longe do público alvo.

ACESSO AO CIDADE DIGITAL

A Prefeitura de Porto Velho divulgando que o projeto “Cidade Digital” consiste numa rede composta por tecnologia em fibra óptica entre as torres de rádio e os transceptores de rádio wifi de alta performance para atendimento aos órgãos da prefeitura e a população. Para isto, foi instalada uma rede de cabeamento óptico (infovia) de 34 quilômetros de cabos ópticos autossustentados monomodo de 24 fibras. Para poder acessar a Internet em qualquer um dos 21 pontos de acesso da rede é preciso antes se cadastrar no site do projeto cidadedigital.portovelho.ro.gov.br/). Não existe nenhum tipo de restrição para usar a internet livre. Qualquer pessoa, no município, pode se conectar à rede Cidade Digital bastando que informe um documento de identificação válido.

 EXPORTAÇÃO DE MADEIRA

Anunciado que a empresa rondoniense BDX Florestas iniciou suas atividades de exportação de madeiras, no projeto piloto no Porto Público de Porto Velho, enviando 630m3, em sua primeira remessa, para Ho Chi Min e Qui Nho´n, no Vietnã.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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