Teia Digital

Pimentel, passa o comando da SESAU, para ser pré candidato do PMDB a prefeito da Capital – por Silvio Persivo

O pior é que o tempo deu razão ao general. “A esquerda é boa para duas coisas: organizar manifestações de ruas e desorganizar a economia” (Castelo Branco).

 VISITA DE APOIO AO MOVIMENTO RONDÔNIA PELA EDUCAÇÃO

Esteve visitando a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) para apoiar o Movimento Rondônia pela Educação, que agrega ações e projetos destinados à impulsionar  o ensino estadual, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Côrte, que apresentou dados relevantes sobre os êxitos alcançados por movimento similar em seu estado.  Segundo ele, “Em uma pesquisa, foi identificado que precisamos de cinco trabalhadores brasileiros para alcançar a produtividade de um trabalhador americano. Três brasileiros para produzir o mesmo que um alemão e dois para alcançar a produção de um coreano”. Côrte acrescentou que a baixa produtividade do trabalhador industrial brasileiro não se deve unicamente à sua responsabilidade, mas, também as condições de trabalho ofertadas e à dificuldade de acesso a uma educação de qualidade. “Tendo diante de nós este cenário, resolvemos criar o Movimento Indústria pela Educação. O primeiro passo foi criá-lo no âmbito do próprio segmento industrial visando mobilizar, influenciar sobre tudo os empresários industriais a importância de qualificarmos o trabalhador”, explicou. Desde de 2012, o programa conta atualmente com 16 polos, localizados nos municípios onde a Fiesc atua. Em 2013, a adesão do setor industrial já representava quase 350 mil, dos 812 mil trabalhadores da indústria catarinense. “No primeiro ano, nós alcançamos cerca de 500 mil pessoas nesse movimento”, afirmou. O presidente da Fiesc ressaltou ainda as ações de 2014, onde foi decidido que o Movimento trabalharia campanhas específicas. “A primeira temática foi a família na escola. O tema foi escolhido em virtude de uma pesquisa da Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico e do Instituto Ayrton Sena com 25 mil crianças do Rio de Janeiro. Verificou-se que aqueles acompanhados pelos pais na vida escolar apresentavam desempenho superior às que não contavam com este apoio”, disse. Côrte enfatizou que a abordagem teve como proposta principal inserir os pais na vida escolar de seus filhos e a valorizar a escola.

VAI, VAI MESMO

O ex-secretário de Saúde, Williames Pimentel, passou o comando da Sesau para seu ex-adjunto, Luiz Eduardo Maiorquim, para ser pré-candidato a prefeito. Pimentel, é reconhecido, fez uma excelente gestão na saúde em que pese o fato de que, da forma como as coisas andam no país, não tem dirigente que dê jeito no setor. Agora começa mesmo a se mover para ser o futuro candidato do PMDB.

 COLÓQUIO SOBRE HISTÓRIA DA MEDICINA

O Departamento de História da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) promoverá o colóquio “Panorama da Medicina no Amazonas: uma retrospectiva histórica”, no dia 9 de junho, às 18h30, no auditório da UNIR-Centro.  O palestrante será o médico e pesquisador sobre a história do Amazonas Antônio José de Souto Loureiro, membro da Academia Amazonense de Letras e fundador da Academia Amazonense de Medicina que terá como debatedor o professor doutor Dante Ribeiro da Fonseca (UNIR) e como mediadores o jornalista Lúcio Albuquerque e a professora Sônia Ribeiro de Souza (UNIR). O objetivo do colóquio é discutir a reestruturação do bacharelado em História com docentes e discentes do curso de História do Campus de Porto Velho.

 USO DE NOVOS MATERIAS EM DEBATE

A crise leva sempre as empresas e as pessoas a buscar novos caminhos. Um exemplo é o 9º Simpósio SAE Brasil de Novos Materiais e Nanotecnologia, que acontece no próximo dia 7, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT (Avenida Prof. Almeida Prado, 532, Cidade Universitária), em São Paulo. A proposta central é de debater novos materiais para o mercado brasileiro visando à redução de custos.

CRISE CONTINUA NA FRONTEIRA

Continua sem solução visível a crise que assola a Bolívia. O maior reflexo, para Rondônia, vem do fato de que em razão da crise energética o comércio com Guayaremerin tem sido dificultado, o que impacta tanto no turismo quanto na economia de Guajará-Mirim, nosso mais tradicional município de fronteira.

GOVERNO LANÇA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE GESTÃO DE RISCO

O governo de Rondônia anuncia que  pretende reunir o conjunto dos órgãos que fiscalizam e controlam os atos da Administração, objetivando contribuir com ações de monitoramento, fiscalização e auditoria pela CGE e Controles Internos das Unidades Gestoras do Estado, como medida fundamental para assegurar a correta aplicação dos princípios constitucionais da legalidade, eficiência, eficácia e efetividade das ações governamentais. Segundo o controlador-geral do estado, Francisco Lopes, o que o governo quer, ao instituir este programa, basicamente é identificar as possíveis falhas em seus procedimentos e promover medidas corretivas e tempestivas para essas possíveis irregularidades, de modo a prevenir as ocorrências, repassando simultaneamente aos órgãos de controle interno as orientações necessárias ao trabalho de auditoria e análise. Assim o Programa de Prevenção de Gestão de Risco da Administração busca unificar e dinamizar procedimentos das unidades de controle interno dos órgãos do estado, tudo sob a supervisão da Controladoria Geral do Estado (CGE).

RECESSÃO DEVE SE ESTENDER A 2017

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em seu mais novo relatório, prevê que a recessão da economia brasileira deve ficar ainda mais forte este ano e persistir em 2017.  O Produto Interno Bruto (PIB) deve recuar 4,3% este ano e 1,7% no ano que vem. Em 2015, a OCDE estimou a contração de 3,9%, valor muito próximo ao oficial, registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontou para uma queda de 3,8%. A OCDE – organização composta por 34 países, da qual o Brasil não faz parte – atribui a persistência da crise brasileira às “elevadas” incertezas políticas e às contínuas revelações sobre corrupção “que estão minando a confiança dos consumidores e dos negócios”. O relatório aponta que o desemprego tende a aumentar ainda mais. Já a inflação deve voltar gradualmente à meta em razão da menor atividade econômica.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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