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Ações da Secretaria do Meio Ambiente foram pautadas na consolidação de projetos sustentáveis

Orla do distrito de Porto Murtinho, município de São Francisco do Guaporé

Com o objetivo de mudar o panorama da agenda climática, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – Sedam implementou projetos para a prevenção e mitigação de emissões de Gases de Efeito Estufa – GEE. As  atividades se concentraram na consolidação e fortalecimento de políticas públicas para conservação de recursos naturais e contra crimes ambientais.

Por meio de parcerias firmadas com instituições de pesquisa, e iniciativas,  o governo ampliou a agenda sobre mudanças climáticas, com importantes ações ambientais para aliar conservação ambiental, desenvolvimento econômico, através da criação do Fórum climático; o  programa de assistência às famílias moradoras na Reserva Extrativista Rio Cautário à pesca de pirarucu.

Para o governador Marcos Rocha, o objetivo é alavancar as principais políticas públicas de preservação ambiental em andamento, em todo o Estado. “São medidas inovadoras de sustentabilidade, buscando também o  desenvolvimento de uma nova economia sustentável e de baixo carbono, além do combater os impactos das mudanças climáticas”, pontuou o governador.

Fórum de Mudanças Climáticas realizado em abril no Estado

FÓRUM DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Um dos avanços conquistados pelo órgão foi a implementação do  Fórum de Mudanças Climáticas do Estado. Envolvendo representantes diretamente ligados à preservação da natureza. O evento promoveu debates entre órgãos públicos, entidades e a sociedade civil, em busca do desenvolvimento e aperfeiçoamento de estratégias para definição e implementação de uma agenda de mitigação e adaptação às mudanças climáticas em Rondônia. O espaço visa estimular a implementação das políticas nacional e estadual de mudanças do clima, mobilizando a sociedade por meio de debates à discussão e tomada de posição sobre os fenômenos da natureza.

A Sedam apresentou a minuta do decreto para criação do Conselho Gestor da Política Estadual de Governança Climática, bem como a indicação dos membros da sociedade civil que vão compor o Conselho. Os membros titulares e suplentes são indicados e designados pelos órgãos ou entidades relacionadas à norma instituidora. A Secretaria Executiva do FEMC é coordenada pela Sedam e conta com o apoio técnico de Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta e Indireta e demais instituições de ensino e pesquisa.

SERVIR-AMAZÔNIA

Na proposta de desenvolver projetos ao monitoramento do ecossistema, o governo de Rondônia realizou a assinatura do Memorando de Entendimento com Aliança Internacional para a Biodiversidade (Alliance of Bioversity International) e o Centro Internacional de Agricultura Tropical – CIAT,  para promover o desenvolvimento de informações  no monitoramento de ecossistemas, cobertura e uso da terra, bem como de fenômenos hidroclimáticos.

A oficialização do documento foi realizada no formato virtual, com a participação da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – USAID, e da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço – NASA. A colaboração entre a Sedam e o SERVIR-Amazônia visa reduzir os impactos ambientais, econômicos e sociais quanto às questões sensíveis ao clima relacionadas a incêndios e secas, e outras problemáticas que possam afetar os serviços ecossistêmicos e a biodiversidade da região. “A nossa expectativa quanto à consolidação do fórum é poder dar visibilidade para as ações do meio ambiente”.

BASE CARTOGRÁFICA DE RONDÔNIA

Plano de trabalho para atualização da base cartográfica de Rondônia

O Plano de trabalho para atualização da base cartográfica de Rondônia  foi apresentado pelo Exército, neste ano de 2022. Esta ação tem por  finalidade ajustar detalhes técnicos e administrativos, visando à celebração de um instrumento de parceria que possibilitará ao Exército fazer a atualização da base cartográfica do Estado.

A meta dessa parceria é atualizar essa base que já está mais avançada e iniciar a escala mais detalhada de 1/25.000, com 1384 folhas cartográficas, que trarão uma riqueza maior de detalhes com informações sobre rios, solos, vegetação e estradas de Rondônia, e a partir disso, servir de base a outras cartas topográficas temáticas, sendo um passo importante ao fortalecimento da gestão pública no que se refere à regularização fundiária, identificação das Unidades de Conservação – UCs e a definição de áreas produtivas para desenvolvimento da agricultura familiar.

O Convênio é um passo importante ao fortalecimento da gestão pública em relação à regularização fundiária e identificação das Unidades de Conservação e áreas produtivas do Estado. O evento de lançamento com a participação do diretor do Serviço Geográfico do Exército Brasileiro, o General de Brigada Marcis Gualberto Mendonça Júnior, que veio de Brasília/DF, além de diversas autoridades estaduais e federais.

CRÉDITO CARBONO

Rondônia tem alavancado os  projetos de crédito carbono, com ações de monitoramento da biodiversidade, enquanto o Programa de extensão rural e atividades com as comunidades locais e entorno da reserva. Considerando o papel da conservação de estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento de estoques de carbono florestal  (+).  O projeto foi iniciado em setembro de 2020, executado pela Permian Global, com o primeiro Pagamento Por Serviços Ambientais – PSA aos comunitários na modalidade REDD+ (redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), objetivando a redução das emissões de carbono e implementar ações para a conservação da UC, associadas ao Desenvolvimento social e econômico dos povos que ali se encontram.

Além das ações de Bioeconomia de REDD+, Rondônia mantém um mercado de carbono voluntário, que já beneficia 100 famílias. Cada uma recebe em média um salário mínimo por mês como Pagamento por Serviço Ambiental. Os contratos já vigentes têm duração de 30 anos.

Comitiva de Rondônia na COP27.

COP27

Com participação na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP27), em Sharm el-Sheikh, Egito, que contou com representantes dos 196 países signatários do Acordo de Paris, a comitiva de Rondônia apresentou as ações de combate ao desmatamento ilegal e os esforços da atual gestão estadual para proteger o meio ambiente de forma sustentável.

A participação rondoniense entre os dias 3 a 11 de novembro teve apresentações técnicas conduzidas pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Ambiental – Sedam, Marco Antonio Lagos. A pasta dividiu a participação em três painéis, que são os principais eixos de trabalho da secretaria no cuidado com o meio ambiente.  A Política Estadual de Governança Climática e Serviços Ambientais – PGSA e a criação do Sistema Estadual de Governança Climática e Serviços Ambientais – SGSA,  foram alguns dos apontamentos alinhados aos anseios internacionais de preservação.

Uma das propostas apresentadas pela Sedam no painel “Políticas e instrumentos para uma economia verde no Estado de Rondônia”,  foi o programa de assistência às famílias moradoras na Reserva Extrativista Rio Cautário à pesca de pirarucu. O plano de controle e manejo, ainda de cunho experimental, tem como objetivo a eliminação  desta espécie na Bacia do Rio Cautário,  onde é considerado invasor, tornando-se assim, um fator de desequilíbrio ambiental, como predador de diversas espécies nativas (peixes e tartarugas), visando assim, a restauração da fauna aquática nativa.

E para fomentar a produção sustentável de baixo carbono, Rondônia está implementando o Projeto Rural Sustentável, lançado  na COP27. O Projeto tem por objetivo incentivar projetos sustentáveis,  voltados à produção de baixa emissão para dar escala à agropecuária de baixa emissão de carbono, para dessa forma, alavancar os investimentos verdes nos setores rural e ambiental, de seis cadeias produtivas sustentáveis: açaí, cacau, castanha-do-Brasil, pirarucu (de manejo); peixes redondos e café.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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