Teia Digital

A alta previsível do feijão – por Silvio Persivo

Mas, está difícil até de começar. “Um dia é preciso parar de sonhar, tirar os planos da gaveta, e de algum modo, começar” (Amyr Klink).

TURBINAS PARA ENERGIA DE RONDÔNIA E ACRE ENTRAM EM TESTES

A Santo Antônio Energia, concessionária responsável pela construção, operação e  comercialização da energia gerada pela Hidrelétrica Santo Antônio anunciando que começaram os testes das duas primeiras turbinas das seis que vão gerar energia com exclusividade para Rondônia e Acre. Os testes foram autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e devem durar até o final de julho, para que estejam prontas para entrarem em operação comercial a partir de agosto. As seis turbinas tem capacidade para gerar 417,6 Megawatts (MW), atenderão a 40 % do consumo atual dos dois estados e representam a única solução para terminar com os apagões que caracterizam a região, há anos. A expectativa é que a estabilidade energética proporcionada pelas seis turbinas contribua para a atração de novos empreendimentos em Rondônia e Acre, ampliando a oferta de empregos, aumentando a arrecadação e mantendo o excelente grau de crescimento apresentando por ambos os estados nos últimos anos.

SEGURANÇA PÚBLICA CRIA AGENDA DE RESULTADOS

O Governo do Estado divulga que, depois de uma reunião semanal do governador Confúcio Moura e secretários, na segunda-feira (13), no quartel do Comando Geral da Polícia Militar, a segurança pública terá, a partir de agora, uma agenda regular para avaliar os resultados de sua ação. Outro compromisso firmado entre órgãos como Polícia Militar (PM), Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito (Detran), além da Superintendência Estadual de Polícia Sobre Álcool e Drogas (Sepoad) é o compartilhamento de  informações estratégicas para fins de prevenção e combate à criminalidade. Sem dúvida, a iniciativa é mais do que necessária, principalmente, em Porto Velho a criminalidade tem aumentado e, em algumas áreas, é assustadora em que pese a ação policial. E as estatísticas devem estar subestimadas, de vez que, muitas pessoas, nem sequer se dão ao trabalho de ir registrar os crimes nas delegacias seja pela carência do atendimento ou por não acreditar que seus bens sejam recuperados.

ÚLTIMO DIA DO CONCURSO ZEZINHO MARANHÃO

Termina na nesta quarta-feira (15) o prazo de entrega dos projetos do I Concurso Público Cultural de Música Zezinho Maranhão. Lançado no dia 3 de maio, o primeiro edital de fomento à cultura rondoniense, criado pelo governo estadual, premiará seis iniciativas voltadas à área da música, em âmbito estadual, com a destinação de recursos públicos para circulação de espetáculos. A política do edital, coordenada pela Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), visa estimular a reflexão e a experiência do público, além do compromisso com a sustentabilidade e com a inclusão social. Os projetos deverão valorizar a memória e a diversidade da cultura estadual, além de temas relevantes a sociedade contemporânea, novas linguagens, transversalidade das artes, educação, democratização e acessibilidade da cultura.

AROM REALIZOU PROJETOS PARA 35 MUNICÍPIOS

A partir deste mês de junho, os prefeitos começam a executar os projetos do Fundo de Infraestrutura de Transporte e Habitação (FITHA), por meio de convênio junto ao Departamento de Estradas e Rodagens de Rondônia (DER). Dos 52 municípios do estado, 35 tiveram seus projetos elaborados e protocolados pelo Setor de Engenharia da Associação Rondoniense de Municípios – AROM, que ao todo são de R$ 15.339.397,06 milhões, com contrapartida de R$ 373.213,37 das prefeituras. Neste ano, serão R$ 28,6 milhões repartidos proporcionalmente aos municípios na forma conveniada com a Administração Estadual. Estes recursos que compõem o FITHA são oriundos da movimentação econômica dos municípios e retornam às administrações municipais, para que efetuem recuperação das estradas, ruas e avenidas e adquiram peças, combustíveis, equipamentos e tubos em aço ou concreto para bueiros, por exemplo.

A ALTA PREVISÍVEL DO FEIJÃO

Segundo a GFK, especializada em mercados, o feijão foi o item que mais subiu de preço desde o início do ano. Entre janeiro e maio de 2016, teve uma alta de 28,1% na média nacional, bem acima do IPCA que já acumula 4,05%. Só no último mês, o produto cresceu num único período 6,94%, sendo que o IPCA do mesmo período ficou em 0,78%, isto é, quase 10 vezes mais num único mês. A variação entre as regiões pesquisadas foi significativa, com as regiões Norte e Centro-oeste registrando alta de 10,37% e o Centro-oeste 10,02%. Segundo o diretor de Retail Audit da GfK, Marco Aurélio Lima, “Em maio o preço do feijão disparou, e bem acima IPCA. O consumidor chegou a pagar acima de 10% neste item num único mês”.  O preço do feijão vem sofrendo pressão desde o final do ano passado, quando já se previa uma quebra de safra para este ano. Na época do plantio de 2015, havia uma falta de água em regiões importantes como PR e MG, o que fez o produto não se desenvolver bem. Porém, na hora da colheita em 2016, o excesso de chuvas atrapalhou a lavoura, gerando quebras de 20% a 30% nas regiões de produção. Porém, o maior problema para o brasileiro é que o feijão é parte integrante da sua alimentação básica e, com o arroz, faz parte do prato diário do brasileiro comum.

CEG 2016 ABORDA ECONOMIA COLABORATIVA

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) realiza, no dia 22 de junho, o Congresso de Excelência em Gestão (CEG 2016), que este ano aborda o tema Economia Colaborativa: Um caminho para transformações nas relações sociais e de consumo.  Entre os palestrantes confirmados estão Dora Kaufman, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Redes Digitais Atopos ECA/USP e a jornalista Miriam Leitão, que vai falar sobre as perspectivas econômicas para o Brasil. O evento será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Para mais informações, acesse http://fnq.org.br/CEG2016/.

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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