Teia Digital

Nem o PT validou os pedidos de prisão feitos por Janot de Sarney, Renan, Jucá & cia – por Silvio Persivo

Bem que tento! “Faça como se faz em família: lute com vigor, mas, coma e beba com os amigos” (Shakespeare).

 I SEMINÁRIO SOBRE PRÁTICAS E PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DA UNIR

O I Seminário sobre Práticas e Produções Científicas da Universidade Federal de Rondônia (2016) será realizado em Porto Velho entre os dias 27 de junho e 1º de julho de 2016, organizado pelo Departamento de Ciência da Informação em parceria com o Grupo de Pesquisa “Cartografia da produção científica na UNIR através de indicadores bibliométricos” e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPESQ).   O objetivo principal do Seminário é apresentar e debater os resultados de pesquisas desenvolvidos pelos docentes e alunos de iniciação cientifica envolvidos no projeto de pesquisa. Somam-se a esses objetivos a promoção de um encontro entre docentes e discentes de diferentes campi e núcleos da UNIR e demais interessados da comunidade local, visando à troca de experiências acadêmicas, o debate sobre os resultados, a proposição de novas iniciativas de estudos e a apresentação do Portal NÓS-UNIR. Para o coordenador do projeto, professor mestre Pedro Ivo Silveira Andretta, o acesso ao Portal NÓS-UNIR e a participação no Seminário são importantes para a comunidade acadêmica e externa à UNIR conhecer o que a Universidade vem construindo em termos de ciência, tecnologia e inovação e como pode avançar ainda mais.

HOMENAGEM A ACLER PELOS 30 ANOS

Na sexta-feira aconteceu, com enorme êxito, a Sessão solene na Assembléia Legislativa, em homenagem aos 30 anos da Academia de Letras de Rondônia (Acler). O nosso querido imortal poeta Pedro Albino havia me convidado, mas, estava participando de um seminário sobre Sustentabilidade como parte da semana do Meio Ambiente e não tive como chegar lá a tempo. Azar o meu, pois, a fina flor do jornalismo estava por lá, inclusive a dupla Euro Tourinho e Ciro Pinheiro, mas, também o Lúcio Albuquerque e até o nosso homem forte do Alto Madeira, Leivinha Oliveira. Pelo visto não faltou ninguém, pois, até o Claúdio Feitosa apareceu por lá!

 SOLUÇÃO EM INFORMÁTICA

Se precisar de recarga de toners e cartuchos ou de assistência técnica  especializada em informática, impressoras, ramais, PABX, cabeamentos e celulares é só lembrar da Tech Company,  José de Alencar, 3167 ou ligar para o Alex 99281-7490 ou para o Paulo 99370-1816.

QUEIXAS DO TRANSPORTE PÚBLICO

São muitas as queixas da demora dos ônibus, em especial, de linhas mais distantes. Um exemplo é o do ônibus para o Campus José Ribeiro Filho da Universidade Federal de Rondônia, onde, em alguns dias, só um veiculo ia e vinha, o que resultava em esperas de mais de uma hora e logo no dia em que a passagem aumentou. Mas, em outras linhas, o problema foi oriundo mesmo de veículos que quebraram. É preciso olhar com mais cuidado a questão do intervalo entre os ônibus, sob pena de punir ainda mais os usuários.

BINGOOL MAGIC DAY

Não posso deixar de anotar que vi no programa “Toda Manhã”, Rede TV RO, o Claudio Hikague e Nelson Nakamura que falaram sobre o Bingool Magic Day que vai acontecer neste sábado e domingo e sobre o potencial turístico e econômico que a pesca esportiva pode trazer para Porto Velho e Rondônia. Muito boa matéria.

VAGAS PELO PREÇO DE FEIJÃO

Por falar em questões que incomodam, em especial no centro, está a questão de vagas de estacionamento. Um sintoma é o preço que estão cobrando de, no mínimo, R$ 5,00 por hora. Quem vai num banco qualquer cai, no mínimo, com R$ 10,00 ou tem que estacionar bem distante, onde se consegue vaga por R$ 3,00, mas, vai ter que andar uns bons quarteirões.

 AS RAZÕES PARA OS PARCELAMENTOS

O financiamento de dívidas (24%) e o consumo de artigos de vestuário (17%) foram os principais destinos apontados pelos 38% de brasileiros com algum tipo de parcelamento. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ)/Ipsos sobre o Perfil Econômico do Consumidor, que também revela crescimento de quatro pontos percentuais na intenção de compra ao longo do segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2015 – situando-se em 18% em março deste ano. A pesquisa mostra ainda que o cartão de crédito (49%) e o carnê (43%) se mantêm como os meios mais utilizados entre os que estão pagando algum financiamento. E que, entre as aquisições pretendidas pelos consumidores, Artigos eletrônicos (41%) e Eletrodomésticos (33%) deverão ser os grupos de produtos mais consumidos, com maiores demandas para itens como telefone celular (19%) e televisores (15%). O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 30 de março com 1.200 consumidores de 72 municípios brasileiros.

 DE QUEM É A CONTA ?

A grande verdade é que até agora nem o PT validou os pedidos de prisão feitos por Janot de Sarney, Renan, Jucá & cia. Seus principais dirigentes se calam sobre o tema, mas, alguns, sem pedir anonimato, falam em “arbitrariedade”.  A página do partido na internet ignorou o assunto. O PT, porém, tem tratado de forma distinta Renan e Sarney, com os quais ainda mantém pontes, de Jucá e Cunha, considerados inimigos. Mesmo assim os petistas nem sequer reagiram ao arquivamento do pedido de cassação de Jucá no Conselho de Ética da Casa, nem fazem mais nada, exceto barulho, contra Cunha. É uma questão lógica: sabem que é absurdo pedir a prisão dos capos do PMDB sem que haja a prisão dos capos do PT. Seria uma total inversão dos valores na medida em que os do PMDB sempre foram, e aceitaram, ser subsidiários. Por mais ideologia que se possa ter é impossível ignorar que o PT mandava e tinha a chave do cofre, ou seja, qualquer patifaria teria que ter a concordância do partido. E, até agora, só os peixes do segundo escalão, com a honrosa exceção de Zé Dirceu, pagaram a conta. Lula e Dilma teriam que, antes, serem presos para ser aceitável pedirem a prisão dos beneficiários do rombo que fizeram nas contas públicas do País. O PMDB tem culpa, mas, é subsidiária. De quem é a culpa principal, só os cegos não veem de quem é.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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