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Indústria farmacêutica anuncia instalação em Rondônia com geração de mais de 700 empregos

Em solenidade no Palácio Rio Madeira, empresário confirma instalação de indústria farmoquímica em Rondônia

Investidores de vários cantos do mundo têm sinalizado que Rondônia é o novo polo de negócios do Brasil. O mais recente a declarar isso foi o presidente de uma farmacêutica, Hilton Picocelli, que, nesta quarta-feira (30), em solenidade realizada no Palácio Rio Madeira, sede do Governo de Rondônia, anunciou que vai instalar a primeira indústria de farmoquímica da região Norte, a partir de 2023, no distrito industrial de Porto Velho. O investimento é de mais de R$ 140 milhões. O empreendimento irá gerar, inicialmente, 240 empregos, o que deve triplicar ao longo do processo de produção.

A farmacêutica chega a Rondônia em um ciclo singular do desenvolvimento econômico. Mais de 88 mil empresas foram abertas de 2019 a 2022 no Estado, e Rondônia conquistou a menor taxa de desemprego da região Norte e terceira menor do País, resultado da nova fase de segurança para instalação de negócios, fruto de um Governo que transformou a economia em triplo A em solidez fiscal, ou seja, tem excelência na forma como faz a gestão econômica do Estado, e inovou ao criar o programa Invest Rondônia para atrair novos negócios, por meio do qual os empresários recebem acompanhamento técnico e apoio ao nascimento de empreendimentos, com a certeza do sucesso.

‘‘A nossa empresa foi uma das agraciadas no processo de seleção para um terreno na área industrial, são 28 mil metros quadrados, e desses 15 mil metros serão de construção, onde iremos desenvolver uma indústria farmoquímica de produção de medicamentos injetáveis, tendo como carro-chefe a produção de soros, o que irá fomentar a economia da região. Para nós, é um privilégio estar em Rondônia, pois esse Estado vive um momento propício para negócios, pois aqui tem estabilidade, confiança, segurança jurídica e financeira, há uma pujança econômica, e temos o mesmo compromisso do Governo de Rondônia de ser o melhor em tudo que faz.  Estamos confiantes no sucesso dessa empreitada’’. A empresa já atua há mais de 30 anos no mercado da saúde e tem sede em Goiânia.

Rondônia  terá primeira indústria farmoquímica da região Norte

QUALIDADE DE VIDA

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o esforço do Governo em atrair novos negócios é uma das estratégias de gestão, para melhorar a qualidade de vida da população. ‘‘A instalação dessa indústria significa mais geração de empregos, e oportunidades, o que amplia o desenvolvimento do nosso Estado e melhora a vida da nossa população. A chegada de mais essa indústria nos orgulha muito, pois essa atração de empresas e indústrias que está acontecendo em nosso Estado, mostra que estamos verdadeiramente tornando Rondônia mais forte, e que nossos esforços para melhorar os índices econômicos do Estado está trazendo impacto positivo aos rondonienses. Eu acredito em Rondônia, e sei que tem muita gente acreditando também, inclusive muitos investidores. Estamos promovendo um norte de esperança, fico muito feliz por isso’’.

O governador destacou ainda o contentamento em ver que o Estado de Rondônia está se industrializando. De 2019 a 2022, foram implantadas mais de 20 novas indústrias no Estado e outras 28 estão previstas para futuras instalações a partir de 2023, gerando mais de 11 mil empregos. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico – Sedec, Sérgio Gonçalves, é muito importante para Rondônia o serviço técnico, inteligente e profissional, criado na gestão do governador Marcos Rocha para atrair novos negócios. ‘‘Estamos trabalhando muito e de forma profissional para consolidar Rondônia no radar dos grandes investimentos do Brasil, criando assim, um ambiente extremamente favorável para negócios, e os investidores estão comprovando isso’’.

INOVAÇÃO

O presidente da farmacêutica disse ainda que, a indústria produzirá medicamentos injetáveis com a utilização de tecnologia moderna, com a utilização de máquinas complexas de origem alemã, 100% automatizadas. Ele disse que há apenas oito indústrias no Brasil semelhante a que será instalada em Rondônia.  Do total de medicamentos produzidos, o Estado deve absorver de 5 a 10% da produção. O restante deve atender o Norte e Centro-Oeste do Brasil e a produção também deve alcançar o Peru e a Bolívia. Com localização privilegiada, no coração da América do Sul, e possuindo um modal hidroviário pelo rio Madeira, Rondônia é considerado ótimo local de distribuição para os medicamentos, mostrando que está em pleno desenvolvimento, com aproveitamento do seu potencial, e perspectiva de avançar muito mais.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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